<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768</id><updated>2012-02-02T10:04:06.967+02:00</updated><category term='direito'/><category term='antropologia'/><category term='televisão'/><category term='leitura'/><category term='jornalismo'/><category term='Brasil'/><category term='viagem'/><category term='América Latina'/><category term='relações internacionais'/><category term='música'/><category term='mídia'/><category term='poder'/><category term='informação'/><category term='fotos'/><category term='África'/><category term='economia'/><category term='cinema brasileiro'/><category term='Alemanha'/><category term='desigualdade'/><category term='documentário'/><category term='cinema'/><category term='cultura'/><category term='história'/><category term='comédia'/><category term='filosofia'/><category term='livros'/><category term='Pernambuco'/><category term='filme'/><category term='França'/><title type='text'>Entra por osmose!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>70</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-8884109547940430083</id><published>2011-05-23T04:14:00.001+02:00</published><updated>2011-05-23T04:16:32.750+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações internacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>Análise da Convenção 87 da OIT e do art. 8º da CF/88</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;A Convenção da OIT foi promulgada em 1948, no mesmo ano da Declaração dos Direitos Humanos e apenas três anos após o término da Segunda Guerra Mundial, conhecida pelas atrocidades e pelo horror causados em diversos países. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;O mundo necessitava buscar a liberdade e assegurá-la de formas eficazes. Sendo assim, uma liberdade que também deveria ser protegida era a do trabalhador, já que foram anos de exploração daquele que necessita do trabalho para arcar com sua subsistência. Já a Carta Magna brasileira foi promulgada num momento, de certa forma, semelhante, pois o Brasil saía de um longo período ditatorial e clamava por liberdade. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;A seguir serão apresentadas semelhanças e diferenças entre a Convenção 87 da OIT e o art. 8º da CF/88.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;O preâmbulo à Constituição da OIT diz que “o reconhecimento do princípio da liberdade sindical constitui m meio de melhorar as condições de trabalho e de promover a paz”. Tal prerrogativa é prevista no art. 8º, VI da CF/88, cujo preceito é o seguinte: “&lt;a name="8VI"&gt;&lt;/a&gt;é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho”. Objetiva-se, portanto, colocar representantes tanto da classe trabalhadora quanto da patronal no cerne da discussão.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Ao se comparar o art. 2º da Convenção e o caput do art. 8º da Constituição vê-se que ambos os dispositivos pregam uma liberdade sindical e a livre escolha de associação dos trabalhadores e empregados. Entretanto é mister destacar a antinomia existente em alguns dos incisos do referido artigo da Carta Magna.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;O art. 8º, I preconiza que é vedada a intervenção na organização sindical por parte do Poder Público, assim como o art. 3º da Convenção 87 estabelece que a organização dos trabalhadores podem organizar suas administrações, além das autoridades públicas deverem se abster de qualquer intervenção. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Ora, já no art. 8º, II verifica-se uma limitação da organização sindical visto que a Lei Maior preza pela unicidade sindical, vedando a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Como se pode observar, a exigência destoa do art. 3º da Convenção 87 da OIT, uma vez que limita o exercício legal das organizações sindicais. A unicidade sindical também contraria o art. 4º da Convenção. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Já no que tange aos artigos 5º e 6º da Convenção 87 constata-se que eles são olvidados pelo constituinte brasileiro. O art. 5º estabelece que “as organizações de trabalhadores e de entidades patronais têm o direito de constituírem federações e confederações, assim como o de nelas se filiarem; e as organizações, federações ou confederações têm o direito de se filiarem em organizações internacionais de trabalhadores e de entidades patronais”. Todavia, há uma grande interferência e violação a este dispositivo porque o Estado determina um número mínimo para a formação das federações (cinco sindicatos) e para as confederações (três federações).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;No concernente ao art. 7º, a aquisição da personalidade jurídica das organizações de trabalho podem estar, de certa maneira, limitada pelo registro no órgão competente previsto no art. 8º, I da CF: “&lt;a name="8I"&gt;&lt;/a&gt;I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical”.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Outro dispositivo da Convenção da OIT, não observado pela Constituição Brasileira é o art. 8º, visto que a legislação nacional não deveria prejudicar as garantias previstas nesta Constituição. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Como pôde ser analisado, o conceito de soberania ainda está muito arraigado no Brasil e isso se prova através do controle de constitucionalidade exercido pelo STF utilizando-se do Recurso Extraordinário para controlar até mesmo a incidência de normas de cogência internacional. Até o princípio do &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Lex posteriori derogat anteriori&lt;/i&gt; prejudicaria a aplicação da Convenção 87, caso fosse utilizada uma interpretação legal restrita. No entanto, o que deve ser verificado e seguido é um compromisso de países do mundo inteiro a fim de estabelecer uma ordem trabalhista mais justa.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-8884109547940430083?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/8884109547940430083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=8884109547940430083' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8884109547940430083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8884109547940430083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2011/05/analise-da-convencao-87-da-oit-e-do-art.html' title='Análise da Convenção 87 da OIT e do art. 8º da CF/88'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-8168485137329194795</id><published>2010-05-02T22:03:00.007+02:00</published><updated>2010-05-02T22:34:23.063+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Um "Salvador" que lutou pela liberdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.eutsi.org/kea/images/stories/PANTALLAS/salvador%20puig%20antich.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 205px; height: 271px;" src="http://www.eutsi.org/kea/images/stories/PANTALLAS/salvador%20puig%20antich.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Talvez os pais deles nunca imaginassem (ou talvez, sim, já que o pai fora militante da Ação Catalã durante a Segunda República e quase fora executado, se não fosse um indulto) o quão irônico seria o nome com o qual batizariam o filho: Salvador. Talvez o próprio Salvador quisesse fazer jus ao prenome e salvar seu povo de uma ignorância política e de uma passividade; talvez ele quisesse salvar sua nação da falta de liberdade e dar a todos um lar onde se possa, ao menos, dizer o que se pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvador Puig Antich nasceu em Barcelona e foi militante durante o regime franquista. O estudante de Ciências Econômicas, imbuído pelos acontecimentos de maio de 68 e pela situação pela qual passava a Espanha, decidiu lutar por seus ideais. A luta culminou na morte de Salvador, condenado à morte por ter disparado contra um policial enquanto agia em legítima defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas são as críticas feitas ao filme Salvador, inspirado no livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cuenta atrás. La historia de Salvador Puig Antich&lt;/span&gt;. Não conheço a história de Salvador a fundo, no entanto, acompanho a carreira de Daniel Brühl e vejo que o ator dá o &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/S93gAYgUyJI/AAAAAAAAAZg/WsCKd9ZKN4k/s1600/1245102975_salvador200601.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 184px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/S93gAYgUyJI/AAAAAAAAAZg/WsCKd9ZKN4k/s320/1245102975_salvador200601.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466771819880302738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;tom certo ao protagonista. Daniel já se mostrou um excelente ator tanto em filmes sérios – The Edukators - quanto em comédias – Goodbye, Lenin. Não é por coincidência que seus papéis sempre estão ligados a algum evento histórico. É através de seus papéis que Daniel nos mostra um pouco da história européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, apesar de saber que há críticas e que, talvez, tanto o livro quanto o filme não reflitam a realidade, não posso deixar de parabenizar a iniciativa. É através deste filme que tive vontade de saber mais acerca de Salvador Puig Antich e sobre o regime franquista. E ele também pode ser o pontapé inicial para que o mesmo ocorra com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para saber m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/S93hY4HMZSI/AAAAAAAAAZw/AiIAuwusnXo/s1600/salvador2.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 224px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/S93hY4HMZSI/AAAAAAAAAZw/AiIAuwusnXo/s320/salvador2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466773340193318178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filme&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;: Salvador&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;País: &lt;/span&gt;Espanha&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gênero:&lt;/span&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção:&lt;/span&gt; Manuel Huerga&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt; Daniel Brühl, Tristán Ulloa,&lt;br /&gt;Leonardo Sbaraglia, Leonor Watling,&lt;br /&gt;Ingrid Rubio, Olalla Escribano,&lt;br /&gt;Carlota Olcina, Bea Segura, Andrea Ros&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roteiro:&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Lluís Arcarazo,&lt;br /&gt;baseado no livro de&lt;br /&gt;Francesc Escribano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Duração: 134 minutos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-8168485137329194795?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/8168485137329194795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=8168485137329194795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8168485137329194795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8168485137329194795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2010/05/um-salvador-que-lutou-pela-liberdade.html' title='Um &quot;Salvador&quot; que lutou pela liberdade'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/S93gAYgUyJI/AAAAAAAAAZg/WsCKd9ZKN4k/s72-c/1245102975_salvador200601.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-3796887663600067551</id><published>2009-09-06T16:20:00.008+02:00</published><updated>2009-09-12T04:15:52.423+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Makali: a "kalima" do indie pop francês</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SqPI02lxU-I/AAAAAAAAAZE/-zsgJdM7mdc/s1600-h/l_8978fe6e79b832cf852e1a27974ed2fe.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SqPI02lxU-I/AAAAAAAAAZE/-zsgJdM7mdc/s400/l_8978fe6e79b832cf852e1a27974ed2fe.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378363190343193570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como algumas pessoas que me conhecem já sabem – e outras que me conhecem apenas um pouquinho também já sabem disso!!... – interesso-me por tudo relacionado à França, à língua, à literatura francesa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando, por acaso, assisti o filme Um bom ano, pois havia visto que o cenário principal seria Provence. A primeira coisa que faço quando gosto de um filme é procurar a trilha sonora. Resolvi então consultar o meu amigo Google e descobri uma banda incrível, com a dosagem certa de humor, ironia, além de muita musicalidade. Qual é a banda? &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Makali&lt;/span&gt; (anagrama do árabe "kalima", cujo significado é "palavra"). A banda – talvez não por acaso – também é da cidade de Vaucluse, naprovíncia de Goult, na Provença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente tratava-se de um trio, formado 2003 e composto por Armelle Ita (voz e clarinete), Andrea Papi (guitarra e backing vocal) e Barnabé Saïd-Al&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.aoura.com/zmakali/Makali-2bertrand-jacquot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 364px; height: 513px;" src="http://www.aoura.com/zmakali/Makali-2bertrand-jacquot.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;bert (voz e guitarra), filho de Isabelle Adjani. Pouco tempo depois se juntaram a eles: Audrey Saturi (violoncelo), Cleps Puig (baixo e contrabaixo) e Nico Rew (bateria e percussão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, três faixas do grupo foram selecionadas para a trilha sonora de Um bom ano, dentre as quais Il faut du temps au temps. No CD &lt;span style="font-style: italic;"&gt;De la chanson et p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;uis c’est tout&lt;/span&gt; ainda há destaque para as canções&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Mais bon !&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sur les chemins&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;On s’fait du mal&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupos cita como influências  Mathieu Boogaerts, Taj Mahal, Björk, Camille (que também faz parte da trilha sonora de Um bom ano), Third World, Portishead, -M-, , Timbaland &amp;amp; the Beat Club, Missy Elliott, Prince, Zero 7, Sia, G.Brassens, Nick Drake, Leonard Cohen, Tom Waits, Pink Floyd, Sid Barrett, J.Higelin, Mr Gainsbourg, The Doors, Metallica, Jimy Hendrix, Faith No More, Snoop Dogg, Nikka Costa, Jeff Buckley, Pantera, Pauline Crose, Fiona Apple, Outkast, Bob Marley, La Mano Negra, Rage Against The Machine, Fishbone, Busta Rhymes, Miles Davis, Michael Jackson, The White Stripes, Morphine, entre outros. Como se pode ver, pela lista, o som do Makali é influenciado por várias tribos, o que faz da banda francesa uma representante da música pós-moderna e transnacional; algo que já se viu, todavia, que continua sendo diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mais bon...!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Fotos: &lt;span id="ctl00_ctl00_ctl00_cpMain_cpMain_ViewImageControl_ucImageView_lblCaption"&gt;Glen E. Friedman (myspace.com/chezmakali)&lt;/span&gt; e Bertrand Jacquot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SqPK0gYghLI/AAAAAAAAAZM/T3UrIKr7G1E/s1600-h/visuelCD-Light.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 177px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SqPK0gYghLI/AAAAAAAAAZM/T3UrIKr7G1E/s200/visuelCD-Light.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378365383405241522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;Site oficial:&lt;/span&gt; www.chezmakali.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Myspace: &lt;/span&gt;www.myspace.com/chezmakali&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="384" height="313"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G16AUELyYSc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/G16AUELyYSc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="384" height="313"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-3796887663600067551?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/3796887663600067551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=3796887663600067551' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3796887663600067551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3796887663600067551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/09/mais-um-achado-makali.html' title='Makali: a &quot;kalima&quot; do indie pop francês'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SqPI02lxU-I/AAAAAAAAAZE/-zsgJdM7mdc/s72-c/l_8978fe6e79b832cf852e1a27974ed2fe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-6194686139727246692</id><published>2009-06-29T20:34:00.002+02:00</published><updated>2009-06-29T20:38:40.403+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>They don't care about us ou they didn't care about "him"?!</title><content type='html'>&lt;a href="http://w3z.com.br/olodum/novo/files/images/olodum5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 458px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px" alt="" src="http://w3z.com.br/olodum/novo/files/images/olodum5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Quem matou Michael Jackson? Ou a pergunta deveria ser formulada para “O quê matou Michael Jackson”? Desde a morte do Rei do Pop comecei a pensar acerca do que teria contribuído para a morte dele e, confesso, que me senti também responsável por ver aquele homem frágil minguando, dando os últimos sopros de vida. Assim como milhões, bilhões de pessoas em todo o mundo, sou curiosa, já cheguei até a fazer textinhos para aula de alemão “tirando onda” com Michael.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É então que paro e penso... a vida do talentoso menino começou cheia de sofrimento, ter de deixar a infância, ou melhor, de adiá-la – uma vez que tentou resgatar a infância perdida em &lt;em&gt;Neverland&lt;/em&gt; – para satisfazer os caprichos de um pai que queria transformar os filhos em estrelas, talvez por ele próprio não ter conseguido ser uma, em um mundo tão segregado racialmente quanto era o das celebridades estadunidenses há algumas décadas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Da infância perdida para a fama avassaladora, com milhões de discos vendidos e recordes de vendas. A fama proporcionou dinheiro... muito dinheiro, o que também trouxe com isso a inveja, a ganância, a ambição desenfreada de algumas pessoas que tentavam deturpar o jeito do homem-menino, as excentricidades em perversão. Será que o fato de gostar de ser uma criança, de se sentir uma criança o tornaria um pedófilo? Querendo ou não, nós lemos, contribuímos, demos audiências para as pessoas que lucravam com este tipo de notícia...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nasceram as crianças, talvez as pessoas que ele mais amou no mundo e para quem ele tentou proporcionar a infância que não teve, o amor de pai que faltou a ele. E o que ocorre, agora que Michael Jackson fechou os olhos? Boatos de que eles não são seus filhos. Mas, não foi ele que os criou e que deu todo amor? Será que isso o torna menos pai do que o Sr. Jackson que é pai biológico de Michael, porém que o tratou somente como um produto?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Paro e penso novamente... nas letras... &lt;em&gt;We are the world&lt;/em&gt;, tão cantada, tão aclamada, hino contra a fome na África, reavivada no &lt;em&gt;Live 8&lt;/em&gt;. Mas, até nisso, a bondade dele não foi tão notada, não ao ponto do reconhecimento que foi dado a Bono Vox ou a Bob Geldof. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Até quando queria fazer o bem, Michael Jackson era polêmico e destorcido... A música They &lt;em&gt;don’t care about us&lt;/em&gt; foi acusada de anti-semita por conta de uma hermenêutica que visa apenas destruir, encontrar o mal e não enxergar o bem, a propagação da palavra, do sentido da letra, das imagens das favelas e da pobreza do Brasil. Ao dizer que “eles não ligam para a gente”, vejo que apenas nesta frase, poderíamos ver o descaso, descaso dos governantes para com os governados, de políticos corruptos, de uma mídia de abutres, de intelectuais gananciosos, de pessoas egoístas... A letra ainda diz: &lt;em&gt;“Diga-me o que aconteceu com meus direitos/ Eu sou invisível? Porque você me ignora/ Sua proclamação me prometeu liberdade / Estou cansado de ser vítima da vergonha / Eles estão acabando com minha reputação/ Não acredito que essa é a terra de onde vim/ Você sabe que eu na verdade odeio falar isso/ O governo não quer enxergar.”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Tento dizer a mim mesma que lutarei para ser uma das que ligam, entretanto carrego o peso de fazer parte desta sociedade capitalista selvagem e, por conseguinte, tenho parcela da culpa, pois, algumas vezes viro a cara para as injustiças sociais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas, voltando a Michael Jackson... Lembro-me do alvoroço que houve quando ele veio ao Brasil gravar um clipe no Rio e em Salvador. Creio que eu deveria ter 11 ou 12 anos, entretanto, recordo-me muito bem da passagem dele aqui. Reflito mais uma vez e acredito que quando ele cantou &lt;em&gt;They don’t care about us&lt;/em&gt;, estava referindo-se também a ele, o qual muitas vezes foi deixando de segundo plano, teve sua dignidade como pessoa humana escanteada... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-6194686139727246692?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/6194686139727246692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=6194686139727246692' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6194686139727246692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6194686139727246692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/06/they-dont-care-about-us-ou-they-didnt.html' title='They don&apos;t care about us ou they didn&apos;t care about &quot;him&quot;?!'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-1251059968074197623</id><published>2009-06-28T04:53:00.004+02:00</published><updated>2009-06-28T05:07:45.292+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Renan Luce: o principezinho do Pop francês</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mairie-brest.fr/jeudis-port/2007/images/renan%20luce.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 400px; height: 400px;" alt="" src="http://www.mairie-brest.fr/jeudis-port/2007/images/renan%20luce.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Romantismo (com um leve tom sarcástico), voz rouca, rosto de menino. Essa é uma combinação que pode dar certo no mundo da música e é o que aconteceu com o jovem cantor francês Renan Luce. O rapaz, aos 28 anos, já ganhou inúmeros prêmios, dentre eles o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Victoires de la Musique 2008&lt;/span&gt; nas categorias álbum “revelação” do ano e cantor revelação. E isso é apenas o começo, uma vez que ele só lançou um álbum até agora – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Repenti&lt;/span&gt;, em 2006. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Repenti&lt;/span&gt; foi disco de platina em 2007 na França (em 2008 havia vendido 550 mil cópias) e disco de ouro na Bélgica. Em tempos de crise na indústria fonográfica, os números alcançados pelo francês são bastante consideráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As canções de Renan Luce têm letras fáceis, as quais, após escutar algumas vezes, possivelmente você irá sair cantarolando; elas falam de aspectos do cotidiano, coisas simples, mas, sobretudo de histórias de amor. Nos clipes, geralmente possuem um aspecto vintage, proporcionando, ao mesmo tempo, um cenário nostálgico e bem-humorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clipe do hit &lt;span style="font-style: italic;"&gt;La lettre&lt;/span&gt; é uma síntese da imagem de bom moço que Renan Luce quer passar. Nele, um rapaz recebe, por engano, uma carta de uma moça desesperada por ter sido deixada pelo namorado. Ao ler o local onde a garota estaria, Renan parte imediatamente ao encontro dela para impedi-la de fazer uma besteira. Ao vê-la descobre que ela está grávida e resolve, então, acolhê-la e assumir a criança. “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas eu que sou um rapaz que gosta bem desse tipo de joguinhos, vou bater em Newton, pois eu me apaixonei; (...)Mas eu que sou um rapaz que gosta bem desse tipo de joguinhos, quero que ele me chama de papai, caso ele queira.&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 12 de outubro, Renan Luce vai lançar um novo álbum, intitulado Le Clan des Miros. O novo single do cantor – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;La fille de la bande&lt;/span&gt; – pode ser escutado no site oficial do cantor. E, para as garotas que, ao ler este artigo começaram a sonhar com o principezinho da música Pop francesa, uma má notícia: o rapaz é comprometido e, tudo indica, que casará este ano com a escritora francesa Lolita Séchan, filha do famoso cantor francês Renaud, com o qual Renan já dividiu o palco para cantar Je me suis fait tout petit de Georges Brassens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Site oficial&lt;/span&gt;: http://renanluce.artistes.universalmusic.fr/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-1251059968074197623?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/1251059968074197623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=1251059968074197623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1251059968074197623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1251059968074197623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/06/romantismo-com-um-leve-tom-sarcastico.html' title='Renan Luce: o principezinho do Pop francês'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-4587635904332689055</id><published>2009-05-02T00:34:00.002+02:00</published><updated>2009-05-02T00:37:14.226+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Regard vers l'ailleurs</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="" lang="FR"&gt;Regarder vers l’ailleurs... “Regarder”, garder d’une autre fois. Regarder vers l’ailleurs peut signifier faire attention à une autre culture, à un autre peuple, pourtant cela peut aussi signifier regarder notre propre culture avec un regard différent. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="" lang="FR"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;L’homme n’est pas toujours le même. Il change, ses pensées et, par conséquence, la manière de voir l’autre, de vivre avec quelqu’un. Cette vision change pourvu que les expériences (les bonnes et les mauvaises) vécues ont des influences fondamentales dans leurs vies. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="" lang="FR"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;On peut regarder vers l’ailleurs d’une façon honnête quand on a la volonté d’ouvrir l’esprit à l’autre, d’essayer de comprendre l’être humain comment il est, malgré les différences culturelles, des générations, des status sociaux. Les différences doivent être des estimulants pour qu’on puisse établir des relations. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="" lang="FR"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;« Regarder vers l’ailleurs » peut être une excellente chose dès le moment qu’on voit qu’on peut apprendre avec l’autre, que nous ne sommes pas les maîtres de la vérité. Mais l’envers est aussi possible. Quand on a des conceptions formées avant connaître l’autre, le regard vers l’ailleurs, vers l’autre sera plein de méchancité et de préjugé. Ce regard a, par conséquence, la discrimination, les différences sociales et... parfois, à l’extrême, la guerre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="" lang="FR"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Il faudrait commencer, d’abord, toujours par la différence qui existe entre « regarder » et « voir ». Vivement qu’on commence à regarder plus qu’à voir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-4587635904332689055?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/4587635904332689055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=4587635904332689055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/4587635904332689055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/4587635904332689055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/05/regard-vers-lailleurs.html' title='Regard vers l&apos;ailleurs'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-3025269935214562674</id><published>2009-04-12T21:11:00.008+02:00</published><updated>2009-06-15T23:38:45.995+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Um livro sobre o amor à leitura</title><content type='html'>Aula de francês em Perpigan (sul da França), lá estava este projeto de escritora, na sala, sentada durante o intervalo. Chega um senhor – aparentava ter uns 40 e poucos anos – de cabelos grandes, lisos e aloirados. “O que você está lendo?”, perguntou-me. Mostrei &lt;span style="font-style: italic;"&gt;La Curée&lt;/span&gt; de Émile Zola e ele com um sorriso (uma das características mais marcantes dele) perguntou o motivo. Falamos um pouco da obra, do meu curso de francês no Brasil. Na segunda, terceira vez que veio conversar comigo eu estava sem saber o que falar. Explico: além da minha típica timidez, o Monsieur era meu professor de francês, o qual falava a língua perfeitamente (óbvio!), de uma maneira tão sonora e tão bela que parecia o canto de uma sereia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que, como um ato de defesa, para ter o que falar e não ficar tomada pelo silêncio, pedi-lhe algumas dicas de leitura. Ele perguntou que gênero eu gostaria de ler e respondi que “queria uma leitura moderna”. Monsieur G. então me questionou o que era moderno para mim. “Da década de 60 até hoje”, falei. Ele disse que me recomendaria três autores franceses que não eram “comerciais” apenas, que “sobreviveram” devido à boa literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa no site da Fnac. Ohlala... quantos livros!! “Monsieur G, será que o senhor poderia ser mais específico e me recomendar um livro de cada autor?” Ele passou a mão pelos cabelos esvoaçantes, refletiu e escreveu no meu caderninho três nomes: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Le chercheur d’or&lt;/span&gt; (Le Clézio), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vendredi ou les limbes du Pacifique&lt;/span&gt; (Michel Tournier) e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comme um roman&lt;/span&gt; (Daniel Pennac).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia de aula, dia de receber o diploma, encontro Monsieur G. na sala em companhia de Monsieur H. “Professor, olha aqui o que achei”, falei toda empolgada. Monsieur F. olhou para mim, de um sorrisinho malicioso e comentou: “Ótimas escolhas! Três estilos completamente diferentes.” Monsieur G. olhou o colega e respondeu todo orgulhoso: “São minhas recomendações.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou, voltei ao Brasil e me pus a ler outras coisas, deixando de lado o que Monsieur G. me havia recomendado. A saudade dos amigos que fiz em Perpignan, a vontade de voltar à França, o amor pela literatura francesa aguçado pelos meus professores de francês no Brasil... tudo isso me fez procurar, no meu modesto acervo, as recomendações pelo Monsieur G..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que, na época, eu não tinha pensado nos motivos daquelas indicações. Hoje descobri dois: Le Clézio cursou o PhD na Universidade de Perpignan; Daniel Pennac faz uma verdadeira declaração de amor à leitura no livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comme um roman&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse é o objetivo deste texto: versar (ou pelo menos tentar) sobre Comme um roman. Trata-se de um livro prazeroso de se ler que possui quatro capítulos: I – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Naissance de l’alchimiste&lt;/span&gt;; II – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Il faut lire (le dogme)&lt;/span&gt;; III –&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Donner à lire&lt;/span&gt;; IV –&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Le qu’en lira-t-on (ou les droits imprescriptibles du lecteur)&lt;/span&gt;. Os subcapítulos são curtos; alguns com apenas uma citação. A lingu&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.guim.co.uk/Guardian/books/gallery/2008/sep/30/1/Pennac_0816-625.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 300px; height: 450px;" src="http://static.guim.co.uk/Guardian/books/gallery/2008/sep/30/1/Pennac_0816-625.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;agem é acessível e tem-se a impressão de que o escritor dialoga a todo o momento com o leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é sobre o processo de aprendizagem da leitura e da escrita; o amor pelos livros; os motivos que impedem alguém de gostar de ler. Tudo escrito de uma maneira leve, divertida, com uma pitada de ironia que somente aguça a vontade de devorar essa obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Pennac começa contando a história de um casal que tem um filho adolescente que não quer ler. Os pais se questionam sobre o que deu errado. Nem o casal nem o garoto tem nome, sendo assim, as personagens poderiam ser qualquer um: na França ou no Brasil. A segunda parte do livro se passa na escola e mostra o que faz um professor (o narrador) para fazer os alunos se interessarem pela leitura. Diz Pennac que “ler se aprenda na escola. Amar ler...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, às vezes, é possível achar um professor que desperte o amor dos alunos pela leitura, “sua própria vivacidade, graças ao esforço que se transforma em prazer”. É preciso expor o amor pela leitura para que ela seja benquista pelos pupilos. “Uma leitura bem escolhida salva de tudo, inclusive de si mesmo. E, acima de tudo, lemos contra a morte”, escreve o autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a leitura é feita de maneira prazerosa sentimos vontade de dividir o que lemos com os outros, com os entes queridos. Queremos compartilhar o que preferimos com “nossos preferidos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura termina sendo um paradoxo, pois Pennac fala tanto do silêncio quanto da leitura como forma de comunicação. Quanto ao primeiro aspecto comenta Daniel Pennac: “O prazer do livro lido, nós o guardamos frequentemente no segredo por causa do nosso ciúme. Seja porque não vemos aí algo para discutir, seja porque, antes de puder dizer uma palavra, deve-se deixar o tempo fazer o silencioso trabalho da destilação. Esse silêncio garante a nossa intimidade. O livro é lido, mas nós ainda estamos lá. A única evocação a ele abre um refúgio no nosso refúgio. Ele nos preserva do Grande Exterior. Ele nos oferece um observatório plantado em paisagens contingentes. Nós lemos e ficamos calados. Nós ficamos calados &lt;span style="font-style: italic;"&gt;porque&lt;/span&gt; nós tínhamos lido.” A leitura, entretanto, não é apenas o silêncio. Ela é uma estratégia de comunicação quando, num salão (ou numa sala de aula?! Qualquer semelhança talvez não seja mera coincidência) não se tem o que dizer ao outro. “Se a leitura não é um ato de comunicação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;imediata&lt;/span&gt;, ela é,&lt;span style="font-style: italic;"&gt; finalmente&lt;/span&gt;, objeto de comunhão. Mas uma comunhão distinta e selvagemente seletiva.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que impediria a todos de serem ávidos leitores, então? Às vezes, tem-se medo de ler porque há, embutido, um medo de não compreender. Pennac diz que esquecemos que um romance deve ser lido como um romance, o qual, primeiramente conta uma história. Para saciar nossa forma de ficção ficamos em frente à tela (não importa se é a telinha ou a telona)... passivos. Mas isso funciona apenas como algo que forra o estômago, sem saciar realmente a fome. “Nós nos sentimos tão sós quanto antes.” Enquanto lemos, ocorre o contrário; o autor dialoga conosco, conta a história somente para nós; há uma cumplicidade. O prazer do romance é essa descoberta de intimidade entre autor e leitor. Uma vez que nos reconciliamos com a leitura, que o texto perdeu o aspecto de “enigma paralisante”, o esforço que se faz para extrair o sentido dele se torna um prazer e “o prazer de compreender me mergulha quase na embriaguez da ardente solidão do esforço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro impedimento à leitura é o tempo para leitura, visto como “uma ameaça à eternidade”. Começamos a nos perguntar o que iremos sacrificar para dedicar algumas horas, alguns minutos à leitura. Pennac responde: “Quando nos perguntamos sobre o tempo para ler é porque o desejo de fazê-lo não existe. Pois, se olharmos isso de perto, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nin&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;guém jamais tem tempo de le&lt;/span&gt;r. A vida é um entrave perpétuo à leitura. O tempo de ler é sempre um tempo roubado (assim como o tempo de escrever ou, finalmente, o tempo de amar). Roubado de quê? Digamos que do dever de viver.” E ele continua: “O tempo de ler, como o tempo de amar, dilata o tempo de viver.” Ele diz que essa discussão não é para saber se há tempo para ler ou não, mas se me ofereço a alegria de ser um leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um assunto também abordado em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comme um roman&lt;/span&gt; é o relacionamento do livro (matéria em si) com o leitor. Como nos tornamos possessivos e ciumentos com nossos livros. Mas esse é o preço da intimidade. É por isso que, na maioria das vezes, temos dificuldade de devolver um livro que tomamos emprestado. “Não é exatamente um roubo (não, não, não somos ladrões, não...), digamos que é um deslizamento de propriedade, ou melhor, uma transferência de substância: se o que estava sob o olho do outro se torna meu enquanto meu olho o devora; e, se eu amei o que eu li, eu provo alguma dificuldade de ‘devolvê-lo’.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro não deixa de ser um “produto da sociedade hiperconsumista. Visto por este ângulo, o livro não é mais nem menos que um objeto de consumação, e é também tão efêmero quanto esse objeto: imediatamente passa à pilha; se ele ‘não funciona’, morre mais rápido sem ter sido lido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ler o livro fiquei temerosa em escrever sobre ele já que Pennac fala que nós que amamos ler e queremos propagar o amor à leitura, certas vezes, nos “preferimos” mais como hermeneutas. A palavra do livro dá lugar a nossa. Geralmente não deixamos a inteligência do livro falar pela nossa boca e a remetemos a nossa própria inteligência ao falar do texto. “Nós não somos os emissários do livro, mas os guardiões semeadores de um templo no qual expomos as maravilhas com as nossas palavras que fecham as portas. ´Tem que ler! Tem que ler!’”. É como se ao dizermos “tem que ler” acabássemos a descoberta pelo prazer da leitura. Nosso papel é apenas despertá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, não poderia deixar de dividir com vocês o amor que sinto pela leitura e a delícia de ler esse livro. Não poderia, conforme pensamento do autor, deixar de falar de um dos meus (livros) preferidos para os meus preferidos (meus queridos leitores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá estou, então, terminando este artigo, e, volto a pensar naquele senhor alto, de cabeleira loira e vasta, sorriso nos lábios. Lembro-me, por conseguinte, de uma passagem de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comme um roman&lt;/span&gt;: “Quando alguém que nos é caro nos dá um livro é ele quem procuramos, primeiramente, nas linhas, seus gostos, as razões que o impulsionaram a nos meter esse livro nas mãos, os sinais de fraternidade. Depois, o texto nos absorve e nós esquecemos aquilo onde mergulhamos; é o poder de uma obra.” Recordo-me de Monsieur G., pergunto-me se voltarei a vê-lo, penso em como gostaria de agradecê-lo por ter me apresentado a uma parcela – pequena, no entanto, que não deixa de ser importantíssima – da leitura francesa, por ter estimulado minha curiosidade por ela. Todas as vezes nas quais eu olhar ou folhear &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comme um roman&lt;/span&gt;, lembrarei de Monsieur G., pois “os anos passam e acontece que a evocação do texto nos remete a uma lembrança do outro. Alguns títulos se transformam novamente em rostos”. E Comme um roman se transformara em um rosto alvo, emoldurado por longos e lisos cabelos loiros.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para saber mais&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SeJF3vPqhkI/AAAAAAAAAYM/ALopxEdStMY/s1600-h/188523.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: left; cursor: pointer; width: 130px; height: 180px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SeJF3vPqhkI/AAAAAAAAAYM/ALopxEdStMY/s320/188523.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323894533382637122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Livro: Comme un roman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;&lt;b&gt;: &lt;/b&gt;Daniel Pennac&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Editora: &lt;/b&gt;Folio France&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ISBN: &lt;/b&gt;8576290847&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Número de páginas: &lt;/b&gt;208&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SeJFlDmb3qI/AAAAAAAAAYE/NZIr7oQTprI/s1600-h/5075730.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 108px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SeJFlDmb3qI/AAAAAAAAAYE/NZIr7oQTprI/s320/5075730.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323894212429340322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Livro: Como um r&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;omance&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;Daniel Pennac&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tradutor: &lt;/span&gt;Leny Werneck&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Editora: &lt;/b&gt;Rocco&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ISBN: &lt;/b&gt;8525417971&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Número de páginas: &lt;/b&gt;152&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-3025269935214562674?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/3025269935214562674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=3025269935214562674' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3025269935214562674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3025269935214562674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/04/um-livro-sobre-o-amor-leitura.html' title='Um livro sobre o amor à leitura'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SeJF3vPqhkI/AAAAAAAAAYM/ALopxEdStMY/s72-c/188523.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-6037588265759511903</id><published>2009-04-01T22:27:00.019+02:00</published><updated>2009-04-02T18:08:15.017+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='documentário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Joy Division, New Order e "the New Order"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPUeeWl5PI/AAAAAAAAAW8/5gLbOnzfEJU/s1600-h/joy-division-in-1979.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 215px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPUeeWl5PI/AAAAAAAAAW8/5gLbOnzfEJU/s320/joy-division-in-1979.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319829204863673586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Você, leitor, já pensou que a música é um reflexo da sociedade e da cultura de um determinado local, de um determinada época? Acredito que sim. E, o quê pensar ao escutar uma música do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joy Division&lt;/span&gt;? E do New Order? Inúmeras poderiam ser as teorias sobre o grupo de Manchester, liderado por Ian Curtis, que se suicidou aos 24 anos; e sobre o grupo composto pelos remanescentes do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joy Division&lt;/span&gt;, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New Order&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A editora Landy publicou o livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joy Division/Ne&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;w Order: Nada é mera coincidência&lt;/span&gt;&lt;span&gt; escrito por Helena Uehara&lt;/span&gt;. O livro mostra as diversas interpretações, as variadas formas de “sentir” e de “ver” dos fãs dos dois grupos musicais. Ela também analisa as letras das músicas, comparando-as com os contextos políticos, sociais e culturais vigentes na época na qual foram escritas. Ao dizer que “nada é mera coincidência”, a autora tenta mostrar que os movimentos culturais – e também os de contraculturas, vistos um pouco “à margem” da sociedade – são um reflexo do que ocorre no mundo em determinado período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se Warsaw era uma banda punk, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joy Divison&lt;/span&gt; é pós-punk. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New O&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;rder&lt;/span&gt; é eletropop. Como uma banda, com as mesmas raízes, pode mudar tanto? Partir para propostas aparentemente tão distantes e díspares? Nada é mera coincidência. Cada uma &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPVhPHSGWI/AAAAAAAAAXM/3oMzhKqePFA/s1600-h/jd16okt1979IanCurtis.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 289px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPVhPHSGWI/AAAAAAAAAXM/3oMzhKqePFA/s320/jd16okt1979IanCurtis.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319830351824165218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;das bandas é reflexo do seu tempo, do contexto histórico em que se insere. Os acontecimentos históricos de final da década de 70 e início de 80 retratam um período de profundas mudanças. O Joy Division e, posteriormente, o New Order são antenas sensíveis que captam essas mudanças, que vivem as suas conseqüências sociais e econômicas. Ian Curtis é a voz que canta a angústia das incertezas da transição de uma era à outra. O fim da era Pós-Industrial e o início da era da Globalização e a da Informação, da Internet.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme escreveu Helena Uehara, a Inglaterra passava por dificuldades no final da década de 70. “Tempos difíceis na terra que um dia foi berço da Revolução Industrial. Decadência, desesperança, desemprego. Sentimentos de revolta, raiva e ódio contra o sistema vigente no final da década de 70:conservador e capitalista. Não havia oportunidades reais ou um futuro promissor para os jovens, sobretudo da classe operária.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1978, a rainha Elizabeth celebrava os 25 anos de seu reinado. Mas o Reino Unido, na verdade, começava a ser comandado pela “Dama de Ferro” – Margareth Tatcher. “Não é por acaso que tanto Iggy Pop como Ian Curtis e os demais integrantes do Joy Division são produtos originários de duas cidades industriais do final do século XX: Ann Arbor/ Detroit, nos Estados Unidos e Mcclesfield, cidade vizinha a Manchester, na Inglaterra. Representantes legítimos da escória do mundo capitalista.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual seria a mensagem, a filosofia do movimento punk? A escritora diz que “uma das mensagens subliminares punks era: não se deixem guiar nem julguem os outros pelas aparências. Abaixo o consumismo e a ditadura da moda. Usem as roupas até rasgarem, furarem. Reinventem, reciclem. O lixo não é lixo. Nós não somos lixos!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, ela aponta para uma controvérsia, para a mudança provocada pelo movimento capitalista e, por conseguinte, pelo consumismo exacerbado, tão em voga na sociedade atual. “No entanto, décadas após o surgimento do movimento punk, o sistema absorveu tudo que fosse interessante, vendável e lucrativo. Contraditória e ironicamente, o que mais existe hoje são bandas punk de butique, modelos de alta-costura em estilo sadomaso com pitada punk, jeans tratados e rasgados artificialmente que custam uma fortuna. E as pessoas, sobretudo as de alto poder aquisitivo, vestem-se assim porque está na moda, porque é legal ser diferente, chamar atenção aparentando rebeldia. Alienadas e distantes...de tudo o que foi um dia o punk.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As transformações ocorreram... quanto ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joy &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Division&lt;/span&gt;, a principal foi a morte de Ian Curtis. Porém, a morte, que deu um término ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Joy Division&lt;/span&gt;, também deu surgimento... ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New Order&lt;/span&gt;. Segundo o que consta no livro, os integrantes remanescentes do Joy&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPWm0i8wwI/AAAAAAAAAXc/AcSUf9oxkw4/s1600-h/new+order.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 318px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPWm0i8wwI/AAAAAAAAAXc/AcSUf9oxkw4/s320/new+order.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319831547283292930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Division – e formadores do New Order – evitam falar no assunto e dar entrevistas. Por essa razão, há uma pergunta ainda sem resposta... (a primeira de várias) qual seria a origem do nome da banda? “Há muitas interpretações em relação ao significado do nome New Order: 1- seria uma referência à 'nova ordem mundial' que o Hitler pretendia implantar durante o nazismo. Esta versão é a mais difundida pela imprensa, pelas revistas especializadas e constantemente reproduzida na internet; 2- o termo 'nova ordem mundial' estaria dentro do contexto da globalização dos anos 80 que trouxe um reordenação do mundo capitalista; 3- os integrantes queriam simplesmente desvincular-se do passado (Joy Division) e começar tudo de novo (New Order), baseado numa nova proposta e filosofia musical, estabelecendo uma nova ordem para o grupo; 4- homenagem ou referência ao conjunto norte-americano New Order formado por ex-integrantes do Stooges, do Iggy Pop; 5- influência da filosofia punk, fundamentada no anarquismo, que prega radical desorganização e destruição de estilos e procedimentos tradicionais para posterior reorganização ou construção do novo, para (re)estabelecimento de uma nova ordem.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro trabalho, a banda teve problemas, porém, em 1983, veio o sucesso com o single &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Blue Monday&lt;/span&gt;, cuja vendagem foi de três milhões de cópias. Em entrevista ao jornal britânico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Guardian&lt;/span&gt;, o grupo disse que havia retirado a batida de uma música de Donna Summer e os samples de Radioactivity, do Kraftwerk. O conjunto alemão tinha forte influência sobre a banda. Não é por acaso que, no álbum &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Power Corruption and Lies&lt;/span&gt;, existe uma versão da melodia do Kraftwerk: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Your Silent Face&lt;/span&gt;, também chamada de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;KW1&lt;/span&gt;, nítida alusão aos músicos alemães. Quem mostrou o Kraftwerk – mais especificamente o trabalho &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Trans Europe: Express&lt;/span&gt; - aos integrantes do New Order foi Ian Curtis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, o New Order foi se mostrando um &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPW6WZ2NMI/AAAAAAAAAXk/1Hb7kbthrEI/s1600-h/new_order_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 222px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPW6WZ2NMI/AAAAAAAAAXk/1Hb7kbthrEI/s320/new_order_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319831882789434562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;influenciador dos ouvintes e dos gostos musicais de milhares de pessoas. O grupo foi se tornando um marco não do cenário indie, punk (do qual Joy Division sempre fará parte), mas do âmbito pop, eletrônico, como se a música fosse um espelho dessa Matrix onde vivemos, desse mundo cibernético. “O foco do New Order não são mais as músicas que emergem do inconsciente, que ‘tocam a alma’, como nos tempos do Joy Division, mas sim aquelas que falam de coisas cotidianas e que ‘tocam o corpo’ nas pistas de dança no mundo inteiro”, escreve Helena Uehara.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;Para saber mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPXMn8ktgI/AAAAAAAAAXs/bY4RlcHtRzY/s1600-h/1787527.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 118px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPXMn8ktgI/AAAAAAAAAXs/bY4RlcHtRzY/s320/1787527.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319832196736136706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Livro: Joy Division/New Order: Nada é mera coincidência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;Helena Uehara&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Coleção Novos Caminhos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Editora: &lt;/b&gt;Landy&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ISBN: &lt;/b&gt;8576290847&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Número de páginas: &lt;/b&gt;144&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPXcXKgXKI/AAAAAAAAAX0/6sVYb3m0z10/s1600-h/CONTROL--movie.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 175px; height: 244px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPXcXKgXKI/AAAAAAAAAX0/6sVYb3m0z10/s320/CONTROL--movie.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319832467109076130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Filme: Control&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;País: &lt;/span&gt;Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gênero:&lt;/span&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção:&lt;/span&gt; Anton Corbjn&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt; Sam Riley, Samantha Morton,&lt;br /&gt;Alexandra Maria Lara,&lt;br /&gt;Joe Anderson, Toby Kebbell&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roteiro: &lt;/span&gt; Matt Greenhalgh&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração: &lt;/span&gt;122 minutos&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Site oficial:&lt;/span&gt; http://www.controlthemovie.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xUz6y6ANIgE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/xUz6y6ANIgE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-6037588265759511903?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/6037588265759511903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=6037588265759511903' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6037588265759511903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6037588265759511903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/04/joy-division-new-order-e-new-order.html' title='Joy Division, New Order e &quot;the New Order&quot;'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SdPUeeWl5PI/AAAAAAAAAW8/5gLbOnzfEJU/s72-c/joy-division-in-1979.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-368138730091310906</id><published>2009-02-25T01:47:00.005+02:00</published><updated>2009-02-25T02:09:01.209+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Federico Aubele: um "achado" na música latina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.showclix.com/event_pictures/Federico-Aubele.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px; height: 355px;" src="http://www.showclix.com/event_pictures/Federico-Aubele.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Federico Aubele foi uma surpresa nas minhas “cutucadas” pela net. Qual não foi a minha surpresa ao descobrir um músico da estirpe deste argentino. Aos 35 anos, esse portenho que estudou música na França (emigrou para Berlim em 2001... isso mesmo... o ano da tal crise na Argentina!), já lançou dois discos. O primeiro chama-se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gran Hotel Buenos Aires&lt;/span&gt; (2003), o segundo é intitulado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Panamericana&lt;/span&gt; (2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aubele mescla jazz, tango, bolero, a guitarra flamenca, música eletrônica... tudo vira uma mistura que dá um excelente resultado que pode ser conferida nos trabalhos dele. No primeiro trabalho, a presença dos beats eletrônicos é forte, algo que poderia ser comparado ao conterrâneo Bajofondo e também com grande influência da dupla Thievery Comporation (não por acaso... foram os dois DJs estadunidenses que produziram o primeiro CD de Aubele) e do mestre Astor Piazzolla. Os vocais sensuais ficam por conta de sua amiga Sumaia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo trabalho, mais experiente, o músico apresenta uma identidade mais firme. Pode-se escutar mais a voz de Aubele – que até então preferia ficar apenas no violão – assim como as canções estão mais “latinas”. O produto final é impecável... Sensualidade, suavidade... Algo que pode fazer o ouvinte fechar os olhos e sonhar que está em um café, na capital portenha, durante a primavera. Em entrevista à revista Rolling Stone da Argentina (20/10/2008), o músico disse que quando fez &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gran Hotel Buenos Aires&lt;/span&gt; sentia falta de Buenos Aires sem se dar conta, mas que com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Panamericana&lt;/span&gt; a saudade era consciente. “A nostalgia te faz ver coisas de outro ângulo”, comentou. Comentário mais “tanguero” não há!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federico Aubele é uma prova de que conservar a cultura nem sempre é ir contra o mercado. “Em determinados contextos, se você conserva a sua cultura, se torna mais interessante. Quando eu gravava as demos, pensava em incluir algum tema em inglês, porém os produtores me disseram que não, que temas em inglês havia de sobra. O mais exótico era que fosse tudo em espanhol”, comentou à Rolling Stone. Os fãs da boa música agradecem! E para os brasileiros que escutam as músicas de Aubele, saibam que há um “dedinho” brazuca no meio. Uma das cantoras que o argentino escutava enquanto estava em Berlim era Bebel Gilberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/aubele"&gt;Myspace de Federico Aubele&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sO_n4KUpbRM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sO_n4KUpbRM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-368138730091310906?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/368138730091310906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=368138730091310906' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/368138730091310906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/368138730091310906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/02/federico-aubele-um-achado-na-musica.html' title='Federico Aubele: um &quot;achado&quot; na música latina'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-8912115601841059580</id><published>2009-02-23T05:25:00.007+02:00</published><updated>2009-02-24T04:21:52.098+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pernambuco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações internacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'>2009: l'Année de la France au Brésil!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://contraintes.inria.fr/%7Ederansar/PagesBresil/logoFauBc.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 582px; height: 133px;" src="http://contraintes.inria.fr/%7Ederansar/PagesBresil/logoFauBc.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2009 é o ano da França no Brasil.  A celebração se deve ao sucesso que o Ano do Brasil na França (Brésil, Brésils) obteve. A partir de então, os dois presentes decidiram estreitar os laços em todos os domínios. Por isso, vários eventos culturais, educacionais serão realizados tanto no Brasil quanto na França. Quem quiser conferir a programação clique &lt;a href="http://www.culturesfrance.com/medias/userfiles/projetslab123CM.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Fique atento para o que acontecerá na sua cidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2009 c'est l'année de la France au Brésil. La célebration est une conséquence du succès de l'Année du Brésil en France (Brésil, Brésils). Alors, les deux présidents ont décidé d'aprocher les deux pays dans tous les domaines. C'est pour cela que, plusieurs événements culturels seront réalisés au Brésil et aussi en France. Qui veut voir la programation cliquez &lt;a href="http://www.culturesfrance.com/medias/userfiles/projetslab123CM.pdf"&gt;ici&lt;/a&gt;. Attention à ce qui aura lieu dans votre ville!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-8912115601841059580?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/8912115601841059580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=8912115601841059580' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8912115601841059580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8912115601841059580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/02/2009-lannee-de-la-france-au-bresil.html' title='2009: l&apos;Année de la France au Brésil!'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-6958471091608564328</id><published>2009-02-09T05:26:00.001+02:00</published><updated>2009-02-09T05:33:03.774+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/E-94BARHx0c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/E-94BARHx0c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SDIl3RvHvwo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SDIl3RvHvwo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-6958471091608564328?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/6958471091608564328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=6958471091608564328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6958471091608564328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6958471091608564328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-5502170618576645987</id><published>2009-02-09T04:02:00.002+02:00</published><updated>2009-02-09T04:11:30.467+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações internacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>Só podia ser Mafalda!...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm2.static.flickr.com/1087/540770014_8135a29aff_o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 426px; height: 378px;" src="http://farm2.static.flickr.com/1087/540770014_8135a29aff_o.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/enem_02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 350px; height: 416px;" src="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/enem_02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.photobucket.com/albums/v725/Rezendes/gatos/mafald01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 500px; height: 599px;" src="http://img.photobucket.com/albums/v725/Rezendes/gatos/mafald01.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao02/images/mafalda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao02/images/mafalda.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img135.imageshack.us/img135/3884/mafalda2gu7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 286px; height: 289px;" src="http://img135.imageshack.us/img135/3884/mafalda2gu7.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SY-O563p4TI/AAAAAAAAAWU/vEIAq1xCjDE/s1600-h/mafalda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SY-O563p4TI/AAAAAAAAAWU/vEIAq1xCjDE/s320/mafalda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300612412144738610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-5502170618576645987?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/5502170618576645987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=5502170618576645987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5502170618576645987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5502170618576645987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/02/so-podia-ser-mafalda.html' title='Só podia ser Mafalda!...'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SY-O563p4TI/AAAAAAAAAWU/vEIAq1xCjDE/s72-c/mafalda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-891633098459725569</id><published>2009-02-04T19:05:00.007+02:00</published><updated>2009-02-04T19:17:15.488+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Mi Buenos Aires querido</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnLL-FToMI/AAAAAAAAAU0/bHzqr53_m2Y/s1600-h/DSC02623.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnLL-FToMI/AAAAAAAAAU0/bHzqr53_m2Y/s320/DSC02623.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298989843082354882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Buenos Aires… cuando se escucha el nombre de esa ciudad es como si algo fuera encantado (¿por qué no decir que aparezcan sentimientos de admiración y curiosidad también?). Buenos Aires es una mezcla de sentimientos. Ella te despierta el amor y el odio; alegría y tristeza. Así es Buenos Aires: una contradicción. Y eso la hace un lugar único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ella es aquella mujer seductora de quién te enamorás; ella te seduce y después te abandona. Justamente como las mujeres tangueras. Pero ella no es solamente la ciudad que fue el panorama de los tangos y de los cuentos de Borges. Buenos Aires es tambien la ciudad de los cafés desparramados por casi todas las esquinas; es la ciudad de las señoras que pasean con sus perros y de la nueva generación… un poco “emo” y “flogger”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires es la elegante ciudad de los afortunados que viven en Palermo (¡y cuántos Palermos! Hay Palermo Soho, Hollywood, Viejo), en Recoleta u en Pu&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnLnI8gmWI/AAAAAAAAAU8/G75ehw_YKxs/s1600-h/DSC02637.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnLnI8gmWI/AAAAAAAAAU8/G75ehw_YKxs/s320/DSC02637.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298990309854714210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;erto Madero. También es la ciudad del barrio “La Boca”, fundado por los inmigrantes y que hoy es un punto turístico obligatorio por contener el famoso “Caminito” y por ser donde está ubicado el estadio del equipo de fútbol Boca Juniors. Ella es aún la ciudad de los “conventillos” que aparecieron en la década de 90 cuando los inmigrantes (la mayoría compuesta por peruanos y bolivianos) fueron a Argentina en busca de una (supuesta) mejor calidad de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero lo que tal vez Buenos Aires tenga de más encantador (y al mismo tiempo aterrador) son los argentinos. Ellos tanto pueden ser muy simpáticos, las personas más gentiles del mundo como, todavía, los más estupidos (¡boludos!). En el transito, ellos se transforman. Entonces, es en ese momento, que escuchás (¡y aprendés!) muchas “malas palabras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mucho cuidado cuando vaya a cruzar la calle. Si ellos tuvieran la oportunidad, van a atropellarte. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnMqXsbZfI/AAAAAAAAAVM/MY1LzLWaaas/s1600-h/DSC02837.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnMqXsbZfI/AAAAAAAAAVM/MY1LzLWaaas/s320/DSC02837.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298991464865031666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pese que la nueva ley de transito esté en vigor desde 1 de enero de 2009. Ellos no respetan los peatones. Ellos son tan individualistas al punto de no importales si vos estás en el medio de la calle mientras el semáforo se volvió verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero, si tenés dudas, si preguntás si debés hablar con un argentino… ¡hacelo! La peor cosa que puede ocurrirte es que ellos no sean muy cordiales, mas, con el tiempo, vas a acostumbrarte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal vez (tal vez no, seguramente) Buenos Aires sea eso calderón de diferencias a causa de la inmigración que empezó en el final del siglo XIX. Italianos, rusos, alemanes, judíos, españoles… todos cruzaron el océano y vinieron para América del Sur buscando una vida mejor. Y esa mezcla de cultura, de orígenes resuelta en rasgos y en el acento de los argentinos.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnNA5pJOzI/AAAAAAAAAVU/4oV2Umf5WA8/s1600-h/DSC02836.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnNA5pJOzI/AAAAAAAAAVU/4oV2Umf5WA8/s320/DSC02836.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298991851935185714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;En Buenos Aires, hacia donde vinieron los inmigrantes con el objetivo de poblar la desplobada ciudad del siglo XIX. Podemos ver morochos de ojos oscuros o rubios de ojos muy claros. Pero, cuando habla, percibimos al acento porteño similar al de los italianos, más específicamente al acento de los napolitanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y es de esa mezcla de italiano con español que nació el “lunfardo”, algo como el “verlan” en Francia. El lunfardo era el lenguaje de los “astutos” que vivían en los cabarets, de los que escribían y bailaban tango. “El mayor producto de exportación del país” – el tango – se volvió famoso después de haber sido aceptado en Francia. Hoy las cosas cambiaron. El tango ahora es electrónico. Las personas no lo escuchan tanto. Ahora los hits son la “cumbia” y el “reggaeton”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buen&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnNXwCAikI/AAAAAAAAAVc/20wMsd77xRA/s1600-h/DSC02839.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnNXwCAikI/AAAAAAAAAVc/20wMsd77xRA/s320/DSC02839.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298992244492110402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;os Aires ya no más es aquella ciudad de clase media donde se vivía tranquilamente. En ciertos barrios es preciso tener cuidado al caminar por la noche. Las personas están más cautelosas para no ser robadas; el tránsito es caotico y hay mierda de los perritos por la acera. Ahora los argentinos tienen que compartir el espacio con las “villas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por más que extrañes tu país, cuando dejás Buenos Aires vas a sentir el corazon apretado. Llorá, llorá por la Argentina, pues ella lo merece. Ella no puede llorar por vos, pero vos podés y debés llorar por ella. Si ella hablara, ella te diría: “¡Llores por mi, la Argentina!”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-891633098459725569?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/891633098459725569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=891633098459725569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/891633098459725569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/891633098459725569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/02/mi-buenos-aires-querido.html' title='Mi Buenos Aires querido'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnLL-FToMI/AAAAAAAAAU0/bHzqr53_m2Y/s72-c/DSC02623.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-2044014726648987849</id><published>2009-02-04T18:54:00.008+02:00</published><updated>2009-02-04T19:08:53.824+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Pode chorar por Buenos Aires...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnJQLasXdI/AAAAAAAAAUM/rR6EpUQYXDM/s1600-h/DSC02660.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnJQLasXdI/AAAAAAAAAUM/rR6EpUQYXDM/s320/DSC02660.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298987716357938642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Buenos Aires... ao ouvir o nome dessa cidade parece que uma aura de encantamento (e por que não dizer de curiosidade e de admiração também?) surge. Buenos Aires é uma mescla de sentimentos. Ela te desperta amor e ódio, alegria e tristeza. Buenos Aires é assim: um contraste. E é isso que a torna um lugar impar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é aquela mulher sedutora que te apaixona, te seduz e depois te abandona. Justamente como as mulheres “tangueras”. Ela não é apenas a cidade que serviu de cenário para os diversos tangos e para os contos de Borges. Buenos Aires também é a cidade dos cafés espalhados por quase todas as esquinas, das senhoras que passeiam (ah... como eles adoram os “perritos”!) e da nova geração um tanto emo e flogger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires é a cidade elegante dos ricos que vivem em Palermo (e quantos Palermos! Tem Palermo Soho, Hollywood, Viejo...), na Recoleta e em Puerto Madero. Também é aquela cidade do bairro do Boca, fundado por imigrantes e que hoje é ponto turístico obrigatório por ter ruas como “Caminito” e ser onde está o Boca Juniors. Ela é ainda a cidade dos “conventillos” (para nós, algo como “cortiços”) que surgiram na década de 90 com a vinda de imigrantes peruanos e bolivianos que partiram em busca de emprego e fugindo da fome e da pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnJlTcAp4I/AAAAAAAAAUU/XY0HVLKdHn8/s1600-h/DSC02770.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnJlTcAp4I/AAAAAAAAAUU/XY0HVLKdHn8/s320/DSC02770.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298988079288199042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas o que talvez Buenos Aires tenha de mais encantador (e ao mesmo tempo assustador) seja os argentinos. Eles tanto podem ser as pessoas mais gentis do mundo, como serem as mais estúpidas. E como são passionais! No trânsito, eles se transformam. É aí que você se escuta (e aprende!) uma série de palavrões. Cuidado ao atravessar as ruas. Se eles tiverem uma oportunidade, atropelam você! (brincadeira!) Apesar da nova lei de trânsito, a qual entrou em vigor em 1º de janeiro deste ano e que, como no Brasil, tira pontos dos motoristas, os argentinos não respeitam os pedestres. Eles são tão individualistas ao ponto de não dar a mínima para o caso de o sinal ter aberto “mientras” você estava atravessando a rua. Na dúvida, fale com um argentino. O máximo que pode te acontecer é levar um fora, mas, como tempo, você se acostuma. Além disso, eles são muitíssimo prestativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez (talvez não, com certeza) Buenos Aires seja esse fervor, esse caldeirão de diferenças devido à imigração que iniciou no final do século XIX. Italianos, russos, alemães, judeus, espanhóis... todos atravessavam o oceano e vinham para a América do Sul em bu&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnKQQH2ALI/AAAAAAAAAUk/jSy9bHJRW9Y/s1600-h/Imagem043.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnKQQH2ALI/AAAAAAAAAUk/jSy9bHJRW9Y/s320/Imagem043.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298988817132683442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sca de uma vida melhor. E essa mistura de culturas, de origens se reflete no rosto e no sotaque dos argentinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Buenos Aires, para onde foram os imigrantes com o intuito de povoar a até então  despovoada cidade, pode-se encontrar morenos de olhos escuros e loiríssimos de olhos azuis. Ao falar, o portenho deixa escapar, naturalmente, um sotaque similar ao do italiano; para ser mais específica, ao do napolitano. Pesquisas já comprovaram que o sotaque portenho e o napolitano são idênticos, ou seja, muitos argentinos são “quase” italianos falando espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é dessa mistura do italiano com o espanhol que nasceu o “lunfardo”, algo como o “verlan” francês. O lunfardo era a “língua” falada pelos malandros que viviam nos caberets, escreviam e dançavam tangos. O maior produto de exportação do país – o tango – ficou famoso depois de ter sido aceito na França e é utilizado como referência cultural na Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnKm8gpUzI/AAAAAAAAAUs/oIMnIg1piB8/s1600-h/Imagem040.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 226px; height: 302px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnKm8gpUzI/AAAAAAAAAUs/oIMnIg1piB8/s320/Imagem040.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298989207004992306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas hoje as coisas mudaram. O tango agora é eletrônico. As pessoas não o escutam tanto. Agora os hits são a “cumbia” (ritmo parecido com a salsa que se assemelha um pouco ao “brega” no Brasil) e o reggaeton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires já não é aquela cidade e uma classe média que vivia bem e tranqüila. Em certos bairros é preciso tomar muito cuidado ao andar à noite. As pessoas são sempre cautelosas para não serem roubadas, o trânsito é caótico e o côco dos “perritos” estão espalhados pelas calçadas. Agora eles têm que conviver com as “villas” (as “favelas” argentinas) e com as pessoas que não tiveram oportunidade de ter uma vida melhor e utilizam as vias ilegais para obterem algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que você sinta falta do Brasil, ao deixar Buenos Aires você sentirá um aperto no coração. Chore, chore pela Argentina, pois ela merece. Ela não pode chorar por você, já você pode e deve chorar por ela!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-2044014726648987849?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/2044014726648987849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=2044014726648987849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2044014726648987849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2044014726648987849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/02/pode-chorar-por-buenos-aires.html' title='Pode chorar por Buenos Aires...'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SYnJQLasXdI/AAAAAAAAAUM/rR6EpUQYXDM/s72-c/DSC02660.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-5863179777676306233</id><published>2009-01-24T17:00:00.003+02:00</published><updated>2009-01-24T17:19:34.092+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>James Blunt: uma grande surpresa</title><content type='html'>&lt;a href="http://hotmusicbeat.com/wp-content/uploads/2007/09/james-blunt-photo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 186px; CURSOR: hand; HEIGHT: 236px" alt="" src="http://hotmusicbeat.com/wp-content/uploads/2007/09/james-blunt-photo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Confesso que só conhecia algumas músicas de James Blunt por causa da novela e do Eurochannel. Quando eu fui a Europa, em 2005, todos os canais de música passavam o clipe de "You re beautiful" eu pensava: "Nossa...! Que cantor tao lindo...!" Mas nada mais do que isso. Achava a voz bonitinha e ponto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Mas depois de assistir a performance de James Blunt em Buenos Aires, agora eu mudaria a frase a intonacao da frase para: "Nossa...! Que cantor! E ainda é tao lindo!" Ele é um showman, sabe conduzir o público, nao deixa a platéia parada, prende a atencao daqueles que estao presentes. E a voz? Muito melhor do que pelo CD. Eu nunca tinha visto um cantor conseguir cantar melhor ao vivo do que a gravacao do CD. Fiquei chocada... mas choque de surpresa. E agora, me tornei fa de James Blunt. Simplesmente incrível! E a pontualidade? Britanica!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;P.S. - Desculpem a falta de cedilhas e til, mas nao consigo achá-las nos teclados argentinos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-5863179777676306233?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/5863179777676306233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=5863179777676306233' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5863179777676306233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5863179777676306233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2009/01/james-blunt-uma-grande-surpresa.html' title='James Blunt: uma grande surpresa'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-961480986814146893</id><published>2008-12-17T23:03:00.004+02:00</published><updated>2010-05-02T22:35:19.639+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>"Die Helden" do Pop-rock alemão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.schule.de/englisch/algerien/ulricianum/bilder/wir_sind_Helden.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://www.schule.de/englisch/algerien/ulricianum/bilder/wir_sind_Helden.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pop-rock feito com bom humor, um leve tom sarcástico, algumas letras um pouco melosas, outras um tanto debochadas... O nome da banda? Com todas essas descrições, provavelmente, vocês tenham um palpite sobre a nacionalidade dela? Quem pensou “alemã”, acertou! “Wir sind Helden” (dá para perceber o tom irônico deles até pelo nome, não?) é um quarteto formado por: Judith Holofernes, Pola Roy, Jean-Michel Tourette e Mark Travassol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda é bastante engajada com a arte; não por acaso. A cantora – Judith Holofernes – estudou na Universidade de Arte de Berlim, inclusive a assinatura da vocalista faz alusão a um tema bem corriqueiro da História da Arte. Holofernes era um dos generais de Nabucodonosor II. Foi Judite, cuja história está no livro homônimo no Antigo Testamento, que o decapitou. A Judith de Wir sind Helden, na verdade, chama-se Judith Holfelder von den Tann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wir sind Helden também está muito ligada à Escola de Hamburgo, a qual surgiu como uma resposta ao rock cantado em inglês na década de 80. Esse movimento voltou a estar em voga ao reunir grupos alemães classificados como “indie” e que se formaram na década de 90, tendo-se como exemplos Blumfeld, Tomten e Die Sterne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro disco – Die Reklamation (2003)– tem como principais sucessos Die Zeit heilt alle Wunder, Denkmal e Aurélie. Nesta última canção mencionada, o grupo conta a história de uma francesa chamada Aurélie que vai a Alemanha em busca d&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.sindtundbuenning.de/wp-content/uploads/2008/04/wir_sind_helden_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 347px; height: 347px;" src="http://www.sindtundbuenning.de/wp-content/uploads/2008/04/wir_sind_helden_1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e um grande amor, porém acredita que ninguém gosta dela, pois não entende “os alemães flertam sutilmente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o segundo trabalho – Von hier an Blind (2005) – tem músicas que lembra um pouco o feito na década de 60. O CD chegou a alcançar o primeiro lugar no Top 100 alemão. Um hit que não sairá da sua cabeça, caso resolva escutar os garotos, é Nur ein Wort. As músicas também fazem uma leve crítica ao show business. Von hier na Blind é o nome de uma das canções que foi gravada também em japonês (Sa itte miyou).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum mais recente se chama Soundso e foi lançado em 2007. Nesse trabalho, a banda possui um ritmo mais frenético, músicas mais aceleradas. Destaque para Soundso (com uma versão francesa: T’es comme ça), Für nichts garantieren, Soundso e Kaputt.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-961480986814146893?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/961480986814146893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=961480986814146893' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/961480986814146893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/961480986814146893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/12/die-helden-do-pop-rock-alemo.html' title='&quot;Die Helden&quot; do Pop-rock alemão'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-7555314776438263011</id><published>2008-12-02T18:17:00.001+02:00</published><updated>2008-12-02T18:21:22.846+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Ajude Santa Catarina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ajudesantacatarina.com.br"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 71px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/STVgRtjmc6I/AAAAAAAAAT4/ghBBi_0QDzI/s320/selo_ajude_santa_catarina.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275228395937362850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-7555314776438263011?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/7555314776438263011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=7555314776438263011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7555314776438263011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7555314776438263011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/12/ajude-santa-catarina.html' title='Ajude Santa Catarina'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/STVgRtjmc6I/AAAAAAAAAT4/ghBBi_0QDzI/s72-c/selo_ajude_santa_catarina.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-2746372188675527200</id><published>2008-11-16T16:45:00.003+02:00</published><updated>2008-11-16T17:10:59.828+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><title type='text'>Ich liebe dieses Leben...</title><content type='html'>A vida tem sempre altos e baixos, mas quem não a ama? Pode ser clichê, porém quando uma vida se inicia todos comemoram: os pais, os amigos, toda a família se reúne; quando ela termina, novamente todos se juntam, só que dessa vez é para chorar por quem "partiu".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso estar com mania de querer compreender tudo, de ver filosofia nos mínimos detalhes... Mas acho esse clipe da banda alemã Juli filosofia pura. Até os que não entendem nem um "ja" podem observá-lo e ver se não é isso mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cantora se joga do prédio, todavia, alguns minutos depois, já caída, com as pessoas ao redor dela, arrepende-se e volta no tempo. Ao fazer esse retorno, ela começa a ver as pequenas coisas da vida que são as que dão sentido ao verbo viver... As crianças, os namorados, um casal de idosos dançando, a família reunida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, as frase que me chamas mais atenção são: "Was soll das sein? Wo soll ich hin?&lt;br /&gt;Wo sind meine großen Helden hin?" (O que isso deve ser? Para onde eu devo ir? Para onde foram meus grandes heróis?) É aí que eu vejo que talvez não seja mais jovem, pois careço de grandes heróis (digo, grandes exemplos na política, pensadores que me dessem uma vontade enorme de estudar) e, como dizia Anatole France, "O que a juventude tem de melhor é a capacidade de admirar sem compreender". Já não consigo admirar o que não compreendo. E salve a filosofia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H5MJw5iDzJA&amp;amp;hl=de&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/H5MJw5iDzJA&amp;amp;hl=de&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-2746372188675527200?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/2746372188675527200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=2746372188675527200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2746372188675527200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2746372188675527200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/11/ich-liebe-dieses-leben.html' title='Ich liebe dieses Leben...'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-8738130731462482756</id><published>2008-10-26T05:16:00.002+02:00</published><updated>2008-10-26T05:22:06.117+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yYNgBzqNSg8&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yYNgBzqNSg8&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" 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href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8738130731462482756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8738130731462482756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/10/blog-post_26.html' title=''/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-408403669143493448</id><published>2008-10-26T05:02:00.007+02:00</published><updated>2008-10-26T05:23:16.774+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.unodc.org/images/brazil/campanha_corr2007/LogoCorrupcao2007.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 585px; height: 292px;" src="http://www.unodc.org/images/brazil/campanha_corr2007/LogoCorrupcao2007.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.unodc.org/images/about-unodc/9-december/corr07_logo_E.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 505px; height: 251px;" src="http://www.unodc.org/images/about-unodc/9-december/corr07_logo_E.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.unodc.org/images/about-unodc/9-december/corr07_logo_S.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 538px; height: 269px;" src="http://www.unodc.org/images/about-unodc/9-december/corr07_logo_S.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.unodc.org/images/about-unodc/9-december/corr07_logo_F.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 528px; height: 230px;" src="http://www.unodc.org/images/about-unodc/9-december/corr07_logo_F.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-408403669143493448?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/408403669143493448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=408403669143493448' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/408403669143493448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/408403669143493448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-3705289688426113513</id><published>2008-10-24T22:58:00.002+02:00</published><updated>2008-10-24T23:08:51.749+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações internacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>L'Union fait la force!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/umdia/images/1-Alvora_1_jpg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 360px; height: 270px;" src="http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/umdia/images/1-Alvora_1_jpg.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;1789. Ano da Revolução Francesa, correto? Sim!! Mas também é o ano que dá início a uma revolução a qual quase ninguém dá importância, a de um país que é esquecido pela maioria da população mundial: o Haiti. A Revolução Francesa, com o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, alimentou o espírito revolucionário em diversos países, inclusive no Brasil. No entanto, uma pequena ilha caribenha teve mais sucesso do que outras colônias que almejavam a independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do Haiti é repleta de revoltas e de luta pela liberdade. Foi lá que Cristóvão Colombo desembarcou em 1492 ao descobrir a América. A Ilha foi batizada como Hispaniola. Cerca de 100 anos depois, no final do século XVI, a população indígena – aruaques – já estava quase que completamente dizimada. E, foi nessa mesma época, que a Espanha cedeu parte do território da ilha à França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo francês era ter colônias de povoamento na América visando um bom posicionamento militar, o qual pudesse favorecer um ataque às colônias da metrópole mais rica da época: a Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, as Antilhas foram se apresentando como uma grande fonte de renda. “As condições climáticas das Antilhas permitiam a produção de um certo número de artigos – como o algodão, o anil, o café e principalmente o fumo – com promissoras perspectivas nos mercados da Europa”, diz Celso Furtado no livro Formação Econômica do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a expulsão dos holandeses do Brasil, as Antilhas se mostraram um local apropriado para o cultivo da cana-de-açúcar. Então, o perfil do morador das Antilhas foi mudando. Precisava-se de mão-de-obra escrava. As colônias de povoamento com objetivos militares deram lugar a colônias de exploração, sendo o principal intuito o econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1789, o Haiti era a colônia francesa mais próspera. Nessa época, chamava-se Saint Domingue e era o maior produtor e exportador de açúcar do mundo. Saint Domingue era responsável por 40% do açúcar mundial, 50% do café consumido no continente europeu, além de 35% do comércio internacional da França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, a França passava por transformações drásticas. O mundo olhava para os franceses e tentava imitá-los. Não foi diferente com as colônias francesas. Após a Revolução Francesa, tão liberalista e clamando por direitos, Saint Domingue espera ter sua independência proclamada, o que não aconteceu. A decepção dos mulatos e dos negros alforriados ensejou uma revolução em 1791, cujo principal líder foi Toussaint L’Overture. Desde então, até 1803, Saint Domingue foi invadida pela Espanha, Grã-Bretanha e até por Napoleão, o qual queria restabelecer o regime escravista. Mas nem mesmo ele foi capaz de reconquistar a ilha; o fracasso foi tão imenso que ele perdeu 40 mil dos seus melhores soldados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1801, Toussaint conquista Santo Domingo (colônia espanhola) e unifica o país. Havia uma grande baixa populacional: cerca de 75% dos brancos e 40% dos mulatos tinham sido mortos ou haviam emigrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1º de janeiro de 1804, Jacques Dessalines proclama a independência de Saint Domingue e se intitula imperador. Foi a partir daí que o país passou a se chamar Ayti, que, para os ameríndios da tribo Taïnos, significa “a terra das altas montanhas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a saída dos europeus - e com eles a tecnologia – o H&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/povo/images/5_jpg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 436px; height: 327px;" src="http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/povo/images/5_jpg.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;aiti passou a viver de uma economia de subsistência e a empobrecer. Da metade do século XIX até o início do século XX, 14 dos 20 governantes haitianos foram mortos ou depostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos, com a desculpa de que estavam protegendo interesses estadunidenses no local, ocupou o país de 1915 a 1934. alguns anos depois, em 1957, François Devalier (o Papa Doc) instaurou a ditadura, perseguiu a Igreja Católica e exterminou todos aqueles que mostrassem contra dele. Em 1971, ele faleceu e quem o substituiu foi o filho Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc. Mas Jean-Claude não agüentou a pressão popular, decretou estado de sítio, fugiu para a França e deixou em seu lugar o general Henri Namphy. Depois de ter sido governada por mais dois generais realizaram-se eleições presidenciais em 1990, da qual o vencedor foi Jean-Bertrand Aristide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que Aristide foi deposto, apenas um ano depois, por um golpe liderado pelo General Raul Cedras. O grande número de imigrantes haitianos nos Estados Unidos, fez com que os norte-americanos pressionassem o governo haitiano para a volta de Aristide ao poder. Em setembro de 1994, Aristide voltou ao poder, no entanto, o país estava mergulhado no caos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acusou-se Aristide de fraudar as eleições parlamentares e presidenciais, em 2000. Três anos depois, a oposição pedia a renúncia dele. A falta de acordo entre o governo e a oposição alimentou diversos conflitos civis mergulhando o Haiti em uma catástrofe sem tamanho. Aristide se exilou na África do Sul e o presidente da Suprema Corte – Bonifácio Alexandre – assumiu o governo interinamente e pediu a intervenção da Organização das Nações Unidas (ONU).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Segurança, então, aprovou o envio de tropas ao Haiti, a chamada Força Multinacional Interina (MIF). Em 2004, também foi criada a Minustah – Mission dês Nations Unies pour la stabilisation en Haiti – cujo comandante designado foi o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira (do Exército brasileiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/escolas/images/33_jpg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: left; cursor: pointer; width: 434px; height: 326px;" src="http://www.exercito.gov.br/03ativid/missaopaz/minustah/imagens/escolas/images/33_jpg.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A partir de então, o Exército do Brasil passou a enviar tropas para o Haiti com o objetivo de contribuir para a segurança no país. O contingente é revezado a cada seis meses e o treinamento, feito pelo Centro de Instrução de Operações de Paz (Ciop Paz) é meticuloso para preparar centenas de soldados para a missão de auxiliar na reconstrução haitiana. São realizadas diversas ações, entre as quais as sociais. A permanência da tropa brasileira é aprovada por 78% da população do Haiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras nações - como a Argentina, o Sri Lanka e a Jordânia - fazem parte da Minustah colocando em prática a divisa haitina: L’Union fait la force (a União faz a força).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-3705289688426113513?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/3705289688426113513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=3705289688426113513' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3705289688426113513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3705289688426113513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/10/lunion-fait-la-force.html' title='L&apos;Union fait la force!'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-7839910414617781912</id><published>2008-10-15T20:01:00.005+02:00</published><updated>2009-06-16T01:46:26.344+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>Transgredir para não transgredir</title><content type='html'>Gestos, gritos, confrontos, correria, pulos... você pensa em que ao ler esses substantivos? Uma briga, um assalto, talvez? Quem sabe até uma guerra? Não, não... esqueça... leia novamente: “Gestos, gritos, confrontos, correria, pulos...”. Pensou em algo mais? Se você disse festa, acertou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se espante, mas, segundo o sociólogo francês Roger Caillois, tanto a guerra quanto a festa tem as mesmas características: transgressão de regras, extinção do proibido, liberação de uma energia destrutiva. Só que, essa energia tem como finalidade reforçar as estruturas sociais existentes. Como?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa é uma válvula de escape. Em festas como o Carnaval, por exemplo, as pessoas saem do cotidiano e se permitem transcender o que são, fazer o que quiserem sem pensar muito nas conseqüências; afinal, na festa (quase) tudo é permitido. A contradição está no fato de que toda essa impulsividade em eventos festivos ocorre porque se tem a certeza de que quando a festa acabar, voltar-se-á para a mesma rotina, a qual pode ser monótona, porém é segura; ao contrário da festa cujo império é o da imprevisibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se perceber também que, as festas são mais intensas nos países onde há maior número de leis, uma forte regulamentação, como no caso do Brasil, onde só entre 1988 e 2006 foram criadas 3.709 leis apenas no âmbito federal. Aproveita-se a festa como se ela fosse a última da vida, como se “aquele dia” fosse o último na Terra. Então, burlar o proibido, transgredir as regras torna-se excitante.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SPYwUb94glI/AAAAAAAAATQ/L_8mRI6g5LM/s1600-h/caillois1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SPYwUb94glI/AAAAAAAAATQ/L_8mRI6g5LM/s320/caillois1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257442742664462930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Roger Caillois, no livro L’Homme et le Sacré, “a vida regular, ocupada com os trabalhos cotidianos, pacifica, enquadrada em um sistema de interdições, cheio de precauções, cuja máxima é quieta non movere mantém a ordem do mundo, opondo-se à efervescência da festa. Esta, se considerarmos os aspectos extrínsecos, apresenta características idênticas em qualquer nível de civilização. Ela implica um grande massa de pessoas agitadas e barulhentas. Esse comportamento massivo favorece, eminentemente, o nascimento e a exaltação que se transforma em gritos e gestos e que incita a abandonar-se sem controle aos impulsos mais impensados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa é antagônica, ela existe para que a paz e a ordem continuem, para que as pessoas tenham momentos de “insanidade”, porém, ela poderia ser considerada como algo intrínseco e necessário à sociedade. É uma liberdade, porém sem deixar de ser controlada. Um abandonar-se para voltar aos enquadramentos sociais assim que a festa acabar. Algo como se fosse um transe, um lapso temporal no qual se pode escolher uma personagem que se quer representar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Compreende-se que a festa é um paradoxo entre a vida social e que rompe violentamente os problemas sobre a existência cotidiana. Ela aparece ao individuo como um outro mundo onde ele se mantém e se transforma por forças que o ultrapassam. Sua atividade rotineira, de colheita, caça, pesca ou de criação não fazem que ocupar seu tempo e atender as suas necessidades imediatas. Ele, com certeza, as faz com atenção, paciência e habilidade, porém, mais profundamente, ele vive uma lembrança de uma festa e na espera de uma outra, pois a festa é para ele, para a sua memória e para seu desejo, o tempo das emoções intensas e da metamorfose do seu ser”, analisa Roger Caillois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-7839910414617781912?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/7839910414617781912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=7839910414617781912' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7839910414617781912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7839910414617781912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/10/gestos-gritos-confrontos-correria-pulos.html' title='Transgredir para não transgredir'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SPYwUb94glI/AAAAAAAAATQ/L_8mRI6g5LM/s72-c/caillois1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-8045777023202794233</id><published>2008-08-29T22:02:00.007+02:00</published><updated>2008-08-29T22:15:34.178+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Dicas de viagem: Sul da França</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhW6PD4EaI/AAAAAAAAAMc/3_1Pzpm8VF4/s1600-h/DSC02181.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhW6PD4EaI/AAAAAAAAAMc/3_1Pzpm8VF4/s320/DSC02181.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240033724920762786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A região de Languedoc-Roussillon fica ao Sul da França, já na divisa com a Espanha. O local ganha ares especiais e recebe bastante turistas durante o verão europeu. E, se você acha que já está acostumado cm o calor brasileiro, poderá se surpreender ao ver os termômetros marcando mais de 35ºC. Apesar do calor, o clima, na maior parte das cidades, é seco; por isso, não esqueça do hidratante ou sentirá na pele os efeitos do clima mediterrâneo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Uma das grandes surpresas (e, na minha opinião, uma das cidades mais belas da França) é Nîmes, localizada no departamento de Gard. É lá que se pode visitar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Les Arènes&lt;/span&gt;, o “coliseu” francês. Trata-se do anfiteatro, construído durante o Império Romano por volta do século primeiro , mais bem conservado do mundo! Para quem gosta de touradas, é também lá que acontecem as “corridas”, como chamam os franceses. Os grandes shows de Nîmes, como o de Radiohead em junho, ocorrem nesse monumento colossal. Em frente às Arenas há uma estatua em homenagem a um famoso toureiro – Nino II - que se suicidou depois de ter ficado paralítico por conta de um acidente numa tourada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhXHKbmHuI/AAAAAAAAAMk/gMGmpb5A7Tk/s1600-h/DSC02171.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhXHKbmHuI/AAAAAAAAAMk/gMGmpb5A7Tk/s320/DSC02171.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240033947016371938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Mas a riqueza cultural nimosiana não pára. Como os romanos descobriram que havia água no local, estabeleceram-se na cidade e construíram aquedutos, além de deixarem sua marca em toda a arquitetura. A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Maison Carrée&lt;/span&gt; é uma delas. O lugar era utilizado pelos romanos para se dirigirem aos deuses e fazer-lhes perguntas. O visitante pode assistir, dentro da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Maison Carrée&lt;/span&gt; um filme em 3D explicando o significado do lugar e um pouco da história de Nîmes, sempre associada à água e aos gladiadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tour Magne&lt;/span&gt; é outro ponto turístico que merece ser visitado. O templo de Diana não está totalmente intacto, porém a vista é magnífica, sem falar no jardim ser uma ótima opção para piqueniques no verão. Falando em jardim... foi em Nîmes, e não em Paris, que se fundou o primeiro jardim público da França. E, quebrando-se um mito, foi em Nîmes que o jeans (o tecido) foi criado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Perto de Nîmes encontra-se a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pont du Gard&lt;/span&gt;, aqueduto feito pelos romanos para aproveitar a água. Ele é imenso e repleto de turistas de todas as nacionalidades que lá vão para fazer piqueniques, bronzear-se e banhar-se nos rios. Tanto na rive&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhXagsIgVI/AAAAAAAAAMs/YGEYCpnd0tQ/s1600-h/DSC02215.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhXagsIgVI/AAAAAAAAAMs/YGEYCpnd0tQ/s320/DSC02215.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240034279408828754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; gauche quanto na rive droite há opções de lazer, exposições, museus, restaurantes, entre outras formas de entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Languedoc-Roussillon tem variedades para todos os gostos. Quem quiser ir para uma feirinha e encontrar tudo – desde roupa egípcia até vinhos – é só ir à pequena Uzès, conhecida por ter sido residência dos nobres franceses e onde ainda vivem pessoas de classe alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos falar em praias, um assunto que interessa grande parte dos brasileiros e 100% dos europeus durante o verão.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Saintes-Maries-de-la Mer&lt;/span&gt; é uma comuna do departamento de Provence-Alpes-Côte d’Azur, que fica no departamento de Bouches-du-Rhône. Nessa comuna há uma “miniatura” de praia e diversas embarcações que fazem passeios com turistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ao sul, localiza-se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Collioure&lt;/span&gt;, um vilarejo de Languedoc Roussillon do departamento dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pyrinées Orientales&lt;/span&gt; (Pirineus orientais). A praia é cheia de pedras, o que fornece ao viajante uma bela imagem do pôr-do-sol. Depois de banhar-se no Mar Mediterrâneo, o viajante pode optar por um jantar em um dos infinitos restaurantes do local. Tem cozinha italiana, creperia... oh lala!! Ah... e os vinhos! Os produzidos em Collioure são considerados um dos melhores da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos mais ao sul? Então, tá... chegaremaos à &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Perpignan&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Perpinyà&lt;/span&gt;, em catalão. Assim como Collioure, Perpignan faz parte da Catalunha, sendo a maior cidade da conhecida “Catalunha do Norte” (a que fica no território francês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo de médio porte, Perpignan é uma cidade cheia de universitários e de sofisticação. Há lugares nos quais é um pouco perigoso andar&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhX6C0H5cI/AAAAAAAAAM0/nx8RCGhcoe0/s1600-h/DSC02315.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhX6C0H5cI/AAAAAAAAAM0/nx8RCGhcoe0/s320/DSC02315.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240034821145093570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;, por se tratar de uma região fronteiriça, da maior cidade antes da Espanha, mas nada que aterrorize. Em junho a cidade é cenário do Les &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Estivales&lt;/span&gt;, festival no qual se apresentam grandes bandas internacionais e locais, sem contar nas inúmeras apresentações de teatro. E, quem gosta de música, não pode perder as &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jeudi de Perpignan&lt;/span&gt;, que consiste em diversos espetáculos musicais, os quais começam a partir das 17h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ávidos por compras também vão achar Perpignan um paraíso, pois existem inúmeras lojas nas cidades, desde as mais populares às mais sofisticadas. E os amantes de história não poderão deixar de visitar o castelo dos reis de Maiorca. Já os aventureiros podem escalar o monte Canigou, sagrado para a cultura catalã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma “furada” é a gare de Perpignan. Salvador Dali disse que ela era o centro do mundo, mas quem vai lá deve pensar geralmente a mesma coisa: que ele estava fora de si quando disse isso! Quem for sair de Paris em direção à Perpignan de trem tem que se ligar que são cinco horas de viagem, já que, apesar do trem ser chamado de TGV, a velocidade do mesmo ainda é a de um trem normal. No entanto, uma nova estação vai ser construída para se possa instalar linhas especiais para o TGV (trens de grande velocidade). Uma linha ligará Perpignan à Barcelona e, o trajeto que se faz em pouco mais de duas horas de carro, poderá ser feito em torno de 30 minutos. Quem quiser economizar um pouco pode pegar o IDTGV, cuja reserva e impressão dos bilhetes são feitas online. Só não perca o trem ou o seu dinheiro não será reembolsado... Essa é uma das desvantagens em comparação ao tradicional TGV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhYnqLHdQI/AAAAAAAAAM8/pLKTjR2J9pM/s1600-h/DSC02219.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 291px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhYnqLHdQI/AAAAAAAAAM8/pLKTjR2J9pM/s320/DSC02219.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240035604804629762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, fazendo um parêntese no capítulo Languedoc-Roussillon, não deixe de visitar Avignon. A cidade é incrível! Foi a única, fora o Vaticano que serviu de residência para os papas. E, em junho e julho, ela ainda fica mais charmosa graças aos Festivais In e Off. O primeiro é mais sofisticado e caro, enquanto o segundo é mais alternativo e possui centenas de peças de teatro. Cinemas, escolas, galpões, ruas... tudo vira teatro em Avignon. Os inúmeros cartazes, espalhados pela rua, dão um toque especial, como se transformassem caos visual em cenário de uma bela paisagem em Avignon, em uma obra de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alors, bon voyage!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-8045777023202794233?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/8045777023202794233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=8045777023202794233' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8045777023202794233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8045777023202794233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/08/dicas-de-viagem-sul-da-frana.html' title='Dicas de viagem: Sul da França'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_m1mhkqmP8Jk/SLhW6PD4EaI/AAAAAAAAAMc/3_1Pzpm8VF4/s72-c/DSC02181.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-3898024853734190298</id><published>2008-08-16T17:43:00.002+02:00</published><updated>2008-08-16T17:48:41.139+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><title type='text'>Radiohead e a China</title><content type='html'>Num momento em que os olhos estão voltados para a Ásia e as Olimpíadas de Pequim, no qual todos só pensam na vitória, na união... acho conveniente dar uma olhadinha no clipe feito por Radiohead - All I need. Não precisaria de comentário algum, as imagens falam por si; dois mundos completamente distintos, mas tão interligados. É bom pensarmos na "economia" que fazemos quando vemos a etiqueta "Made in China". Fica aí o clipe, pois acredito que Tom Yorke aborda o assunto muito melhor do que eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cdrCalO5BDs&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cdrCalO5BDs&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-3898024853734190298?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/3898024853734190298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=3898024853734190298' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3898024853734190298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3898024853734190298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/08/radiohead-e-china.html' title='Radiohead e a China'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-1425727857668499314</id><published>2008-06-19T18:37:00.002+02:00</published><updated>2008-06-19T18:41:49.626+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>O sucesso de Pushing Daisies</title><content type='html'>&lt;a href="http://a6.vox.com/6a00c2251e583c8e1d00f48d0dba9e0001-500pi"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://a6.vox.com/6a00c2251e583c8e1d00f48d0dba9e0001-500pi" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Quem é fã de Amélie Poulain provavelmente ficará viciado na série estadunidense Pushing Daisies. O próprio criador – Bryan Fuller - assumiu que a inspiração veio do filme francês. As cores, sempre vibrantes e dando a impressão de que se está numa pintura, num mundo de faz de conta, no qual os personagens poderiam ser “bonequinhos”, dão um diferencial e também ajudam a prender a atenção do telespectador.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O enredo é simples, leve, com uma pitada de humor negro, pois o tema é a morte e um amor difícil, porém não impossível, um amor que atravessou a barreira até mesmo da morte e que tem que conviver com o fato das personagens principais – Chuck (Anne Friel) e Ned (Lee Pace) – não puderem se tocar. Entretanto, eles sempre arrumam uma maneira para demonstrar o infinito sentimento que sentem um pelo outro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ned descobriu, aos nove anos, que tinha um dom, o qual o traria bastante problemas. Todas as pessoas nas quais ele tocasse, morreriam. Com um segundo toque, Ned as ressuscitaria, porém, caso o ressuscitado passasse mais de 60 segundos vivo, outra pessoa morreria em seu lugar.&lt;br /&gt;O garotinho cresceu e se tornou um confeiteiro, com uma loja especializada em tortas. As frutas com que ele faz as tortas geralmente são velhas, podres, todavia elas ficam perfeitas ao serem tocadas por Ned. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas, obviamente, que um triangulo amoroso não poderia faltar. Olive (Kristin Chenoweth), que trabalha na confeitaria, é apaixonada por Ned, aparentemente a única que ele pode tocar sem que perca a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seriado tem inúmeras parábolas e lições imersas no enredo e essa é uma delas... estar tão perto da pessoa querida, porém não poder tocá-la ou até mesmo ser criativo e ultrapassar barreiras para que no final o amor e a amizade vençam, como no caso de Ned e Chuck que usam diversas artimanhas para se sentirem um pouquinho mais próximos.&lt;br /&gt;Outro diferencial da série é a duração. A primeira temporada de Pushing Daisies foi bem curtinha, tendo apenas nove capítulos. Uma nova temporada está prevista para estrear nos Estados Unidos em setembro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pushing Daisies concorreu a diversos prêmios dentre eles ao Globo de Ouro nas categorias: melhor atriz (Anne Friel), melhor ator em série – comédia ou musical (Lee Pace) e melhor série – comédia ou musical.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-1425727857668499314?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/1425727857668499314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=1425727857668499314' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1425727857668499314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1425727857668499314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/06/o-sucesso-de-pushing-daisies.html' title='O sucesso de Pushing Daisies'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-5721672007173264120</id><published>2008-05-01T04:53:00.003+02:00</published><updated>2008-05-21T19:52:38.505+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Jornalismo e desinformação</title><content type='html'>O papel do jornalismo é informar, mas será isto ocorre realmente? A forma como as matérias são redigidas favorecem o entendimento? O que prevaleceria na hora de veicular alguma notícia? Leão Serva tenta responder a estas e outras perguntas no livro Jornalismo e desinformação. “No caso do jornalismo atual, a surpresa advém ainda menos da natureza do evento e mais do próprio processamento jornalístico”, fala Serva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As notícias são separadas em editoriais, porém isso não impede que tenha, por exemplo, economia em uma matéria do caderno de esportes. A avaliação da importância das notícias pelas editoriais é que faz a diferença entre os jornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que essas notícias são bem compreendidas pelos leitores? Elas são veiculadas, na maioria dos casos, sem contexto fazendo quem ler pensar se tratar de uma novidade. Um exemplo utilizado no livro é o da Iugoslávia, pois os conflitos são reflexos de centenas de anos de brigas internas e desavenças éticas, que culminaram com o ocorrido em Kossovo, na década de 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Serva, “a notícia é apenas uma parte da história, um fotograma de um filme de longa metragem”, por isso não pode ser compreendida isoladamente. Mas quase nenhum veículo está disposto a analisar as causas das matérias, eles apenas publicam as conseqüências. É preciso que o leitor esteja “desinformado”, ache tudo uma surpresa para comprar o jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação é deformada devido a alguns casos de “submissão” (quando um fato tem uma edição que não permite ao receptor entender e deter a real importância do ocorrido ou até mesmo o significado). A desinformação funcional e a saturação são imposições do sistema econômico, controlador da economia da informação, indústria e comércio de signos. O leitor “compra” tanta informação que não consegue organizá-la. “O ‘Grande Irmão’ não nos olha, mas nos obriga a olhar para ele permanentemente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As grandes empresas necessitam eliminar a voz do cidadão, como “na sociedade democrática não é possível retirar do receptor o poder de emissão, então esse processo é feito através da saturação dos canais de emissão”. O excesso informativo é causa da perda de poder individual, o primeiro seria o de manipular informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As matérias são reduzidas com o propósito de facilitar o entendimento, mas nem sempre isso acontece. Há casos distintos de redução: um em busca da uniformidade, já que histórias complexas não podem ser vinculadas; por parcialidade, que implicam elementos culturais e ideológicos implícitos, além da observação de campo. E quando se isola e descontextualiza um fato, ele perde a essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca pelo “novo” faz os desdobramentos de algumas notícias serem esquecidos. Dessa forma é imposta “a desinformação sobre as conseqüências a longo prazo de fatos que um dia soaram surpreendentes ou sobre as origens de longo prazo de fatos que o surpreenderão em outro momento”.&lt;br /&gt;O “esquentamento das notícias” trata-se aberturas novas a textos relacionados a fatos anteriores. Mesmo quando se tem um desfecho previsto, a imprensa dá um jeito de tornar a situação numa novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leão Serva resuma esta situação quando diz que “a técnica jornalística, tal como é entendida e praticada hoje – confecção de produtos compostos de informações -, não atende ao objetivo de permitir a compreensão dos acontecimentos, mesmo daqueles que porventura venham a se tornar fatos de interesse para a cobertura de imprensa”. Esse processo do jornalismo causa a incompreensão porque não leva em consideração o passado nem o presente. Até o formato do lide não ajuda o entendimento das matérias, pois se redige primeiro o fato desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo é que unifica sociedades que vêem o tempo de maneiras diferentes. O consumidor, no caso o leitor, e a personagem permanecem distantes, cada um com sua tradição cultural, mais uma fator que dificulta a compreensão e facilita a desinformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/SBkxQb7ugZI/AAAAAAAAAMU/U4lOzraweGc/s1600-h/imagem.dll.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/SBkxQb7ugZI/AAAAAAAAAMU/U4lOzraweGc/s400/imagem.dll.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195237803594514834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para saber mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jornalismo e desinformação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; Leão Serva&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Senac&lt;br /&gt;                 &lt;b&gt;ISBN:&lt;/b&gt; 8573591927&lt;br /&gt;     &lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2001&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Edição:&lt;/b&gt; 1&lt;br /&gt;                &lt;b&gt;Número de páginas:&lt;/b&gt; 144 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-5721672007173264120?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/5721672007173264120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=5721672007173264120' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5721672007173264120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5721672007173264120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/05/jornalismo-e-desinformao.html' title='Jornalismo e desinformação'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/SBkxQb7ugZI/AAAAAAAAAMU/U4lOzraweGc/s72-c/imagem.dll.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-1936460426931312750</id><published>2008-04-20T17:12:00.004+02:00</published><updated>2008-04-20T17:16:37.971+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'>Dia mundial do livro</title><content type='html'>No dia 23 de abril comemora-se o dia mundial do livro. Vamos fazer com que as crianças e os jovens descubram o prazer da leitura!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" height="262" width="350"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www1.unesco.org.br/diadolivro/diadolivro.swf"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www1.unesco.org.br/diadolivro/diadolivro.swf" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" height="262" width="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-1936460426931312750?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/1936460426931312750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=1936460426931312750' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1936460426931312750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1936460426931312750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/04/dia-mundial-do-livro.html' title='Dia mundial do livro'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-2481144223660572058</id><published>2008-04-06T06:04:00.003+02:00</published><updated>2008-04-20T17:16:21.195+02:00</updated><title type='text'>Greenpeace</title><content type='html'>Ainda dá tempo de salvar o mundo. Faça a sua parte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ns9D6-aK_t0&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ns9D6-aK_t0&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-2481144223660572058?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/2481144223660572058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=2481144223660572058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2481144223660572058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2481144223660572058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/04/blog-post.html' title='Greenpeace'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-484171782936223367</id><published>2008-03-28T04:30:00.001+02:00</published><updated>2008-04-06T06:41:32.187+02:00</updated><title type='text'>Se todos se importassem...</title><content type='html'>Este post é dedicado a todos aqueles que lutam por um mundo mais igual e justo, para os que não perderam a fé de que ainda é possível haver uma mudança. E também para os que não acreditam. Talvez, ao olhar os exemplos do vídeo, sintam-se tocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0OGv6O4MoAQ&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0OGv6O4MoAQ&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-484171782936223367?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/484171782936223367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=484171782936223367' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/484171782936223367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/484171782936223367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/03/se-todos-se-importassem.html' title='Se todos se importassem...'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-660748829173849250</id><published>2008-03-20T00:45:00.007+02:00</published><updated>2008-03-20T01:25:46.281+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='documentário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações internacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Noam Chomsky, Timor Leste e os discursos oficiais e oficiosos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.usefulwork.com/shark/noamchomsky.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.usefulwork.com/shark/noamchomsky.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O terror do Timor Leste, em 1999, poderia ter sido evitado. Aliás, não só ele, como o de Ruanda, o do Quênia e de tantos outros países. Ele poderia ter sido evitado se os Estados Unidos (país auto-intitulado como o “guardião do mundo”) não tivesse, primeiramente, colaborado com as milícias ou se, ao menos, tivessem tomado providências simples como apenas um diálogo com as forças armadas indonésias (TNI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Indonésia invadiu o Timor Leste (ex-colônia portuguesa) três dias após sua independência, em 1975, com o apoio diplomático dos EUA e com armas fornecidas pelos estadunidenses. Segundo Noam Chomsky (no capítulo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Sinal verde” para os crimes de guerra&lt;/span&gt; do livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma nova geração define o limite&lt;/span&gt;) “bastaria, muito provavelmente, que os Estados Unidos e seus aliados retirassem a sua participação e informassem a seus sócios no comando militar indonésio que as atrocidades tinham de terminar e que era preciso assegurar ao território a autodeterminação estabelecida pelas Nações Unidas e pelo Tribunal Internacional de Justiça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os EUA tinham medo, pavor de que a Indonésia (um país visto como independente e democrático) caísse nas mãos dos soviéticos. E nada mais do que a sede pelo poder moveu a estratégia político-diplomática estadunidense. No texto de Chomsky, ele afirma que, na época, dois especialistas na Ásia do New York Times explicaram que “a administração Clinton ‘calculou que os EUA precisam pôr suas relações com a Indonésia, um país de grande riqueza mineral e mais de 200 milhões de habitantes, acima&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.worldproutassembly.org/images/timor_leste.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 247px; height: 205px;" src="http://www.worldproutassembly.org/images/timor_leste.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; de considerações sobre o futuro do Timor Leste, pequeno e empobrecido território de 800 mil habitantes que busca a independência”. Poder-se-ia presumir, dessa forma, que a Indonésia era extremamente importante, já o Timor Leste, algo irrisório. Porém os EUA sabiam que era preciso ter controle sobre aquele local. Necessitava-se de passar pela crise - que culminou na morte de milhares de timorenses - com segurança, pois aquela ilha não passava de um “quebra-molas” na relação Indonésia-EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 de maio de 1999 foi o dia no qual Indonésia e Portugal, apoiados pela Organização das Nações Unidas, concordaram que cabia ao povo escolher se o Timor Leste seria ou não independente. O referendo foi marcado para 8 de agosto, depois adiado para o dia 30. Meses antes, quando o então presidente B. J. Habbie (em maio de 1998, Suharto, por sugestão dos Estados Unidos, deixara o cargo para Habbie, vice-presidente) anunciara uma escolha democrática, as intimidações se iniciaram. Os timorenses não temeram e, numa demonstração de cidadania e patriotismo, foram às urnas – alguns saíram até de esconderijos – e cerca de 80% da população foi a favor da independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegria virou dor... De acordo com a ONU, os&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-GfDuouHmI/AAAAAAAAAKs/z9N3t6tL_F0/s1600-h/webc5182.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-GfDuouHmI/AAAAAAAAAKs/z9N3t6tL_F0/s320/webc5182.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179595932860030562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; paramilitares e o TNI expulsaram aproximadamente 750 mil timorenses dos 880 mil que habitavam a ilha. A maioria foi para o Timor Oeste indonésio. 70% do país foi destruído e cerca de 10 mil pessoas foram mortas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos não podiam deixar o mundo olhar para o Timor Leste, pois quem treinou a milícia?! Era preciso chamar a atenção para Kosovo e fazer a mídia focalizar-se nesse outro drama. “O apoio direto dos EUA à ocupação Indonésia ficou mais difícil depois que centenas de pessoas foram massacradas em Dili em 1991, atrocidade que não poderia ser suprimida ou negada porque foi secretamente filmada pelo repórter fotográfico Max Stahl e exibida pela televisão na Grã-Bretanha e nos EUA, e porque dois jornalistas americanos, Alan Nairn e Amy Goodman, que foram severamente espancados, puderam fazer reportagens como testemunhas oculares. Como reação a isso, o Congresso proibiu a venda de armas de pequeno porte e cortou verbas destinadas a treinamento militar, obrigando o governo Clinton a recorrer a manobras intrincadas para escapar das restrições legislativas, como fazia com relação à Turquia na mesma época”, alega Chomsky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noam Chomsky, como teórico crítico, tenta apresentar a diferença do discurso oficial para o “oficioso”. Um exemplo disso é quando ele fala o seguinte: “O Depart&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-GdEeouHkI/AAAAAAAAAKg/cvLdRjxG014/s1600-h/webc5181.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-GdEeouHkI/AAAAAAAAAKg/cvLdRjxG014/s320/webc5181.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179593746721676866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;amento do Estado comemorou o aniversário da invasão indonésia determinando que ‘a lei do Congresso não proíbe que a Indonésia pague pelo treinamento com seus próprios recursos”, de modo que o treinamento poderia prosseguir, apesar da proibição, com Washington provavelmente tirando dinheiro de algum outro bolso. O anúncio foi pouco noticiado e comentado na imprensa, mas levou o Congresso a expressar sua ‘indignação’, reiterando que ‘era e é intenção do Congresso proibir treinamento militar para a Indonésia’ (Comissão de Apropriação da Câmara): ‘Não queremos que funcionários do governo dos EUA treinem indonésios’, reiterou um funcionário, com veemência, mas inutilmente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso oficioso britânico, conforme afirmava o ministro tatcherista, Alan Clark era: “Minha responsabilidade é para com o meu povo. Na realidade não me preocupo muito com o que um grupo de estrangeiros está fazendo com outro grupo de estrangeiros. Enquanto o oficial era o de “um novo humanismo”, no qual EUA e Grã-Bretanha davam-se as mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.visitingdc.com/images/bill-clinton-picture.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.visitingdc.com/images/bill-clinton-picture.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O embaixador dos EUA na ONU, Richard Holbrooke, durante o governo Carter, era responsável de seguir à risca o apoio às agressões e matanças, contanto que, a Indonésia não caísse nas mãos dos comunistas. Até essa época (entre as décadas de 70 e 80), 200 mil pessoas morreram. “A história é reconstruída, entretanto, para oferecer uma imagem diferente. Desfeito o passado, Holbrooke é apresentado como um herói da ‘mais rápida reação [a atrocidade] na história da manutenção da paz pela ONU’, e ‘a primeira vez na era pós-Ruanda e pós-Srebrenica em que o Conselho de Segurança enfrenta de imediato uma situação de emergência’ – ou seja, depois que o país foi destruído e sua população expulsa ou morta, de acordo com planos que seguramente eram conhecidos de antemão em Washington.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso se ter a coragem do povo timorense para lutar e dizer NÃO a tudo o que for contrário à democracia. Diz Chomsky que “a história não começa em 1975. O Timor Leste não tinha sido deixado de lado pelos planejadores do mundo pós-guerra. O território deveria ter se tornado independente, cismava o principal conselheiro de Roosevelt, Summer Welles, mas ‘isso levaria certamente mil anos’. Com uma coragem e uma firmeza dignas de admiração, o povo do Timor Leste lutou para desmentir essa previsão, suportando desastres monstruosos”. Que isso nos sirva de lição.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para saber mais:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-Ga6uouHiI/AAAAAAAAAKQ/v-go_AIef9o/s1600-h/204451_4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-Ga6uouHiI/AAAAAAAAAKQ/v-go_AIef9o/s200/204451_4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179591380194696738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Uma nova geração define o limite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Record&lt;br /&gt;                 &lt;b&gt;ISBN:&lt;/b&gt; 8501063983&lt;br /&gt;     &lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2003&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Edição:&lt;/b&gt; 1&lt;br /&gt;                &lt;b&gt;Número de páginas:&lt;/b&gt; 174&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-Gb4-ouHjI/AAAAAAAAAKY/7ka9GsqNUFc/s1600-h/1025665_4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-Gb4-ouHjI/AAAAAAAAAKY/7ka9GsqNUFc/s200/1025665_4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179592449641553458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="nome"&gt;&lt;span id="titleproduct"&gt;Timor Leste - O Massacre que o Mundo Não Viu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diretora: &lt;/span&gt;Lucélia Santos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tempo:&lt;/b&gt; 75 minutos&lt;br /&gt;                  &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Ano de Lançamento:&lt;/b&gt; 2005&lt;br /&gt;                  &lt;b&gt;Recomendação:&lt;/b&gt; 14 anos&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Legenda&lt;/b&gt;: Espanhol, Português, Inglês&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Idiomas / Sistema de Som&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;Português - Dolby Digital 2.0&lt;br /&gt;Português - Dolby Digital 5.0&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Pais de Origem&lt;/b&gt;: Brasil&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-660748829173849250?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/660748829173849250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=660748829173849250' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/660748829173849250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/660748829173849250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/03/noam-chomsky-timor-leste-e-os-discursos.html' title='Noam Chomsky, Timor Leste e os discursos oficiais e oficiosos'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R-GfDuouHmI/AAAAAAAAAKs/z9N3t6tL_F0/s72-c/webc5182.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-7693817106899692580</id><published>2008-02-26T03:50:00.001+02:00</published><updated>2008-02-26T03:53:37.763+02:00</updated><title type='text'>Novidades</title><content type='html'>Oi pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho novidades... acredito que alguns tenham notado que agora também é possível acessar o site pelo www.entraporosmose.com . Além disso, há um novo blog: o Entrelinhas (www.entrelinhas.info). É um site que nasceu da necessidade de compartilhar uma grande paixão: a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse espaço é plural, eclético, não vai ficar destinado a abranger apenas uma categoria de livros. Na medida do possível, o leitor encontrará vai ter informações de romance históricos, de livros mais técnicos e até mesmo de literatura destinada aos adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As críticas (desde que construtivas...), sugestões, opiniões serão sempre bem-vindas.&lt;br /&gt;Navegue nas entrelinhas e boa leitura!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-7693817106899692580?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/7693817106899692580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=7693817106899692580' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7693817106899692580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7693817106899692580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/02/novidades.html' title='Novidades'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-6043008737019158199</id><published>2008-02-04T22:36:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T04:47:55.308+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pernambuco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Nazaré da Mata, a terra do Maracatu Rural</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d4RYoHtvI/AAAAAAAAABU/RyWRLkAS-QQ/s1600-h/DSC02052.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163227737867400946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d4RYoHtvI/AAAAAAAAABU/RyWRLkAS-QQ/s320/DSC02052.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O som do apito é constante, as vozes e os versos lembrando os repentistas também, o colorido é como algo que só se vê em Pernambucano; a alegria, a garra é outra marca desse povo que passa o ano bordando, atendo-se aos mínimos detalhes para brilhar e encantar pernambucanos e turistas no Carnaval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distante cerca de 65 km de Recife, encontra-se &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nazar%C3%A9_da_Mata"&gt;Nazaré da Mata&lt;/a&gt;, cidade pequena, com pouco mais de 30 mil habitantes, porém que recebe povos de todas as nacionalidades quando a semana carnavalesca se inicia. É lá a terra do &lt;a href="http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/5ritmos/marural.html"&gt;Maracatu Rural&lt;/a&gt;, o do baque solto - há de se prestar &lt;a href="http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=8818"&gt;atenção na diferença para o do baque virado&lt;/a&gt;, presente nos centros urbanos e cuja influência é de origem negra, ao contrário da do outro, de forte influência indígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d4sIoHtwI/AAAAAAAAABc/ux8PMNtslWc/s1600-h/DSC02020.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163228197428901634" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d4sIoHtwI/AAAAAAAAABc/ux8PMNtslWc/s320/DSC02020.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os artistas são pessoas bastante humildes, geralmente trabalhadores da zona rural de Nazaré e de cidades vizinhas, os quais vêem no Maracatu mais do que uma brincadeira, uma verdadeira tradição. Dessa maneira, ao se andar pelas ruas de Nazaré, pode-se encontrar caboclos de lança de todas as idades, dos mais pequeninos aos de idade mais avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Maracatu continua e, com certeza, sempre continuará atraindo admiradores. &lt;a href="http://www2.uol.com.br/JC/_2001/0111/cd0111_8.htm"&gt;Até a rainha Sílvia da Suécia se rendeu ao Maracatu&lt;/a&gt; quando visitou Pernambuco em 2001 e 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. – Publico algumas fotos feitas por mim em um dos dias de apresentação dos grupos de Maracatu Rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d5rYoHtxI/AAAAAAAAABk/Ecn7vpKgh9s/s1600-h/DSC01996.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163229284055627538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d5rYoHtxI/AAAAAAAAABk/Ecn7vpKgh9s/s320/DSC01996.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d5_IoHtyI/AAAAAAAAABs/XijKOpPzeL0/s1600-h/DSC01999.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163229623358043938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d5_IoHtyI/AAAAAAAAABs/XijKOpPzeL0/s320/DSC01999.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d6LooHtzI/AAAAAAAAAB0/mQXpQ8herDk/s1600-h/DSC02001.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163229838106408754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d6LooHtzI/AAAAAAAAAB0/mQXpQ8herDk/s320/DSC02001.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d6bIoHt0I/AAAAAAAAAB8/AJ8hAvYcAsI/s1600-h/DSC02002.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163230104394381122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d6bIoHt0I/AAAAAAAAAB8/AJ8hAvYcAsI/s320/DSC02002.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d6pIoHt1I/AAAAAAAAACE/1K70R-3LRcA/s1600-h/DSC02003.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163230344912549714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d6pIoHt1I/AAAAAAAAACE/1K70R-3LRcA/s320/DSC02003.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d65IoHt2I/AAAAAAAAACM/1YfNYUgQ-jI/s1600-h/DSC02004.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163230619790456674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d65IoHt2I/AAAAAAAAACM/1YfNYUgQ-jI/s320/DSC02004.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d7D4oHt3I/AAAAAAAAACU/SExp_IUEu8Y/s1600-h/DSC02007.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163230804474050418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d7D4oHt3I/AAAAAAAAACU/SExp_IUEu8Y/s320/DSC02007.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d7TIoHt4I/AAAAAAAAACc/DtDgfEQyVO0/s1600-h/DSC02008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163231066467055490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d7TIoHt4I/AAAAAAAAACc/DtDgfEQyVO0/s320/DSC02008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d7kIoHt5I/AAAAAAAAACk/YgIX3ul-f_I/s1600-h/DSC02012.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163231358524831634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d7kIoHt5I/AAAAAAAAACk/YgIX3ul-f_I/s320/DSC02012.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d73YoHt6I/AAAAAAAAACs/YA8qhKmtCBw/s1600-h/DSC02028.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163231689237313442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d73YoHt6I/AAAAAAAAACs/YA8qhKmtCBw/s320/DSC02028.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8A4oHt7I/AAAAAAAAAC0/npoOGi0Q-r0/s1600-h/DSC02030.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163231852446070706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8A4oHt7I/AAAAAAAAAC0/npoOGi0Q-r0/s320/DSC02030.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8PYoHt8I/AAAAAAAAAC8/OoPVI8nJYKI/s1600-h/DSC02033.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163232101554173890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8PYoHt8I/AAAAAAAAAC8/OoPVI8nJYKI/s320/DSC02033.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8XooHt9I/AAAAAAAAADE/gXpVjOMCH04/s1600-h/DSC02037.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163232243288094674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8XooHt9I/AAAAAAAAADE/gXpVjOMCH04/s320/DSC02037.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8i4oHt-I/AAAAAAAAADM/xnRynKBe1Aw/s1600-h/DSC02040.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163232436561623010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8i4oHt-I/AAAAAAAAADM/xnRynKBe1Aw/s320/DSC02040.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8sIoHt_I/AAAAAAAAADU/B6gzWiODtjk/s1600-h/DSC02041.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163232595475412978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8sIoHt_I/AAAAAAAAADU/B6gzWiODtjk/s320/DSC02041.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8_YoHuAI/AAAAAAAAADc/3fioeRU1rdo/s1600-h/DSC02042.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163232926187894786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d8_YoHuAI/AAAAAAAAADc/3fioeRU1rdo/s320/DSC02042.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d9LooHuBI/AAAAAAAAADk/Y2XMDHao_jw/s1600-h/DSC02044.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163233136641292306" style="DISPLAY: block; 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MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d9-IoHuEI/AAAAAAAAAD8/McU9a84QpyA/s320/DSC02047.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d-PYoHuFI/AAAAAAAAAEE/QFuvTfYrgOU/s1600-h/DSC02048.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163234300577429586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d-PYoHuFI/AAAAAAAAAEE/QFuvTfYrgOU/s320/DSC02048.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d-booHuGI/AAAAAAAAAEM/TLRgznrruDw/s1600-h/DSC02050.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163234511030827106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d-booHuGI/AAAAAAAAAEM/TLRgznrruDw/s320/DSC02050.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d-5YoHuHI/AAAAAAAAAEU/ZS4KC24M0sM/s1600-h/DSC02057.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163235022131935346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d-5YoHuHI/AAAAAAAAAEU/ZS4KC24M0sM/s320/DSC02057.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-6043008737019158199?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/6043008737019158199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=6043008737019158199' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6043008737019158199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/6043008737019158199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2008/02/nazar-da-mata-terra-do-maracatu-rural.html' title='Nazaré da Mata, a terra do Maracatu Rural'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/R6d4RYoHtvI/AAAAAAAAABU/RyWRLkAS-QQ/s72-c/DSC02052.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-8328306528039121882</id><published>2007-11-15T00:25:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T04:49:25.350+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>A África esquecida de Hotel Ruanda</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rzsx154fUcI/AAAAAAAAABM/-YgegEtdnP0/s1600-h/A1_RwandaJump_4_20_06.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132751002459394498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rzsx154fUcI/AAAAAAAAABM/-YgegEtdnP0/s320/A1_RwandaJump_4_20_06.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dor, desespero, ódio, desprezo, preconceito, perseverança, amor, compaixão, garra... inúmeros seriam os substantivos que poderiam ser relacionados ao filme &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Hotel Ruanda&lt;/span&gt;. Ele foi inspirado na luta do Paul Rusesabagina para abrigar conterrâneos, vítimas do genocídio, no qual a etnia tutsi foi massacrada pela hundu, e, que aconteceu em Ruanda em 1994, 10 anos antes for filme ser lançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de fazer pouco tempo do acontecimento dessa tragédia , se não fosse o filme, talvez ela teria sido esquecida quase completamente. A resposta está no próprio &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Hotel Ruanda&lt;/span&gt; quando o coronel da Organização das Nações Unidas (ONU) diz, num ataque de fúria e revolta por não ter muitas opções, a Paul que não se poderia fazer nada porque as superpotências não se importavam com a África, segundo elas, seria um lixo. Se houvesse petróleo lá, a história com certeza seria diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, pode-se ver como a imprensa somente mostra o lado que mais a convém, não se importando em mostrar imagens terríveis de um massacre num telejornal. Tudo vale, desde que se aumente a audiência. O fato mais triste é que mesmo vendo cenas como os genocídios na África, as guerras civis na ex-Iugoslávia ou até mesmo a revolta de um presídio no Brasil, os telespectadores apenas dizem “isso é terrível” e cruzam os braços, tomam seus cafés da manhã, vão aos shoppings, como se nada estivesse acontecendo. O mundo talvez esteja mais parecido com o pensamento de Thomas Hobbes do que quando o filósofo inglês vivia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, cada cidadão pode começar a mudar essa situação. Assim como Paul Rusesagabina, deve-se pensar que sempre há uma saída e lutar por ela. Se cada um, que assistiu ao filme, conseguiu se comover e pensar em maneiras de tornar o mundo um pouco melhor, já é um bom começo. Da mesma maneira que já será se você, ao ler este texto, cogitou a possibilidade de ver Hotel Ruanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não fazer algo agora, então? Se você não sabe como ajudar, se não pode disponibilizar tempo para serviços comunitários, se não tem dinheiro, não importa... o que basta é que você tenha consciência de seu papel como cidadão e como peça importante para a paz e a integração mundial. Vou dar uma dica: pode começar clicando &lt;a href="http://www.br.amnesty.org/"&gt;aqui&lt;/a&gt;, lendo algumas das matérias publicadas, assinando abaixo-assinados. Sua opinião é importante, você tem todo o direito de cobrar dos políticos, das autoridades. Exerça sua cidadania!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lembre-se: “Nunca duvide da capacidade de um pequeno grupo de cidadãos formado e comprometido de mudar o mundo; na realidade, esta foi a única maneira de se conseguir isso até agora.” (Margaret Mead) Foi assim que Nelson Mandela, Bob Geldof, Paul Rusesagabina, Betinho pensaram...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://framnesty.googlepages.com/hotel_rwanda_verdvd.jpg/hotel_rwanda_verdvd-large.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 218px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 289px" alt="" src="http://framnesty.googlepages.com/hotel_rwanda_verdvd.jpg/hotel_rwanda_verdvd-large.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Para saber mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;br /&gt;Hotel Ruanda&lt;br /&gt;(2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Terry George&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Elenco: &lt;/span&gt;Don Cheadle&lt;br /&gt;Sophie Okonedo&lt;br /&gt;Desmond Dube&lt;br /&gt;Haakem Kae-Kazin&lt;br /&gt;Nick Nolte&lt;br /&gt;Joaquin Phoenix&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Roteiro: &lt;/span&gt;Terry George&lt;br /&gt;Keir Pearson&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-8328306528039121882?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/8328306528039121882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=8328306528039121882' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8328306528039121882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/8328306528039121882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/11/frica-esquecida-de-hotel-ruanda.html' title='A África esquecida de Hotel Ruanda'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rzsx154fUcI/AAAAAAAAABM/-YgegEtdnP0/s72-c/A1_RwandaJump_4_20_06.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-325591440739726272</id><published>2007-11-14T01:28:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T04:50:48.312+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>O país hierárquico e a cabeça do brasileiro</title><content type='html'>“Você sabe com quem está falando?”. É meio difícil nunca ter escutado esta pergunta, a qual se tornou o símbolo da sociedade hierárquica brasileira, segundo sociólogo Roberto DaMatta. Para ele, numa sociedade igualitária, escutar-se-ia sempre em seguida: “Quem você pensa que é?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é assim que acontece em terras tupiniquins. O mito da democracia, de todos juntos convivendo pacificamente no Brasil, não é algo mais além de... mito! Há preconceito tanto racial quanto de classes. O Brasil está longe de ser aquele de Gilberto Freyre em Casa Grande &amp;amp; Senzala. E é isso que quer confirmar, utilizando números através da intitulada Pesquisa Social Brasileira (PESB), Carlos Alberto em seu livro A cabeça do brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das questões mais abordadas é a do “jeitinho” brasileiro, já transformado em produto de exportação. Como diz Alberto Carlos, “as vítimas são a lei e a norma”. E no Brasil o que não falta são leis. Há cerca de 181.318, de acordo com dados da Casa Civil. Trata-se de um reflexo da necessidade de regulamentação e interferência estatal no âmbito privado, o que só ocorre devido à falta de consciência de que todos são iguais e de que o meu direito termina quando o do outro começa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, nem tudo está perdido; ainda existe saída e ela seria a educação, conforme se verifica nos resultados da PESB. “A qualidade da democracia aumenta quando a população é mais escolarizada. Mais do que isso, a democracia só é possível em sociedades com níveis mais elevados de escolarização”, diz Alberto Carlos Almeida. A melhora já se verifica no comportamento dos brasileiros mais jovens e dos mais escolarizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que a educação seja mais levada a sério, pois ela é causa e conseqüência de uma sociedade ser considerada moderna ou arcaica. Ambos adjetivos podem ser atribuídos à sociedade brasileira. “O país não é um bloco monolítico, mas uma sociedade profundamente dividida. O Brasil, na verdade, são dois países separados, num verdadeiro apartheid cultural”, afirma o autor. Ele declara que “entre os fatores que determinam esse abismo entre brasileiros, um dos mais importantes é a escolaridade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto na educação quanto em outros aspectos o que falta no Brasil é distribuição justa e igualitária. Deve-se também ficar atento para a qualidade e não apenas para a quantidade, o que tem ocorrido ultimamente com o número indiscriminado de cursos e faculdades sendo abertas, somente visando o lucro de seus donos e esquecendo-se dos verdadeiros objetivos de uma instituição de ensino. Tem-se que ensinar com qualidade e que preparar os alunos para terem uma visão mais abrangente do mundo, não somente ensinar técnicas profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rzozb3wm8BI/AAAAAAAAABE/wO45blGtVwA/s1600-h/imagem.dll.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132471279259414546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 158px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 233px" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rzozb3wm8BI/AAAAAAAAABE/wO45blGtVwA/s320/imagem.dll.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0)"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;A cabeça do brasileiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Autor: &lt;/span&gt;Alberto Carlos Almeida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,255,0)"&gt;Editora Record&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-325591440739726272?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/325591440739726272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=325591440739726272' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/325591440739726272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/325591440739726272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/11/o-pas-hierrquico-e-cabea-do-brasileiro.html' title='O país hierárquico e a cabeça do brasileiro'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rzozb3wm8BI/AAAAAAAAABE/wO45blGtVwA/s72-c/imagem.dll.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-2487195182782544841</id><published>2007-09-30T16:50:00.002+02:00</published><updated>2008-03-09T04:54:01.667+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Tropa de elite</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://viabrasil.files.wordpress.com/2007/09/tropa3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://viabrasil.files.wordpress.com/2007/09/tropa3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O assunto que está na mídia (e não poderia faltar no Entra por osmose!) é o filme &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Tropa de Elite&lt;/span&gt;, cujo elenco é formado por “estrelas globais” como Wagner Moura e Fernanda Machado. Além de Tropa de Elite ser polêmico por conta do roteiro ele também o é por causa do número de cópias piratas. É quase impossível encontrar alguém que não o tenha assistido, mesmo se ele esteja em cartaz apenas num cinema de Jundaí - interior paulista - e que vá estrear nas telonas de todo país em 12 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pirataria fez aparecer um boato de que haveria uma nova versão para o filme que vai para as telonas e até uma outra versão para o cinema americano, a qual seria contada do ponto de vista de André (André Nascimento), um dos candidatos a substituto do Capitão Nascimento (Wagner Moura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme contém duas estórias paralelas que se cruzam; uma é a de dois “aspiras” (gíria utilizada no filme para aspirante): André e Neto; a outra é do capitão Nascimento do Batalhão de operações especiais (Bope), o qual, a pedido da mulher grávida quer encontrar um substituto à altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André e Neto se completam. Apesar de amigos de infâncias, eles são extremamente diferentes. O primeiro é inteligentíssimo, estudante de direito em uma tradicional universidade do Rio. Já o segundo é mais emotivo, apaixonado pela polícia e vê tudo como uma guerra, na qual ele quer fazer justiça. A semelhança que une os amigos de infância é a honestidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não é de se abalar bastante com cenas de violência, pode correr para assistir o filme. Já se for bastante emotivo, sugiro não o ver, pois há cenas fortíssimas, com direito a ter até sangue na lente da câmera, causando um efeito mais realista, como se o telespectador fosse uma testemunha ocular. Contudo não esqueça que a obra é uma ficção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme, as&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://viabrasil.files.wordpress.com/2007/09/tropa4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://viabrasil.files.wordpress.com/2007/09/tropa4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sim como aconteceu com &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Cidade de Deus&lt;/span&gt;, vai marcar a história do cinema brasileiro (mais pela repercussão do que por outro motivo). Mas mesmo com a estratégia de estreá-lo em Jundaí para dar tempo de ter chance de ser indicado para representar o Brasil no Oscar, ele ficou de fora, dando lugar a &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;O ano em que meus pais saíram de férias&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a repercussão de Tropa de Elite não acaba por aí. Tudo indica que duas emissoras estejam disputando os direitos para fazer uma séria inspirada no filme. Acredito não ser muito difícil adivinhar quem provavelmente irá ganhar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro baseia-se no livro &lt;em&gt;Elite da Tropa&lt;/em&gt;, do ex-secretário de segurança, do sociólogo Luiz Eduardo Soares e de Rodrigo Pimentel e André Batista, ex-integrantes do Bope (não estranhe se o número de vendas aumentar). O livro ganhou até uma capa nova com a foto do ator Wagner Moura). A direção é do cineasta José Padilha, responsável pelo documentário &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Ônibus 174&lt;/span&gt;, falando do caso em que faleceu o seqüestrador do ônibus e uma das reféns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Para refletir: &lt;/span&gt;É preciso ver o filme como uma ficção e não idolotrar o personagem principal como se a violência fosse a solução. Ela tanto não é que o mesmo diretor de Tropa de Elite é o do Ônibus 174, o qual mostra a vida de Sandro e deixa claro que a sociedade também é culpada do que aconteceu e ainda acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial: &lt;a href="http://www.tropadeeliteofilme.com.br/"&gt;http://www.tropadeeliteofilme.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/o-caminho-das-nuvens.html"&gt;Outro post relacionado a Wagner Moura.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-2487195182782544841?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/2487195182782544841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=2487195182782544841' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2487195182782544841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/2487195182782544841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/09/tropa-de-elite.html' title='Tropa de elite'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-5859239676559310874</id><published>2007-08-17T23:56:00.003+02:00</published><updated>2008-03-09T04:55:10.600+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>Confissões de um assassino econômico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.johnperkins.org/JohnNewwebpage1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://www.johnperkins.org/JohnNewwebpage1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Confissões de um assassino econômico&lt;/span&gt; deveria ser um livro de leitura obrigatória para todos aqueles que se perguntam o motivo das desigualdades sociais, do imperialismo americano e da submissão de países periféricos aos que se consideram de “Primeiro Mundo”. Algumas das respostas podem estar nesta obra escrita pelo americano John Perkins, um assassino econômico confesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, espera um pouco. Você deve estar se perguntando... o que é um assassino econômico, o que ele faz... mata a economia?!?! Calma, calma... Segundo o autor, “assassinos econômicos são profissionais altamente remunerados cujo trabalho é lesar países de todo o mundo, desviando recursos da ordem de trilhões de dólares. Entre seus instrumentos de trabalho incluem-se relatórios adulterados, pleitos eleitorais fraudulentos, subornos, extorsões, sexo e assassinato”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo “assassino” faz mais jus a palavra ao se notar, no decorrer no livro, que eles não só destroem a economia, assim como, conseqüentemente, acabam com aqueles que dela dependem. Algumas vezes chegam até a tirar a vida para não ter os interesses da nação imperialista abalados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o caso dos presidentes do Equador (Jaime Roldós) e do Panamá (Omar Torrijos), os quais não se subjugavam às ordens estadunidenses e queriam lutar pelo povo. A imagem que os &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;yankees&lt;/span&gt; passavam de ambos era de que seriam ditadores que precisavam ser detidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, possivelmente, ficará pasmo ao ver como os Estados Unidos invadiram o Panamá sem motivo, ou melhor, como o único motivo seria o controle do Canal do Panamá, o qual foi criado através do acordo de um francês com um americano... Isso mesmo... sem panamenhos na jogada!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro, ainda se verifica que a raiva que George Bush sentia por Saddam Hussein não passava de uma sede de vingança porque seu pai não conseguiu domar o iraquiano. Além de ler que Hugo Chávez escapou de ser o próximo alvo porque, na mesma época em que começava a importunar os EUA, houve o trágico 11 de setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que não sabia da importância econômica que a Venezuela tinha e fiquei bastante surpresa ao saber que o nosso vizinho já chegou a ser o maior exportador de petróleo no mundo! Isso ocorreu em 1930 após um fenômeno geológico, em 1922, quando cerca de 300 mil barris de petróleo jorraram da terra durante três dias na região de Maracaibo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, na década de 1980, os assassinos econômicos, as grandes corporações, interferiram na Venezuela e o desastre teve início. Com uma grande dívida externa, o Fundo Monetário Internacional (uma das ferramentas da corporatocracia) pressionou Caracas a apoiar as grandes empresas, criando tumultos e mortes. Foi neste cenário que Hugo Chávez apareceu como o salvador dos pobres, os quais haviam aumentado consideravelmente, haja vista que a renda per capita venezuelana caiu mais de quarenta por cento entre 1978 e 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez tenhamos chegado a esse ponto por sermos egoístas; creio que o capitalismo nos tornou assim. Eu mesmo sou egoísta, todos nós somos – e temos que ser em certo ponto, por conta da violência e da insensibilidade a qual somos sujeitados, do medo que nos rege 24 horas, ou mesmo, do instinto de sobrevivência que temos que ter atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, estamos intimamente envolvidos com todos esses acontecimentos atrozes. “Seria ótimo se pudéssemos simplesmente pôr toda a culpa em uma conspiração, mas não podemos. O império depende da eficácia de grandes bancos, corporações e governos – a corporatocracia -, mas isso não é uma conspiração. Essa corporatocracia somos nós mesmos – ela existe por nossa causa -, e é por isso, é claro, que a maioria de nós acha difícil tomar uma posição e se opor. Preferimos vislumbrar conspiradores tramando nas sombras, porque a maioria de nós trabalha para um desses bancos, corporações ou governos, ou de alguma maneira dependem deles para bens e serviços que eles produzem e colocam no mercado. Não podemos morder a mão que nos alimenta”, escreve John Perkins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou aqui tentando seguir um conselho de Perkins, pois fiquei inquieta querendo saber o que poderia fazer. Sinto-me como o passarinho que tenta apagar o incêndio com o bico, mas se todo mundo tentasse, seria muito mais fácil (ou menos difícil?) lutar para se ter um mundo melhor, não só por nós, mas pelas próximas gerações. Por que não começar a corrente? Afinal de contas, como diz o escritor, “a responsabilidade é sua de ver a verdade por trás do verniz e expô-la. Converse com a sua família e amigos; espalhe a notícia. (...) Manifeste-se toda vez que aparecer um fórum em que você possa participar, escreva cartas e e-mails, telefone para expor as suas dúvidas e preocupações, vote a favor de diretorias de escolas mais esclarecidas, comissões de bairro e organizações locais. Quando você tiver de comprar alguma coisa, faça-o de maneira consciente; sinta-se comprometido com o que faz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.culturabrasil.org/imagens/395852.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 120px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 173px" alt="" src="http://www.culturabrasil.org/imagens/395852.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-STYLE: italic"&gt;Confissões de um assassino econômico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Autor: John Perkins&lt;br /&gt;Editora Cultrix&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;Para maiores informações sobre o autor acesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.johnperkins.org/"&gt;http://www.johnperkins.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-5859239676559310874?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/5859239676559310874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=5859239676559310874' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5859239676559310874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/5859239676559310874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/08/confisses-de-um-assassino-econmico.html' title='Confissões de um assassino econômico'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-68334510501687523</id><published>2007-07-14T21:14:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T04:56:21.551+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'>Os deuses têm sede</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ac-strasbourg.fr/pedago/lettres/Victor%20Hugo/Notes/Delacroix3.JPG"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://www.ac-strasbourg.fr/pedago/lettres/Victor%20Hugo/Notes/Delacroix3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há alguns meses fiquei fascinada pela capa de um livro - &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;a href="http://www.boitempoeditorial.com.br/livro_completo.php?isbn=9788575590119"&gt;Os deuses têm sede&lt;/a&gt; - &lt;/span&gt;que falava sobre o período pós-Revolução Francesa. Como grande curiosa da cultura francesa resolvi prontamente adquiri-lo e comecei a lê-lo durante as férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias antes de ler, pesquisei acerca do livro e achei que o iria detestar. Estava com um pouco de “preconceito”, acreditando que a leitura seria monótona e enfadonha por ter sido escrito, por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anatole_France"&gt;Anatole France&lt;/a&gt;, no início do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual foi minha surpresa quando folheei as primeiras páginas e descobri um romance cheio de história, personagens complexos, diferentes, que se completam e estão repletos de características que servem para descrever o período conhecido como “&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terror_%28Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa%29"&gt;Terror&lt;/a&gt;”, que vai de 31 de maio de 1793 a 27 de julho de 1794.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não terminei de ler &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Os deuses têm sede&lt;/span&gt;, mas não haveria um dia melhor para escrever sobre o assunto – 14 de julho. Ao mesmo tempo em que fico conhecendo mais em relação à história francesa, fico perplexa ao notar a barbaridade com a qual as pessoas eram tratadas e julgadas (na maioria dos casos, injustamente) no final do século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os revolucionários falavam em ser contra a tirania (“contre nous de la tyranie”), mas a ditadura já havia começado a ser imposta mesmo por aqueles que se diziam republicanos e que derrubaram o rei. Não se podia se contra o pensamento dos “patriotas” ou isto significaria a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho algumas páginas para ler, mas quis compartilhar um pouco de minha impressão sobre o livro. Resta a nós, refletirmos sobre os verdadeiros significados de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Liberdade, Igualdade e Fraternidade&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Para saber mais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Portail:R%C3%A9volution_fran%C3%A7aise"&gt;http://fr.wikipedia.org/wiki/Portail:R%C3%A9volution_fran%C3%A7aise&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-68334510501687523?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/68334510501687523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=68334510501687523' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/68334510501687523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/68334510501687523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/07/os-deuses-tm-sede.html' title='Os deuses têm sede'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-4881937239381249642</id><published>2007-06-06T22:46:00.002+02:00</published><updated>2008-03-09T04:57:53.633+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desigualdade'/><title type='text'>A face do Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rmcf0NGUX6I/AAAAAAAAAAk/3CPxVfO5YvQ/s1600-h/DSC01429.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073058486985973666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rmcf0NGUX6I/AAAAAAAAAAk/3CPxVfO5YvQ/s320/DSC01429.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rmcd3tGUX5I/AAAAAAAAAAc/TXN545R4tr0/s1600-h/DSC01425.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073056348092260242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rmcd3tGUX5I/AAAAAAAAAAc/TXN545R4tr0/s320/DSC01425.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Fotos tiradas por Juliana Dutra&lt;/span&gt;. Favor, se utilizar as fotos, usar o crédito. Saiba que se não fizer isso, você estará violando as regras de direitos autorais.&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-4881937239381249642?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/4881937239381249642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=4881937239381249642' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/4881937239381249642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/4881937239381249642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/06/face-do-brasil.html' title='A face do Brasil'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rmcf0NGUX6I/AAAAAAAAAAk/3CPxVfO5YvQ/s72-c/DSC01429.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-7608174832067002034</id><published>2007-05-01T23:20:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T04:58:38.338+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema brasileiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Juramento ao silêncio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.boomerangshop.com/dvdcover/imageweb/SwornToSilence198720735_f.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://www.boomerangshop.com/dvdcover/imageweb/SwornToSilence198720735_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme Juramento ao silêncio (Sworn to silence – 1987) mostra a trajetória do advogado Sam Fischetti durante um caso bárbaro que abalou a sociedade e o ocasionou sérias conseqüências, como a discriminação dele e da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sam Fischetti é advogado cível e, certo dia, é surpreendido com o pedido da esposa de Vicent Cauley para defendê-lo de uma acusação de homicídio. Primeiramente, ele se nega, haja vista que nunca trabalhara com direito criminal, porém um pedido do juiz o faz mudar de pensamento. Trata-se de uma artimanha, pois uma defesa bem feita dificultaria uma potencial apelação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que aceita o caso, Fischetti começa a sofrer preconceito da comunidade, a qual acredita que o réu não mereceria defesa alguma. Para ajudá-lo, o advogado chama um amigo, especialista em direito criminal, Martin Costigan. Ambos acreditam que Cauley tem o direito a uma defesa eficaz. “Vamos ver se inventamos uma”, diz ironicamente Costigan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, não acostumado com o trejeito dos casos penais, Sam Fischetti se desilude desde o começo do caso, achando que já o havia perdido. É quando o amigo diz – mesmo antes de saber a verdade sobre o crime: “Esqueça o Código Penal. A maioria dos clientes é de criminosos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vicent Cauley confessa o assassinato de Melissa Haytor, assim como o de Nancy Dearing e Sarah Goodman, até então desaparecidas. Inicia-se, então, o dilema ético de Fischetti. Junto com Costigan, ele vai até o local onde estão os corpos e fica divido entre contar a verdade às famílias das vítimas ou defender o réu imparcialmente. Ele opta pela primeira alternativa. “Talvez ninguém seja ninguém até acender uma chama na lareira e se enxergar o que não gostaria de ver. (...) Talvez agora eu seja verdadeiramente um advogado”, fala ele à esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sabendo dos crimes e apesar dos preconceitos sofridos, os advogados fazem uma defesa imparcial de Vicent Cauley e tentam esclarecer o motivo dele ter se tornado um criminoso, já que havia crescido sem padrões morais em uma família desestruturada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme mostra que o advogado deve deixar as convicções de lado, em certos momentos, e trabalhar em busca de justiça, não importando a quem, já que a Constituição não faz distinções. Ao contrário, afirma que “todos são iguais perante à lei”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-7608174832067002034?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/7608174832067002034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=7608174832067002034' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7608174832067002034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/7608174832067002034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/05/juramento-ao-silncio.html' title='Juramento ao silêncio'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-1080115729184186311</id><published>2007-04-27T18:40:00.002+02:00</published><updated>2008-03-09T04:59:13.797+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='direito'/><title type='text'>Controle de constitucionalidade das leis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.authentichistory.com/antebellum/manifest/1828_John_Marshall.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://www.authentichistory.com/antebellum/manifest/1828_John_Marshall.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando John Marshall falou sobre um controle de constitucionalidade, feito pelo Judiciário, na Convenção de 1787, já havia quem defendesse essa atitude. Alexander Hamilton, quinze anos antes de Marshall, falava sobre a superioridade de Constituição em face das leis ordinárias, assim como da competência judiciária para interpretar as leis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também existiam casos práticos relacionados ao controle da constitucionalidade advindo do judiciário. Em 1780, no estado de New Jersey, houve a anulação de uma lei por contrariar a Constituição. Dois anos depois, os juízes da Virgínia se disseram competentes para julgar a constitucionalidade das leis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria mais adequado haver um controle da constitucionalidade por parte do judiciário por este ser o poder que feriria menos os direitos políticos assegurados na Constituição. Para haver uma administração das leis justa e imparcial seria preciso uma independência das Cortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas seriam a intermediação entre o povo e a legislação, pois averiguariam o trabalho dos legisladores, verificando se não ultrapassavam os limites impostos. Isso não significaria dizer que haveria uma hierarquia entre os poderes, mas como fala Montesquieu, existiria um balanço, o chamado sistema de “freios e contrapesos”, no qual cada um teria que manter independência para equilibrar o sistema democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei ordinária não poderia colidir com a Constituição porque é a última que delega o poder para a elaboração das primeiras, já prevendo um controle de constitucionalidade. A Lei Fundamental prevaleceria, haja vista que a vontade do povo é superior a dos representantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;* Reflexão feita do texto de Ronaldo Poletti - Controle da constitucionalidade das leis, páginas 24 a 34.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-1080115729184186311?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/1080115729184186311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=1080115729184186311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1080115729184186311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1080115729184186311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/04/controle-de-constitucionalidade-das.html' title='Controle de constitucionalidade das leis'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-1824532135254649451</id><published>2007-04-05T23:23:00.000+02:00</published><updated>2007-04-05T23:30:16.497+02:00</updated><title type='text'>Internet e direitos autorais</title><content type='html'>&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!-- google_ad_client = "pub-9616595206100406"; google_ad_width = 728; google_ad_height = 90; google_ad_format = "728x90_as"; google_ad_type = "text_image"; google_ad_channel = ""; google_color_border = "FFFFCC"; google_color_bg = "FFFFCC"; google_color_link = "6F3C1B"; google_color_text = "4C4C4C"; google_color_url = "333333"; //--&gt;&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;Fiz um trabalho de Metodologia da Pesquisa Jurídica com o seguinte tema: &lt;a href="http://internetedireitosautorais.blogspot.com/"&gt;A internet como instrumento incentivador da pirataria musical e os direitos autorais&lt;/a&gt;. Podem conferir!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-1824532135254649451?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/1824532135254649451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=1824532135254649451' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1824532135254649451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/1824532135254649451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/04/internet-e-direitos-autorais.html' title='Internet e direitos autorais'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-3803841146702618199</id><published>2007-03-18T16:09:00.000+02:00</published><updated>2007-03-18T16:19:54.177+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.queromaisbrasil.com.br"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rf1IetmQLNI/AAAAAAAAAAM/tNID1qOITXw/s320/300x250_crescimento.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5043266850198138066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-3803841146702618199?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/3803841146702618199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=3803841146702618199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3803841146702618199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/3803841146702618199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/03/blog-post.html' title=''/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_m1mhkqmP8Jk/Rf1IetmQLNI/AAAAAAAAAAM/tNID1qOITXw/s72-c/300x250_crescimento.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-661930129736917415</id><published>2007-03-18T02:52:00.000+02:00</published><updated>2007-03-18T02:57:11.579+02:00</updated><title type='text'>A luta pelo direito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0b/RudolfvonIhering2.jpg/250px-RudolfvonIhering2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 199px; height: 291px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0b/RudolfvonIhering2.jpg/250px-RudolfvonIhering2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“O fim do direito é a paz, o meio de que se serve para consegui-lo é a luta.” Com essa primeira frase, talvez uma das mais impactantes, Rudolf von Ihering inicia o livro A luta pelo direito. No decorrer da obra, ele procura mostrar a necessidade de ser consciente do direito que se tem e de se buscar justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Como uma prova do valor da luta pelo direito, o jurista alemão explica o significado do símbolo da Justiça, no qual a deusa tem uma balança com que pesa o direito, enquanto na outra a espada para defendê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ao falar em luta, ele não quer dizer que se tenha de brigar a todo e a qualquer instante. “Só nos casos em que a própria pessoa é pisoteada juntamente com o seu direito, erigi a defesa do direito em forma de auto-afirmação da personalidade, e com isso fiz dela uma questão de honra e obrigação moral. Se alguém, para imputar-me a opinião absurda de que a rixa e a discórdia são coisas belas e de que a teimosia e a propensão de demandar devem ser apontadas como virtudes, este alguém finge não perceber a distinção que enfatizei em termos tão claros. Só posso explicar tal atitude como forma de deslealdade, consistente em deturpar uma opinião incômoda para refutá-la, ou então como resultado do desleixo na leitura da obra, que faz com que o leitor, quando chega ao fim, já não se lembre o que leu no início”, diz Ihering.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Deve haver um equilíbrio, pois “o verdadeiro estado de direito só pode existir quando a justiça sabe brandir a espada com a mesma facilidade com que manipula a balança”. Sem, no entanto, esquecer que a defesa da existência é a lei suprema da vida. Está incluída neste caso a existência moral, a qual é defendida pelo direito. Segundo Rudolf von Ihering, “sem o direito, o homem retorna a condição animalesca.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quando o direito é violado, cabe ao titular tomar uma decisão: seguir pacificamente abandonando o direito subjetivo – Ihering se atém mais intensivamente ao direito subjetivo e não ao objetivo, conjunto de leis formuladas pelo Estado – ou lutar contra o seu agressor. Seja qual for a atitude tomada, ela terá uma conseqüência, já que ou sacrificará o direito ou a paz. A escolha deve, portanto, ser tomada com ponderação, principalmente se envolver aspectos mais importantes como a opção pela vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O direito não é algo estático, imutável; ele muda de acordo com as transformações ocorridas nas sociedades, haja vista ser um produto deste meio. As mudanças, certas vezes, provocam uma disputa entre o direito novo e o antigo. Nessa questão, o autor afirma que “aquilo que existe deve ceder ao novo, pois tudo o que nasce há de perecer”.&lt;br /&gt;O direito não nasce pacificamente, entretanto do conjunto das lutas empreendidas pelo povo. Ihering acredita que o amor e a energia despendidos com na defesa do direito são proporcionais ao esforço e ao trabalho que este direito custou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Justiça e o direito, conforme pensa o alemão, só se desenvolvem em um país cujos cidadãos sejam ativos. “A todos cabe o dever de esmagar a cabeça da hidra do arbítrio e do desrespeito à lei, sempre que esta sair a toca.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o escritor, o direito privado é a semente que dá frutos no direito público e no internacional. Ele afirma que “a verdadeira escola de educação política dos povos é o direito privado, não o direito público”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma questão levantada, e até hoje debatida no direito civil, é a da proteção do direito em relação ao devedor, conseqüência do direito romano. “A simpatia para o com o devedor é uma das características das épocas de decadência. (...) Uma época vigorosa preocupa-se antes de tudo com a efetivação do direito do credor”, diz Ihering.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, direito é, acima de tudo, sentir. “A força do direito reside no sentimento, tal qual a força do amor. E quando falta o sentimento, o conhecimento e a inteligência no podem substituí-lo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A luta pelo direito (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Der Kampf ums Recht&lt;/span&gt; no original em alemão) foi publicado pela primeira vez em 1872.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-661930129736917415?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/661930129736917415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=661930129736917415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/661930129736917415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/661930129736917415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/03/luta-pelo-direito.html' title='A luta pelo direito'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-117346774830531383</id><published>2007-03-09T21:10:00.000+02:00</published><updated>2007-03-09T21:15:48.316+02:00</updated><title type='text'>50 anos da União Européia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.northdown.gov.uk/UPLOADS/DOCS/eu%20flag.bmp"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.northdown.gov.uk/UPLOADS/DOCS/eu%20flag.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A União Européia comemora 50 anos em 2007. A data traz à tona diversas facetas do bloco, assim como levanta várias questões. A junção dos países europeus mostra um caráter mais econômico do que político, constatando-se a situação após o início da circulação do Euro – o que fortaleceu a economia – e o não à Constituição européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor da Università degli Studi di Lecce Michele Carducci, em palestra proferida na Universidade Católica de Pernambuco, disse que “a Constituição é uma ilusão, uma contradição”. Essa contradição teria aspecto positivo e negativo. O primeiro seria a criação de um espaço comum, enquanto o segundo se referiria à desconfiança da integração, pois a história da UE está em constante evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais problemas levantados seria a fragmentação da defesa dos direitos. Faltaria uma estrutura judicial comum para efetivar a condição de reciprocidade. Isso porque, mesmo a Europa sendo o todo, cada Estado tem suas leis próprias, nem sempre aceitas pelos demais. A conseqüência seria uma assimetria entre os países europeus. Os direitos fundamentais na Europa sofreram processos estaduais e não unitários, dificultando-se a união completa do bloco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Michele Carducci, há duas tradições no direito: a continental (de origem alemã) e a inglesa, o que leva a duas formas de desenvolver direitos diferentes. No contexto continental, trata-se mais de um contexto político-social, já no inglês, mais de caráter individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual tendência seguiria a União Européia? “A tutela dos direitos na Europa ainda segue a inglesa, numa busca pelos direitos individuais. A Europa vive um processo de individualização”, falou Carducci. “Por isso a França votou ‘não’, ela quis dizer que não queria uma Europa individual. Um preâmbulo [refere-se ao do projeto da Constituição Européia] que não dá uma resposta sobre a matriz da UE não tem uma resposta para diversas questões.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Europa só estaria, portanto, efetivamente unida, quando todos os cidadãos europeus pudessem gozar dos mesmos direitos, independente de nacionalidades. As questões apresentadas podem parecer distantes do contexto brasileiro e latino-americano, porém, com o crescimento do Mercosul vão estar batendo à nossa porta brevemente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-117346774830531383?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/117346774830531383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=117346774830531383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/117346774830531383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/117346774830531383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2007/03/50-anos-da-unio-europia.html' title='50 anos da União Européia'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-116715942466137284</id><published>2006-12-26T20:51:00.000+02:00</published><updated>2006-12-26T20:57:04.680+02:00</updated><title type='text'>Ser brasileiro...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.braziltour.com/site/arquivos/imagens/tour/cultural/grande/00612.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.braziltour.com/site/arquivos/imagens/tour/cultural/grande/00612.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que é ser brasileiro? Eis uma pergunta simples e, ao mesmo tempo, como tudo na vida, complicada! Há alguns dias venho tentando buscar uma resposta única para esta questão, mas, simplesmente... não encontro! É impossível descrever, em algumas linhas, um povo tão rico e promissor como o nosso. Ei... e sem ufanismos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que falta para o brasileiro talvez seja o orgulho de ter este adjetivo pátrio, de saber que nasceu em um lugar que respira cultura desde o seu surgimento. Podemos ter corrupção, péssimos momentos por conta de terríveis administrações e políticos. Mas, se quisermos, podemos mudar. É só acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A baixa auto-estima do brasileiro pode ter surgido desde o período do descobrimento... Lembro-me de uma colega ter falado que “brasileiro” era como se conheciam os traficantes de Pau-Brasil. Já dá para ter uma noção de como o povo se sentiria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portugueses só deram atenção ao nosso país depois de quase perderem o território para os invasores franceses, holandeses... O que sucinta indagações como: “E se tivéssemos sido colonizados por outros povos?”. Nunca saberemos o que teria acontecido. Talvez o mesmo, talvez não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... e aí, o que é ser brasileiro? Acredito que estou dando voltas sem chegar a lugar algum, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, ser brasileiro é saber que se tem nas veias sangue de diversas étnicas: de índios,&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1267/1440/1600/194460/DSC00965.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1267/1440/320/836774/DSC00965.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; negros e europeus dos mais remotos lugares! É ser um moreno de olhos puxados e esverdeados. É se olhar no espelho e ver que o brasileiro não tem característica certa: pode ter qualquer biótipo, o mais variado sotaque. E, é... ter a certeza de que isso é que nos faz um lugar único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É saber que falamos “português”, porém pronunciar diversas palavras de origem indígena e africana... É escutar um “oxe” no Nordeste e um “tchê” no Sul. É ter o Maracatu, o Frevo, a Ciranda, o Vaneirão... Qual é o outro local neste mundo que tem vários países dentro de um só?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser brasileiro é conhecer o povo e ter vontade de conhecê-lo mais e mais... É se deslumbrar com as praias no verão ou sentir o friozinho do inverno do Sul. Ser brasileiro é ser único, gigante, é ser vitorioso e acima de tudo... esperançoso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-116715942466137284?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/116715942466137284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=116715942466137284' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116715942466137284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116715942466137284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/12/ser-brasileiro.html' title='Ser brasileiro...'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-116472639300440799</id><published>2006-11-28T17:04:00.000+02:00</published><updated>2006-11-28T17:06:33.020+02:00</updated><title type='text'>Hans Kelsen e a Teoria pura do direito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.unipv.it/deontica/Gallpics/classici/kelsen.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 233px; height: 330px;" src="http://www.unipv.it/deontica/Gallpics/classici/kelsen.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O austríaco Hans Kelsen foi considerado um dos maiores juristas no século XX. Quando escreveu a primeira versão da obra Teoria pura do direito, em 1934, Kelsen era forte crítico do psicologismo e da vontade do Estado. Ele se indagava como o Estado não era uma pessoa e poderia ter vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sendo a vontade uma categoria de explicação do direito, era preciso haver outra. A partir daí, deixou-se influenciar pelo pensamento kantiano, o qual fala sobre o ser e o dever ser. Dessa maneira, estaria o direito enquadrado na última categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o jurista austríaco, o direito não está no plano dos fatos, mas sim no das normas; ele é algo que pode ser descrito através delas. Kelsen pretendia era construir uma ciência do direito autônoma, que não precisasse de conteúdo. A teoria do direito deveria ser universal, formalista e normalista.O papel do cientista do direito nesse caso era estudar os fundamentos da validade formal da norma. Ele tem que descobrir o direito, assim como conhecê-lo e aplicá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existiriam dois tipos de interpretação: “a interpretação do Direito pelo órgão que o aplica, e a interpretação do Direito que não é realizada por um órgão jurídico, mas por uma pessoa privada e, especialmente, pela ciência jurídica”. A interpretação autêntica de uma norma, segundo Kelsen, seria feita por um órgão aplicador do direito, o mesmo que também poderia ser o criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à resolução dos casos, haveria uma decisão para cada um. Pode acontecer, no entanto, de haver várias possibilidades de aplicação da norma, mas dentro de uma “moldura”. Por exemplo, um juiz avalia um caso e pode aplicar uma pena que varia pode variar na questão temporal. Se o limite for de um a três anos, o juiz pode escolher um, dois, dois anos e meio ou três anos; mas toda a decisão que for tomada estará dentro da moldura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Kelsen, “a necessidade de uma interpretação resulta justamente do fato de a norma aplicar ou o sistema das normas deixarem várias possibilidades em aberto, ou seja, não conterem ainda qualquer decisão sobre a questão de saber qual dos interesses em jogo é o de maior valor, mas deixarem antes esta decisão, a determinação da posição relativa dos interesses, a um ato de produção normativa que ainda vai ser posto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo falando dessa questão da escolha dentro da moldura, ele diz que a escolha não deve ser vista como um problema do direito, mas sim como da política do direito. A distinção entre assuntos como moral e sociologia é total do direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da Segunda Guerra Mundial, Kelsen reviu os pensamentos dele. Uma das razões para isso seria porque o modelo não descreveria o modelo jurídico na prática. Ele descarta as idéias de ser e de dever ser por influência do realismo americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, passa a considerar que existe o elemento da vontade dentro da escolha do juiz em determinado caso e que a decisão – tirada da moldura – passa a ser direito positivo aplicado. A interpretação não é vista apenas como norma, mas como a junção desta com a vontade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-116472639300440799?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/116472639300440799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=116472639300440799' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116472639300440799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116472639300440799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/11/hans-kelsen-e-teoria-pura-do-direito.html' title='Hans Kelsen e a Teoria pura do direito'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-116118012057469269</id><published>2006-10-18T15:59:00.000+02:00</published><updated>2006-10-18T16:14:27.090+02:00</updated><title type='text'>A hermenêutica gadameriana</title><content type='html'>O homem é um animal hermenêutico. É nessa afirmação que se baseia o pensamento de tanto de Gadamer quanto de Heidegger, de quem o primeiro foi pupilo. Para compreender o que diz Gadamer é preciso analisar a temporalidade, já que segundo o filosofo alemão, o homem é um ser finito e histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ele aborda a questão de como é possível a compreensão através da hermenêutica filosófica, assim conhecida por não seguir os métodos das ciências humanas. Métodos esses, conforme explicita Gadamer, que não é caminho da verdade. “A verdade zomba do homem metódico”, pois o máximo que ele pode fazer é apreender apenas uma verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segundo Gadamer, “ser compreendido é a linguagem” e o homem vive dentro do mundo lingüístico. Não é um autor soberano que dita as regras, mas é a linguagem em si que provoca o homem e causa-lhe efeitos. “Toda compreensão é interpretação e toda interpretação se faz no seio da linguagem” diz Manfredo Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O processo de interpretação requer uma autocompreensão que ocorrerá quando o homem definir o seu papel no tempo e na história. O ser do eis-aí-ser, escreve Manfredo, “é uma&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.uni-heidelberg.de/magazin/gadamer/gadamer3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.uni-heidelberg.de/magazin/gadamer/gadamer3.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; mediação entre o passado e o presente na direção do futuro que se abre”. Ou seja: compreende-se através de pré-conceitos, que são mais a realidade histórica do seu ser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A interpretação perfeita acontece com a união dos horizontes do texto e do intérprete. “Se há uma transformação no indivíduo que está falando e no outro que está escutando, então, há um diálogo. Mas não existe uma perspectiva ideal de encontro, como a idéia de um símbolo de duas metades. Todo outro em sua alteridade está sempre além do ‘tu’ que o indivíduo conhece”. (Gadamer)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A tradição, essencial para a visão gadameriana, está ao alcance do presente através da escrita, ocasionando num alargamento e enriquecimento dos horizontes. Gadamer acredita que “a e escrita é uma espécie de fala alienada e a tarefa da hermenêutica consiste precisamente em reconduzir a escrita a fala”. Pode-se fazer uma analogia com o sistema de codificação, é como se o pensamento fosse condensado em forma de texto e esperasse pelo intérprete para ter vida e ação novamente ao ser decodificado/interpretado. A linguagem é finita porque dentro dela há uma infinidade de sentidos que podem surgir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ao interpretar algo, o homem leva a suas experiências para tentar compreender o que está sendo mostrado. O entendimento se dá de acordo com a vivência do receptor, não importando o contexto de quem o escreveu, mas de quem o lê. Aí entraria o caso da hermenêutica jurídica. Não vem ao caso quem escreveu as leis, mas a aplicabilidade, sendo mais relevante a interpretação feita pelo jurista que a vai designar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  “Quem quer compreender um texto, em princípio, tem que estar disposto a deixar que ele diga alguma coisa por si. Por isso, uma consciência formada hermeneuticamente tem que se mostrar receptiva, desde o princípio, para a alteridade do texto. Mas essa receptividade não pressupõe nem neutralidade com relação à coisa nem tampouco auto-anulamento, mas inclui a apropriação das próprias opiniões prévias e preconceitos, apropriação que se destaca destes.” (Gadamer) O leitor tem que estar aberto, deixar o texto se expressar, mesmo se ele necessite da tradição e dos pré-conceitos para compreendê-lo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-116118012057469269?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/116118012057469269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=116118012057469269' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116118012057469269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116118012057469269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/10/hermenutica-gadameriana.html' title='A hermenêutica gadameriana'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-116053491184118271</id><published>2006-10-11T04:25:00.000+02:00</published><updated>2007-03-18T04:59:37.390+02:00</updated><title type='text'>Dr. House: medicina à la Sherlock Holmes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.telesimo.it/telefilminbreve/house/03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.telesimo.it/telefilminbreve/house/03.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não sou nem um pouco noveleira. Não sei bem ao certo o motivo, talvez as histórias sejam ruins, mas principalmente seja o fato de ter que ficar “presa” a algo, tendo que acompanhar todos os dias os capítulos de uma estória que parecia nunca ter fim, principalmente hoje em dia, quando os autores prolongam os folhetins em busca de audiência e merchandising.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contraditoriamente (ou não?!?!) sou viciada em séries... e quando eu gosto de uma sou pior do que a “típica noveleira”. Fico louca para saber o que vai acontecer, qual será o destino dos personagens. Mas ao mesmo tempo, o que eu gosto, é que as séries, na maioria dos casos, tem um começo, um meio e um fim. A ansiedade é para saber o que vai acontecer no próximo episodio, qual vai a estória seguinte, como a personagem vai reagir numa situação diferente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas séries pelas quais sou encantada, porém confesso ter uma “quedinha” por aquelas que tenham um certo suspense (tem que ser o inteligente!), um mistério, mas que seja – por favor! – irônica! Não sou muito adepta ao estilo “bom mocinho”, prefiro aquelas personagens que tem “personalidade”, são bonzinhos, mas com um pitada de maldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso faço o possível (muitas vezes vou dormir de madrugada!) para assistir House. O seriado possui todas as qualidades de um bom folhetim: suspense, mocinhos e garotinhas bonitos, humor e... Hugh Laurie!! Bem que ele tenta disfarçar o sotaque inglês, mas, na minha humilde opinião mesmo que digam o contrário, não é 100% bem sucedido (o que, ao contrário do que algumas pessoas possam pensar é ótimo!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;House conta a estória de um médico (Gregory House), chefe de uma equipe que lida com os casos mais estranhos da medicina. O desenrolar dos episódios se dá na tentativa de Dr. House e sua equipe (composta por Cameron, Foreman e Chase) de achar um diagnóstico para os tipos raros – e bizarros – de enfermidade e com o relacionamento com seus subalternos, seu melhor amigo dr. Wilson e Cuddy (diretora do hospital). Na maioria dos casos, o final é feliz, em outros, o fim do paciente não é aparente, mas, em cada capítulo se tenta mostrar um pouco do lado humano e sensível do dr. House.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que para ele tudo tem uma explicação lógica, baseada na sua observação do comportamento humano. Ele pode até entender o que se passa na mente dos outros, entretanto não entende a si próprio. É ranzinza, chato, desconfiado, manco, diferente dos outros médicos não usa jaleco, tem um aspecto de relaxamento, mas é exigente demais!!! Nossa... você deve estar pensando como é possível gostar de um cara assim... Assista e você vai descobrir!! Não é por acaso que a série da FOX (no Brasil apresentada pela Universal quintas às 23h, com reprise à 1h e sábados às 19h) é um sucesso desde sua estréia em 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-116053491184118271?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/116053491184118271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=116053491184118271' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116053491184118271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116053491184118271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/10/dr-house-medicina-la-sherlock-holmes.html' title='Dr. House: medicina à la Sherlock Holmes'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-116035960947628623</id><published>2006-10-09T04:04:00.000+02:00</published><updated>2006-10-09T04:10:23.540+02:00</updated><title type='text'>Política e conceitos: do clássico ao atual</title><content type='html'>A política é um assunto bastante comentado nos últimos meses por conta do ano eleitoral. Mas o significa da palavra política sofreu alterações desde Aristóteles, o qual escreveu a obra homônima e que “deve ser considerado o primeiro tratado sobre a natureza, as funções, as divisões do Estado e sobre as várias formas de governo, predominantemente no significado de arte ou ciência do governo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A partir de então, usou-se esse conceito sempre se referindo ao Estado ou a algo ligado a ele. A conseqüência é que os cidadãos não se acham enquadrados no meio político, o que deve se considerar um erro grave, pois todo o ser humano é um ser essencialmente político porque vive em sociedade e toma atitudes que afetarão não só a si próprio como aos que estão em volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O conceito de política desgastou-se também devido às más atitudes das pessoas eleitas para serem representantes do povo. E essa questão influenciou até a noção que se tinha de democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Demo = povo, cracia = poder: governo do povo. O regime criado no período helênico, que na etimologia significaria um governo popular, teve o início já marcado por uma distorção. Na época do seu surgimento só era considerado cidadão aqueles que tivessem um certo poder aquisitivo e status social. A maior parte dos habitantes da Grécia não fazia parte desse grupo, mostrando-se que, na verdade, essa “democracia” estaria mais próxima de uma oligarquia (governo de poucos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Mas não se deve desmerecer a contribuição dos gregos para a democracia. Hoje, esse povo que deveria se importar com o seu governo está desesperançoso e esquece que é ele que tem o poder para eleger, escolher os seus representantes, aqueles que têm a obrigação de lutar pelas necessidades, pelos anseios da maioria.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma sociedade torna-se tanto mais ingovernável quanto mais aumentam as demandas da sociedade civil e não aumenta correspondentemente a capacidade das instituições de a elas responder, ou melhor, com a capacidade de resposta do Estado alcançando limites talvez não mais superáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rousseau dizia que o Estado se formou da união de pessoas através de um contrato, um pacto social firmado pela maioria, na qual os integrantes abdicavam de uma parcela de sua liberdade individual para receberem em troca um outro tipo de liberdade, equivalente a primeira: a coletiva. Esse contrato visa o bem-estar social. E ainda é esse o papel do Estado atualmente, que deve fornecer o mínimo de condições possíveis para as pessoas. Ele deve dar gratuitamente educação, saúde, cultura e até mesmo moradia, como é previsto na Constituição Brasileira, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Art. 6º&lt;/span&gt;  São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Apesar disso, a teoria é diferente da prática e observa-se que a decadência do ensino e da saúde pública. As pessoas de classe média pagam por serviços que deveriam ser ofertados pelo responsável por zelar pelo bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É difícil tentar entender e comparar algumas atividades tomadas pelo Estado. Isso porque a “razão” dele é diferente da individual. Segundo Bobbio, por ‘razão do Estado’ entende-se aquele conjunto de princípios e máximas com base nas quais as ações que não seriam justificadas se cumpridas por um indivíduo isolado não são apenas justificadas mas em alguns casos de fato exaltadas e glorificadas se cumpridas pelo príncipe, ou por qualquer pessoa exerça o poder em nome do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, a razão do Estado é a política e a do indivíduo é a moral, que o impede dou instiga a fazer algo de acordo com a concepção própria de certo ou errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Os objetivos, certas vezes, são desviados por causa da ambição dos representantes do povo, os quais olvidam as necessidades dos que o elegeram e apenas almejam poder. Na tipologia clássica se diz que o poder seria o meio utilizado para se adquirir algo, alguma vantagem. Na época de Aristóteles, classificava-se o poder em paterno, despótico e político. Nesse último estariam em questão tanto os interesses dos governantes quanto os dos governados, todavia, numa forma corrupta de governo, existe somente os dos primeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na tipologia moderna, a ordenação do poder ocorre de acordo com os meios utilizados pelo sujeito ativo para direcionar o comportamento do sujeito passivo. Sendo assim, há o poder econômico, o poder ideológico e o poder político. No econômico, usa-se a posse de bens necessários para influenciar aqueles que não os possuem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O poder ideológico funda-se sobre a influência que as idéias formuladas de um determinado modo, emitidas em determinadas circunstancia, por uma pessoa investida de uma determinada autoridade, difundidas através de determinados procedimentos, têm sobre a conduta dos consociados: desse tipo de condicionamento nasce a importância social em casa grupo organizado daqueles que sabem, dos sapientes. (...) O poder político, enfim, funda-se sobre a posse dos instrumentos através dos quais se exerce a forca física (armas de todo tipo e grau): e o poder coativo no sentido mais estrito da palavra.” (Bobbio, 2000.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais forte dos três é o político, pois os grupos sociais recorrem a ele para manter a ordem através da coação. É o uso da força que torna o poder político diferente dos demais. Ele também se distingue porque tem exclusividade, universalidade e inclusividade. É exclusivo porque não permite grupos armados independentes; universal uma vez que a decisão tomada pelo detentor do poder afeta a todos; inclusivo porque intervem em outras atividades dos membros do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta época de eleições, verifica-se bem as utilizações dos três tipos de poder mencionados para induzir os eleitores a votarem em determinados candidatos. Há, até mesmo, a compra de votos, descaracterizando todo o legitimo significado de democracia e de política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que a sociedade civil (para alguns autores o lugar das relações econômicas e que não deve ser confundida com o conjunto de pessoas não inseridas na atividade militar) se conscientize do seu papel na formação de um governo justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade civil representa o lugar onde se formam, especialmente nos períodos de crise institucional, os poderes de fato que tendem a obter uma legitimação própria inclusive em detrimentos dos poderes legítimos – o lugar onde, em outras palavras, desenvolvem-se os processos de deslegitimação e de relegitimação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-116035960947628623?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/116035960947628623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=116035960947628623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116035960947628623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/116035960947628623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/10/poltica-e-conceitos-do-clssico-ao.html' title='Política e conceitos: do clássico ao atual'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-115370720985752461</id><published>2006-07-24T04:08:00.000+02:00</published><updated>2006-07-24T04:17:42.843+02:00</updated><title type='text'>A teoria (de) Juliana</title><content type='html'>Poxa... quando eu me animo toda porque encontro uma banda chamada “&lt;a href="http://www.thejulianatheory"&gt;The Juliana Theory&lt;/a&gt;” vejo que ela já acabou!! Será possível que tudo o que tem Juliana no meio não termina bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para quem quer saber um pouquinho mais da história deles...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo foi formado em 1997 por cinco rapazes da Pensilvânia (Estados Unidos). Eram eles:&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://lga01.umicache.com/p/purevolume.com/full_size/-145-1121286908-tjtjuly1305.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://lga01.umicache.com/p/purevolume.com/full_size/-145-1121286908-tjtjuly1305.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Brett Detar (vocais e guitarra), Chad Alan (baixo e backing vocal), Joshua Fiedler (guitarra), Joshua Kosker (guitarra e backing vocal) e Josh Walters (bateria).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda, extinta em 9 de fevereiro de 2006, teria alcançado o auge em 2002. Segundo o comunicado oficial dos garotos “não é fácil ver algo que você construiu arduamente lentamente declinar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TJT é rotulada como alternativa, não só pelo som, mas pela atitude dos componentes os quais tentavam não se deixar levar pelo que o mercado fonográfico faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-115370720985752461?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/115370720985752461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=115370720985752461' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/115370720985752461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/115370720985752461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/07/teoria-de-juliana.html' title='A teoria (de) Juliana'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-115358935587583466</id><published>2006-07-22T19:22:00.000+02:00</published><updated>2006-07-22T19:29:15.893+02:00</updated><title type='text'>Música na velocidade da luz</title><content type='html'>Qual seria a solução para acabar com a pirataria no mundo? Desde o surgimento do Napster, criado pelo americano Shawn Fanning, seria impossível fazer uma estimativa do número de downloads de músicas que foram feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os artistas reclamam que não têm os direitos autorais respeitados, as poderosas gravadoras entram na briga e a confusão se instala. Mas, eis que surge uma nova questão: será que valeria mesmo a pena acabar com a oferta de músicas gratuitas na rede mundial de computadores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a minha humilde opinião, creio que o assunto não deveria nem ser cogitado. Várias bandas independentes, sem contratos assinados com grandes – ou até mesmo médias – gravadoras utilizam a internet como forma de divulgação. E, é necessário dizer, que com grande sucesso!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o preço dos CDs cada vez mais caro, a inflação subindo, o câmbio oscilando (no caso dos países que não possuem o Euro ou o dólar) fica difícil desembolsar uma certa quantidade apenas para “ouvir melhor” ou “conhecer uma nova banda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser um jeito barato e prático de divulgação, com a internet, os downloads, em apenas questões de segundos, um lançamento de uma banda japonesa pode estar tocando no iPod de um jovem chileno. Como isso seria possível sem a ajuda das trocas de arquivos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://pub.tv2.no/multimedia/TV2/archive/00228/Arctic_Monkeys_228829g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://pub.tv2.no/multimedia/TV2/archive/00228/Arctic_Monkeys_228829g.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A nova onda agora são sites, pelos quais os internautas possam escutar as músicas, mas sem baixá-las. Além disso, caso se interessem, podem encontrar informações da banda, preço de discos, entre outros. É o caso da &lt;a href="http://www.radio.terra.com.br"&gt;RádioTerra &lt;/a&gt;e da &lt;a href="http://www.last.fm/"&gt;LastFM&lt;/a&gt;, onde o usuário pode até encontrar “vizinhos”, pessoas que tem um gosto musical similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arctic Monkeys foi das bandas que tirou proveito dessas “estratégias virtuais” e hoje está estourando nas paradas mundiais. Para se ter uma idéia do impacto, o primeiro álbum dos garotos (Whatever people say I am that's what I'm not) foi o que vendeu mais rápido na Inglaterra, batendo recordes que antes pertenciam aos Beatles e Rolling Stones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, será que continuar na rede não vale a pena?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-115358935587583466?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/115358935587583466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=115358935587583466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/115358935587583466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/115358935587583466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/07/msica-na-velocidade-da-luz.html' title='Música na velocidade da luz'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-114746238158076102</id><published>2006-05-12T21:20:00.000+02:00</published><updated>2006-05-12T21:33:01.593+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1267/1440/1600/logo-rgb02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1267/1440/400/logo-rgb02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-114746238158076102?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/114746238158076102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=114746238158076102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/114746238158076102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/114746238158076102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/05/blog-post.html' title=''/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-114722353834794976</id><published>2006-05-10T03:11:00.000+02:00</published><updated>2008-01-21T21:15:20.892+02:00</updated><title type='text'>Mundo virtual</title><content type='html'>Não é de admirar, que ao me escutar dizer que gastaria todo o dinheiro que um dia eu tivesse com viagens, meu querido amigo Anderson falasse: “Eu, não! Para quê? Já tem Sky, internet para isso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo está a apenas um clique ou a um apertar de botão. Mudamos de canal e podemos ver até o que está acontecendo do outro lado do mundo, no Japão; o que os franceses estão assistindo às 20 h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se olharmos por um certo ângulo, ele está coberto de razão. Nada se compara a vivenciar os fatos, mas algo me fez refletir sobre isso. Estão surgindo e se popularizando diversos programas e sites, os quais possibilitam aos usuários verem qualquer lugar do mundo, através de fotos de satélites. Você faz uma volta ao mundo não em 80 dias, mas em, digamos, 80 segundos. Além dos sites que disponibilizam câmeras ligadas 24h em determinadas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um avanço da tecnologia e da informática, às vezes assusta. Parece que tudo escrito por George Orwell no best-seller 1984 está surgindo. Quem sabe o nosso verdadeiro Grande Irmão não seja a internet?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que a rede mundial de computadores tornou-se um local “democrático” (ainda custo a acreditar nisso), ela cria uma idéia muito virtual de tudo. Até mesmo da vida e de suas experiências. Penso no que poderá acontecer com as próximas gerações, que não conhecerão qualquer tipo de brincadeira saudável, mas serão jogadas (se já não estão sendo) num mundo cheio de informação no qual é preciso de experiência real para compreendê-las. E as conseqüências, quais serão?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-114722353834794976?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/114722353834794976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=114722353834794976' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/114722353834794976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/114722353834794976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/05/mundo-virtual.html' title='Mundo virtual'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-113778365203016535</id><published>2006-01-20T20:59:00.000+02:00</published><updated>2006-01-20T23:20:35.736+02:00</updated><title type='text'>Educação: importante ou prioritária?</title><content type='html'>“Todos são iguais perante a lei.” E para fazer valer o artigo 5º da Constituição Brasileira, promulgada em 1988 no auge da ânsia do povo brasileiro por igualdade e democracia, nada melhor do que a educação. Através de um ensino de qualidade, mas não apenas dele, as oportunidades podem ser mais bem equiparadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No encontro que o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, teve, em outubro de 2005, com o ministro das Finanças chinês, Jin Renqing, ele afirmou que a educação é prioritária no desenvolvimento do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre ser prioritária ou ser importante é bastante sutil. Segundo o dicionário de língua portuguesa importante é algo “necessário, o que é essencial ou mais interessa”. Já prioritário vem de prioridade que significa “qualidade de que ou de quem vem primeiro; precedência dada a alguém com preterição de outrem”. Ao se analisar, o que está no dicionário, nota-se que a educação possui ambos adjetivos, apesar de que além de educação, outros benefícios devem ser oferecidos ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países que investem na educação, por exemplo, França e Alemanha, onde a taxa de analfabetismo de pessoas acima de 15 anos é menor que 5%, apresentam tantos bons índices de desenvolvimento como são referências no mundo acadêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num país como o Brasil, onde 13,60% da população é analfabeta demanda-se muitos esforços. A situação melhorou, pois em 1970 o número era quase três vezes maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com dificuldades, a luta em busca do aprimoramento educacional fez a escola Professora Jandira de Andrade Lima, situada em Limoeiro, Agreste de Pernambuco, receber o prêmio de melhor escola pública do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nela, uma parceria feita com a escola primária Westerholt dá chances de crianças, que nunca imaginaram estudar alemão ou conhecer o país de Goethe e Schüller, tornarem alguns sonhos realidades. Lá, eles têm contato com o idioma e viajam pela primeira vez à Europa, oportunidade que poucos brasileiros possuem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever com a educação não é somente com aquilo que está escrito nos livros, porém com todo o processo educativo, inclusive o social, no qual se aprende principalmente a ser cidadão tendo consciência de seus direitos e seus deveres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É através dessa consciência sobre o papel que se ocupa no processo de formação social, econômica e política do país, que os 160 milhões de brasileiros poderão contribuir para o desenvolvimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-113778365203016535?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/113778365203016535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=113778365203016535' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/113778365203016535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/113778365203016535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2006/01/educao-importante-ou-prioritria.html' title='Educação: importante ou prioritária?'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-113545289610372848</id><published>2005-12-24T21:28:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T05:01:32.508+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Os educadores</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/educadores/educadores-poster03.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/educadores/educadores-poster03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Jan, Jule e Peter: três jovens revolucionários que querem “educar” a elite alemã. Sim... educar, pois eles se intitulam de “Os educadores”, daí o título do filme. Seguindo o exemplo de Adeus, Lênin (com Daniel Brühl, mesmo ator que faz Jan), o enredo mostra um pouco da sociedade da Alemanha, que sofre há anos com toda a história política e social. A conturbação nesse país europeu vai desde antes do tempo do Früher, passando pela separação entre Alemanha Oriental e Ocidental, até os dias de hoje, nos quais os teutos se vêem ameaçados com uma possível instabilidade econômica e demonstraram isso nas urnas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas &lt;a href="http://www3.ifcfilms.com/theedukators/"&gt;The Edukators&lt;/a&gt; apresenta uma faceta da juventude atual que poderia fazer parte de qualquer lugar do mundo. Não existe mais um ideal certo, um inimigo claro contra o qual lutar como nos anos 60 ou 70. É como Jan diz, o que era revolucionário nessa época, hoje está nas prateleiras para ser vendidos e dar lucro. Ele até mesmo cita as inúmeras camisetas de Che Guevara (algo que eu já havia comentado no texto anterior). O fato é que não existe ideologia e, quando há, ela é o retrato do pós-modernismo: inconstante, múltipla. A prova é tamanha que Jan diz a Jule que, quando se observa mais do que se age, vive-se numa Matrix. Todos nós estamos vivendo numa, pois somos agentes passivos de uma história que está sendo feita “para” nós e não “por” nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o filme somos levados a pensar o quanto nos rendemos ao sistema capitalista, mesmo sem percebermos. Hardenberg (milionário seqüestrado pelos três jovens) é uma prova da transformação feita pelo capitalismo, já que ele próprio foi um militante. É como ele afirma, “aos poucos vai acontecendo e você não percebe. Um dia você troca seu carro velho; no outro constitui uma família e quer uma casa boa...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É se deixando levar por essa mutação (in)consciente que compramos dezenas de roupas que não usamos; sapatos que valem uma fortuna, porém custam muito menos, porque são feitos por mão-de-obra barata, exploração infantil... Você pergunta: “É eu com isso?” Vou deixar os educadores responderem: “Manche Leute ändern sich nie” (Algumas pessoas nunca mudam.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sobrecarga.com.br/node/view/4449"&gt;Entrevista com o diretor Hans Weingartner.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-113545289610372848?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/113545289610372848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=113545289610372848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/113545289610372848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/113545289610372848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/12/os-educadores.html' title='Os educadores'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-113129947852466234</id><published>2005-11-06T19:21:00.000+02:00</published><updated>2005-11-10T17:32:37.013+02:00</updated><title type='text'>Live Strong Che Guevara!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.k2.dion.ne.jp/%7Enytk/LOVELOG_IMG/20050225c35e7922.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.k2.dion.ne.jp/%7Enytk/LOVELOG_IMG/20050225c35e7922.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A febre tomou conta do mundo. É quase impossível ver alguém que não tenha as benditas pulseirinhas amarelas da Nike. E é TODO MUNDO mesmo... de &lt;a href="http://www.sonypictures.com.br/canalsony/SPEMasterControllerServlet?pageId=News&amp;contentId=3948&amp;amp;ShowNewsDetail=yes"&gt;Jesse McCartney&lt;/a&gt; em seriado da Sony, Sean Paul no novo clipe ao coleguinha da universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vá perguntar se sabem o significado delas, quem as fundou. Eu confesso também que não sabia. Não vou me fingir de entendida, não. Só descobri depois de que o meu orientador de projeto (sobre bicicletas) falou sobre as pulseiras de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lance_Armstrong"&gt;Lance Armstrong&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mesmo!! Para quem ainda não conhece a história, elas foram criadas pelo ciciclista texano heptacampeão do &lt;a href="http://www.letour.fr/"&gt;Tour de France&lt;/a&gt;. O objetivo dele era arrecadar dinheiro para as pessoas que sofrem com o câncer. Até a cor tem uma explicação, pois amarela é a cor preferida de Lance, assim como da camisa do vencedor da Volta da França. Ele também fundou a &lt;a href="http://www.livestrong.org/site/c.jvKZLbMRIsG/b.594849/k.CC7C/Home.htm"&gt;Fundação Lance Armstrong&lt;/a&gt; que ajuda aqueles que sofrem com esse tipo de doença, da qual ele se curou. Mais um parêntese: o texano teve câncer de testículo, e, tornou-se campeão do Tour de France depois que se curou completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando para a conversa sobre o "modismo". É inacreditável quantas coisas que usamos pour ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fashion&lt;/span&gt;, estar na moda, tem seus significados. E se não fosse por uma boa causa? Isso me faz lembrar de... &lt;a href="http://www.cheguevaradelaserna.hpgvip.ig.com.br/"&gt;Che Guevara&lt;/a&gt;! Quantas são as pessoas que estampam uma camisa do argentino (sim... ele é nosso &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hermanito&lt;/span&gt;!) sem saber quais foram os seus ideais?!... Garanto que ele não gostaria de saber a moda do último desfile...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O post só foi para nos ligarmos, sem nada muito acadêmico, somente para vermos o quanto de simbolismo não tem os dias de hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-113129947852466234?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/113129947852466234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=113129947852466234' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/113129947852466234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/113129947852466234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/11/live-strong-che-guevara.html' title='Live Strong Che Guevara!'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112982826584266776</id><published>2005-10-20T19:06:00.000+02:00</published><updated>2005-10-20T19:11:05.850+02:00</updated><title type='text'>Jornalismo sem fronteiras</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/253491.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/253491.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Você já notou que o noticiário internacional ocupa um espaço relativamente pequeno na maioria dos jornais e que na maioria das vezes o texto é feito por agências internacionais (ou nacionais quando se tratam de jornais de médio e de pequeno porte)? Será mesmo que as notícias têm o peso que merecem? Como é o perfil de quem faz as notícias e de quem as lê? Essas são perguntas que podem ter as respostas encontradas no livro “Jornalismo Internacional” da Editora Contexto, escrito por João Batista Natali, que foi correspondente na Folha de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro Jornalismo internacional, escrito pelo jornalista João Batista Natali, é uma verdadeira aula sobre o tema, que possui pouca obra relacionada a ele. No decorrer da leitura, encontra-se o perfil do leitor da editoria internacional, o que é preciso para ser um bom jornalista dessa área, além de um pouco da história do jornalismo internacional e da trajetória da Folha de São Paulo, no quesito em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através de uma linguagem simples, foi redigido num tom coloquial, fazendo parecer que o escritor conversa diretamente com quem lê. Ele não se intimida em cortar o assunto e indicar um livro para aprofundamento. E, a todo instante, faz convites para serem feitas mais pesquisas relativas ao jornalismo internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Natali, essa editoria deve receber uma atenção especial, pois “o leitor faz parte de um segmento minoritário e mais bem informado. É um leitor que possui critérios menos provincianos e mais metropolitanos de interesse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como seria o perfil ideal de um profissional que trabalha com esse tipo de jornalismo? Um fator importantíssimo seria a curiosidade pela História. Isso porque é “equivocada a idéia de que o jornalista lida apenas com a atualidade. Não há competência profissional sem que tenhamos uma visão clara daquilo que está historicamente por detrás da notícia e que as agências internacionais não transmitem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como nos demais setores, a crise econômica atingiu as redações. O que era um trabalho exclusivo dos jornalistas do noticiário internacional passou a ser atribuído aos demais funcionários das outras editorias. Tudo para que fossem reduzidos os gastos com correspondentes no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a qualificação do jornalista deve ser melhor do que nos anos anteriores, já que “se passou a exigir mais dos redatores das editorias internacionais”. Afinal de contas, custa caro manter um profissional fora do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista da área ainda passa por um grande desafio: o de dar uma nova roupagem ao texto, pois eles são padronizados pelas agências e enviados para todos os jornais. O uso exclusivo das imagens e textos de agências ocasiona uma monotonia na cobertura internacional. Como diz o autor, “a competência jornalística consiste em colocar uma linda cereja nesse mesmo bolo antes de servi-lo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso saber falar inglês e espanhol fluentemente, haja vista que as agencias não dispõem mais de serviços em português. O jornalista precisa entender a “linguagem diplomática”. Mas isso não significa que os outros idiomas não sejam essenciais porque “a importância deles está diretamente associada à influência econômica e política dos países que os falam”. E, para quem ainda não atentou para o estudo das línguas estrangeiras, João Batista Natali avisa: “o jornalista monoglota é uma raça em extinção. Foi pelas editorias internacionais que eles começaram a ser extintos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O noticiário internacional vai além da cobertura de guerras e assuntos diplomáticos. Ele foi invadido pela onda “people”, composto pelas notícias das celebridades mundiais. O escritor utiliza a teoria de Theodor Adorno para explicar o motivo da atenção, com relação à curiosidade sobre os famosos, ser desviada da vida profissional dos artistas para a pessoal. Seria um “fetiche” da mercadoria cultural. As páginas dos jornais são invadidas pelo assunto porque “a fronteira entre o jornalismo e entretenimento nem sempre é muito nítida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História – O autor faz uma viagem na história do jornalismo internacional, que se confunde com a própria história do jornalismo. Nesse aspecto, João Natali desmistifica alguns lugares comuns dessa história. Para ele, acreditar que o setor surgiu no século XIX é um equívoco. Outro erro seria acreditar que a notícia se tornou “mercadoria” apenas com a consolidação do capitalismo, o que ocorreu já no mercantilismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alemão Jacob Függer von der Lille, o mais importante banqueiro europeu nas primeiras décadas do século XVI, foi o criador da newsletter. Os agentes de Függer enviavam, regularmente, informações que afetariam os negócios. Natali diz que foi “o embrião do jornalismo econômico e político, voltado para assuntos internacionais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Függer e seu embrião de newsletters impressas permitiam a manutenção de uma rede que fazia as informações circularem por circuitos paralelos aos utilizados por duas redes previamente existentes, a rede diplomática, que orientava monarcas, e a rede eclesiástica, que orientava dirigentes da burocracia na Igreja”, explica João Batista Natali. Dessa maneira, “a informação foi comercializada como instrumento para produzir eficiência e poder nos negócios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é só um pequeno exemplo que demonstra que o “jornalismo não pode se apequenar, fornecer da atualidade uma visão que será negada pelos historiadores”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112982826584266776?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112982826584266776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112982826584266776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112982826584266776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112982826584266776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/10/jornalismo-sem-fronteiras.html' title='Jornalismo sem fronteiras'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112922914879765063</id><published>2005-10-13T20:39:00.000+02:00</published><updated>2005-10-13T20:45:48.810+02:00</updated><title type='text'>Dependência e desenvolvimento na América Latina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/images/020902_fhc300.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.bbc.co.uk/portuguese/images/020902_fhc300.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fernando Henrique Carodoso formou-se em Ciências Sociais, em 1952. No ano seguinte, tornou-se auxiliar de ensino da cadeira de Sociologia I. Em 1955, Florestan Fernandes, nomeou-o primeiro assistente. A geração de Fernando Henrique acompanhou a visita de Jean Paul Sartre ao Brasil, em 1960.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na universidade era marxista e desenvolveu estudos sobre Karl Marx. Também tiveram influência sobre ele: Montesquieu, Tocqueville, Max Weber, Sérgio Buarque de Holanda e Joaquim Nabuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à Folha de São Paulo, em 1996, o próprio FHC definiu-se da seguinte maneira: “(...)Quer dizer, é preciso estar mais próximo da vida para poder fazer trabalho intelectual. Nunca fui intelectual do gênero somente 'ler autores'(...)tenho um pouco de aversão ao 'comentarismo'. Parece uma forma pobre de ser intelectual(...)Claro que é preciso ler bem e detidamente as coisas. Mas quando o sujeito tem força, vai ver o que está acontecendo na realidade, tenta explicar, tentar avançar. Senão você fica fechado no círculo, lê, relê, trelê, volta a ler, comenta uma coisa, comenta outra. Acho que aí cai no academicismo, no mau sentido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1970, escreve juntamente com o chileno Enzo Faletto, “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, mais conhecida como a “teoria da dependência”. Ainda de acordo com a Folha, na teoria da dependência “o comércio internacional favoreceria os países ricos encarecendo os produtos de ponta e desvalorizando os produtos primários e pouco manufaturados dos atrasados, parecendo se manter, a não ser em casos monopolizados como o do petróleo, sendo aí vantagem estar no setor primário e não se livrar dele”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para FH, a ditadura militar favorecia o crescimento econômico e a modernização. E, esses eram fatores essenciais da democracia. José Carlos Reis, autor do livro As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC declara que Fernando “submete a paixão à razão”. Com isso, afirma que o sociólogo paulista, ao contrário de Darcy Ribeiro, não pensa emocionalmente. Ele tenta analisar imparcialmente os fatos. Segundo FHC, a justiça social só seria possível com o desenvolvimento do capitalismo e da civilização tecnológica. Os países estão interligados através de investimentos industriais. As empresas estrangeiras têm uma participação importante no “desenvolvimento” da América Latina. “Tanto o fluxo de capitais quanto o controle das decisões econômicas ‘passam’ pelo exterior”, diz FH. “As decisões de investimento também dependem parcialmente de decisões e pressões externas”. As multinacionais dominam os setores-chave da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O desenvolvimento do setor industrial continua dependendo da ‘capacidade de exportação’ de bens de capital e de matérias-primas complementares para o novo tipo de diferenciação do sistema produtivo (o que conduz a laços estreitos de dependência financeira), e ademais essa forma de desenvolvimento supõe a internacionalização das condições do mercado interno, que ocorre quando nas economias periféricas organiza-se a produção industrial dos setores dinâmicos da moderna economia. E, quando se reorganiza a antiga produção industrial a partir das novas técnicas produtivas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em sua obra, FHC cita bastante a condição do México, que seria um exemplo para os demais países latino-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma radicalização mais teórica, todavia mais política do que teórica. Ele faz uma reflexão sobre o método dialético materialista. Aponta dois equívocos da derrota de 1964: erros de interpretação e outros fatos novos que culminaram na aliança da burguesia com o imperialismo e as elites tradicionais. Dentre esses fatos, destacam-se: a Revolução Cubana, a atividade sindical, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando H. Cardoso e Gilberto Freyre aproximam-se no seguinte ponto: os dois transformaram coisas “maléficas”, em (digamos...) “benéficas”. No caso de Freyre a miscigenação e a escravidão viraram coisas normais, já para FHC, a postura dotada foi em relação à dependência dos países latinos, inclusive o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisa a economia colonial, tenta enxergar a influência e as conseqüências da escravidão no Brasil. “O avanço e a modernização do capitalismo dependem do fim da escravidão”. Não apenas aquela escravidão dos negros africanos, mas também a diária, que ocorre no Brasil. Há dois tipos de industriais no Brasil: o associado ao capital estrangeiro, e aquele que conseguiu capitais adquiridos no trabalho da lavoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O desenvolvimento e a dependência podem existir em um mesmo país, no entanto não são associadas; elas existem separadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ele fala dos países latino-americanos dentro do contexto global, porém não esquece da especificidade de cada local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conclusão do livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, FHC afirma que o principal objetivo é “reconsiderar os problemas do ‘desenvolvimento econômico’ a partir de uma perspectiva de interpretação que insiste na natureza política dos processos de transformação econômica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A existência de um ‘mercado aberto’, a impossibilidade da conquista dos mercados dos países mais desenvolvidos pelas economias dependentes e incorporação contínua de novas unidades de capital externo sob a forma de tecnologia altamente desenvolvida e criada mais em função das necessidades intrínsecas das economias maduras do que das relativamente atrasadas fornecem o quadro estrutural básico das condições econômicas da dependência. Mas a combinação destas com os interesses políticos, as ideologias e as formas jurídicas de regulamentação das relações entre os grupos sociais é que permite manter a idéia de ‘economias industriais em sociedades dependentes’. Portanto, a superação ou a manutenção das ‘barreiras estruturais’ ao desenvolvimento e a dependência dependem, mais que de condições econômicas tomadas isoladamente, do jogo do poder que permitirá a utilização em sentido variável dessas ‘condições econômicas’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Henrique parece apoiar o que está acontecendo, a união com o capital estrangeiro. A obra dele possui elementos teóricos que a diminuem como teoria científica. O conceito de dependência é impreciso, ambíguo (dependência externa e estrutural). Também não tratou de uma possível ruptura da dominação capitalista, que teria como conseqüência uma revolução socialista. O estudioso Lawrence Harrison critica Fernando. Harrison acha que a “Teoria da Dependência - uma espécie de doença infantil da América Latina - escondeu aos latino-americanos o peso de sua herança cultural. Ora, FHC e Enzo Faletto podiam acreditar que os males da América Latina fossem devidos ao então proverbial imperialismo ianque. Mas eram ambos cultos demais para não ter uma idéia dos fatores propriamente culturais também em jogo. Resumindo: o Brasil teve um crescimento econômico assustador durante 20 anos e tem enfim instituições democráticas, mas não por isso realiza as condições mínimas de igualdade e comunidade de uma sociedade moderna. É culpa dos norte-americanos? Não. Então é uma questão cultural”, ele conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a principal crítica que se pode fazer ao sociólogo é porque ao se eleger Presidente da República, mandou o povo brasileiro esquecer o que ele havia escrito. Prova do caráter volátil do digníssimo Fernando Henrique Cardoso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112922914879765063?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112922914879765063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112922914879765063' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112922914879765063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112922914879765063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/10/dependncia-e-desenvolvimento-na-amrica.html' title='Dependência e desenvolvimento na América Latina'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112852106268702228</id><published>2005-10-05T16:01:00.000+02:00</published><updated>2005-10-05T16:04:22.696+02:00</updated><title type='text'>Pós-modernismo: a lógica do capitalismo tardio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.marxists.org/glossary/people/j/pics/jameson-frederic.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.marxists.org/glossary/people/j/pics/jameson-frederic.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A tese central do texto de Frederic Jameson afirma que o pós-modernismo seria uma extensão cultural do capitalismo tardio. Dessa forma, só existiria onde houvesse o desenvolvimento do capitalismo. Não havendo, portanto, numa sociedade indígena. Deve-se levar em consideração a época na qual a obra foi escrita: anos 80. Nesse período, o mundo passava por transformações, o muro de Berlim caíra. Isso reflete no texto de Jameson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pós-modernismo tudo é instável, inconstante, tem-se aversão a tudo que for de longa duração. Ao contrário do modernismo e suas idéias, originárias do final dos anos 50 e início da década de 60. Como exemplo dessa instabilidade tem-se os ataques terroristas de 11 de setembro (nos Estados Unidos) , 11 de março (na Espanha), 7 de julho (Londres). A população está totalmente vulnerável e o imprevisto pode acontecer a qualquer momento. Até o terrorismo é um espetáculo feito para ser televisionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impera a sociedade do simulacro. As coisas são superficiais, não há tempo para nada, e muitas existem sem que se saiba as utilidades delas. A estética, o visual tem um papel relevante, já que como falta tempo para se aprofundar em algo, as primeiras impressões são fundamentais. Daí vem todo o apelo visual encontrado no mundo de hoje.&lt;br /&gt;Nada é novo. A partir do instante que surge, passa a ser velho; graças à velocidade dos meios de comunicação. A humanidade é esquizofrênica - no sentido literal da palavra – haja vista que exerce múltiplos papéis. E essa multiplicidade é decorrente de uma característica do pós-modernismo: a heterogeneidade. Há coisa para todos os gostos, elas convivem paralelamente, como numa “bricolagem”, sem se misturarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que importa é ser diferente. Enquanto no modernismo, “o diferente” estava longe de nós, no pós-modernismo ele está bastante próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma exacerbação da cultura, mas não porque seria um direito do cidadão ou algo do gênero. Essa revalorização ocorre porque a cultura consiste num mercado rentável. Tudo é feito para ser vendido. E, no centro dessa produção cultural estão os Estados Unidos, que fabricam a cultura deles para ser absolvida (leia-se imposta) pelo restante da população mundial. Esse fato não deixa de ser um reflexo da hegemonia econômica e política americana perante os demais países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jameson utiliza-se bastante da arquitetura para explicar as características do pós-modernismo. Através dela, prova que o indivíduo está mais propenso ao isolamento. Os grandes edifícios vão se transformando em verdadeiros feudos, onde não é preciso muito esforço para se encontrar o que quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado também não existe no pós-modernismo, caso igual ao da História, que contada pelos vencidos, estaria passível de erros. Até as produções cinematográficas que têm como enredo temas épicos, estão mais preocupadas em retratar a parte estética, como a arquitetura e a moda. A História fica apenas como uma “atriz coadjuvante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto que está em segundo plano no pós-modernismo é o afeto. Trata-se da era da falta de expressão e da ansiedade. “Nossa vida cotidiana, nossas experiências psíquicas, nossas linguagens culturais são hoje dominadas pelas categorias de espaço e não pelas de tempo, como o eram no período anterior do alto modernismo”, escreve Frederic Jameson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que há uma fragmentação na pós-modernidade, existe um sentimento de “coletivismo”, mas no sentido de que as pessoas não passam de números, são vistas como “mais uma”. O autor diz que “o desaparecimento do sujeito individual, ao lado de sua conseqüência formal, a crescente inviabilidade de um estilo pessoal, engendra a prática quase universal em nossos dias do que pode ser chamado de pastiche.” Isso seria “o imitar de um estilo único, peculiar ou idiossincrático, é o colocar de uma máscara lingüística, é falar em uma linguagem morta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pós-modernismo não é para ser compreendido, apenas vivido. Porque do mesmo modo que o passado esmaeceu, não há perspectiva de futuro, não se sabe o que virá depois dele...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112852106268702228?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112852106268702228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112852106268702228' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112852106268702228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112852106268702228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/10/ps-modernismo-lgica-do-capitalismo.html' title='Pós-modernismo: a lógica do capitalismo tardio'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112783143282807587</id><published>2005-09-27T16:25:00.001+02:00</published><updated>2008-03-09T05:00:34.953+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Cultura: um conceito reacionário?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.semiotexte.com/authors/books/guattari.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://www.semiotexte.com/authors/books/guattari.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para Guattari a cultura é um conceito “profundamente reacionário. É uma maneira de separar as atividades semióticas”. Segundo o autor, a cultura não existiria isoladamente, se conjugada a ela não houvessem outros aspectos como o econômico e político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender melhor o pensamento de Guattari, vamos ver o significado da palavra “reacionário”. Conforme o dicionário Aurélio “1.próprio da reação; 2.contrário à liberdade”. Detendo-se no último, vê-se que a intenção de Felix Guattari seria afirmar que a cultura prende o indivíduo. Através delas os governantes obteriam o domínio da população mais facilmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que a cultura segmenta, ela une pessoas que possuem pensamentos semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guattari diz que a “cultura de equivalência” seria um modo de controle da subjetivação. O capital seria um complemento. Enquanto a cultura ocuparia-se da sujeição subjetiva, o capital era responsável pela sujeição econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer do texto, ele vai descrevendo as diversas formas de cultura. Por exemplo, a cultura de massa primaria pelo hierarquismo, entretanto a submissão seria velada, inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todo instante ele comenta acerca da influência capitalista na economia. “Não existe, a meu ver, cultura popular e cultura erudita. Há uma cultura ‘capitalística’ que permeia todos os campos de expressão semiótica. No fundo, há só uma cultura: a capitalística. É uma cultura etnocêntrica e intelectocêntrica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o escritor é radical quando pensa que a cultura não existiria isoladamente. Mesmo ela isolando e “aprisionando” as pessoas, como afirma o conceito reacionário de Guattari, é mutável e passível de questionamentos. O que acontece é que os políticos utilizam-na erroneamente. E nem mesmo o autor tem certeza do que diz, verifica-se isso pelo título, em forma de pergunta. Cabe a cada um tentar preencher essa lacuna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112783143282807587?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112783143282807587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112783143282807587' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112783143282807587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112783143282807587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/09/cultura-um-conceito-reacionrio_27.html' title='Cultura: um conceito reacionário?'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112740302388188835</id><published>2005-09-22T17:17:00.000+02:00</published><updated>2005-09-22T17:38:43.603+02:00</updated><title type='text'>Matrix e Guattari</title><content type='html'>&lt;a href="http://perso.wanadoo.fr/cliniquedelaborde/ASLB/ARCHIVES/guattari-6.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px" height="138" alt="" src="http://perso.wanadoo.fr/cliniquedelaborde/ASLB/ARCHIVES/guattari-6.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Pensadores, estudiosos, cineastas, músicos, artistas em geral, todos já notaram o poder da tecnologia e, no meio desse pandemônio, tentam descobrir suas identidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vive-se num mundo no qual os homens são verdadeiros escravos dessa tecnologia. Tão subservientes que, um filme como Matrix, cuja crítica é sobre o poder exagerado da tecnologia, depende da mesma para reproduzir seus inúmeros efeitos especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é real e o que é irreal? Não se tem mais noção. Segundo a &lt;a href="http://members.tripod.com/~fabico/posmdan.txt"&gt;teoria de Braudillard&lt;/a&gt;, no pós-modernismo ocorrerá o domínio do simulacro, onde será possível a substituição do mundo real por uma versão simulada tão eficaz quanto a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorrerá ou já está ocorrendo? Em Matrix, há a dicotomia do personagem principal que se divide entre duas vidas, a real e a aparente, entre dois nomes, Anderson e Neo (verifica-se simbologia até no nome fictício dele: “Neo”, o “novo”). Quantas vezes as pessoas não se escondem atrás de nicks, em salas de bate-papo e preferem viver uma vida virtual à real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseando-se na internet como sendo uma grande Matrix, também temos os processos moleculares citados por Guattari. Esses movimentos moleculares seriam os que prezam pela singularização dentro da rede mundial de computadores. Quais seriam? Os blogs, fotologs, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer do filme, Morfeu diz a Neo que “Matrix é o mundo que acredita ser real para que não se perceba a verdade”. Intrigado, Neo pergunta qual seria essa verdade e ouve a seguinte resposta: “Que você é um escravo, Neo. Como todo mundo, você nasceu num cativeiro. Nasceu numa prisão que não pode ver, cheirar ou tocar. Uma prisão para a sua mente”. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FÃ©lix_Guattari"&gt;O pensador francês Félix Guattari&lt;/a&gt; também teria uma resposta para Neo. Se houvesse um diálogo entre Guattari e o personagem de Matrix, possivelmente ele diria que essa prisão mental poderia vir da cultura, já que ela é reacionária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura prende o indivíduo do mesmo jeito que a Matrix “cegou” Neo. A realidade choca. Quando Neo a enxerga diz a Morfeu: “Por que meus olhos doem?” Ele prontamente afirma: “É porque você nunca os usava”. Pensamento semelhante ao da cantora baiana Pitty, que na música intitulada Admirável Chip Novo fala: “Pane no sistema alguém me desconfigurou, aonde estão meus olhos de robô? Eu não sabia, eu não tinha percebido (...) nada é orgânico, é tudo programado e eu achando que tinha me libertado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, pensando que está livre, o homem não conheceria o real, acreditaria no falso como sendo verdadeiro. Até mesmo no que diz respeito à reprodução humana, Matrix mostra os desejos humanos de querer perpassar a biologia, criando homens em série e em cativeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à memória e identidade do homem, no pós-modernismo é tudo instantâneo. Esquece-se do passado. É tudo muito rápido, como nos computadores, no qual basta apenas um click para apagar anos de trabalho e história. Como construir uma identidade nessas condições? Como a identidade multifacetária e com a ajuda da cultura – mesmo ela sendo reacionária – as pessoas através de sua individualidade, seus “devires” podem construir uma identidade própria. Essa é a luta de Neo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112740302388188835?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112740302388188835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112740302388188835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112740302388188835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112740302388188835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/09/matrix-e-guattari.html' title='Matrix e Guattari'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112629125148406264</id><published>2005-09-09T20:37:00.000+02:00</published><updated>2005-09-09T20:50:22.640+02:00</updated><title type='text'>O jornalismo solidário e a ética da jornalista Xinran</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://impact.eusa.ed.ac.uk/img/img-xinran.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://impact.eusa.ed.ac.uk/img/img-xinran.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A escritora Xinran cumpriu o seu verdadeiro papel de jornalista – esquecido por alguns profissionais atualmente - e de cidadã ao escrever o livro &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT908387-1655,00.html"&gt;As boas mulheres da China&lt;/a&gt;. Através do poder concedido à mídia e ao jornalista (ao se fazer público), ela deu voz às milhares de chinesas injustiçadas e mostrou ao mundo o que se passa no país mais populoso do mundo. Ela nos forneceu uma visão não apenas de uma jornalista, mas de uma chinesa, que lidava diariamente com os problemas aos quais se referia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo após ter o livro transformado em best-seller, a jornalista nunca usou a fama com outro propósito que não fosse ajudar suas compatriotas. Apesar de ser perseguida, colocar a vida em risco, ela não fraquejou ao se arriscar para ver o que escreveu ser lido por milhões de pessoas em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solidariedade e a ética da obra de Xinran estão justamente nisso: contar uma história verídica, objetivando uma melhoria, dar o direito do mundo saber o que acontece numa civilização milenar que, até hoje, é lembrada pela tortura, mas que ao mesmo tempo almeja uma reabertura político-econômica num mundo globalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é nesse contexto de globalização que o livro As boas mulheres da China é importante. A preocupação com os Direitos Humanos e a idéia de avanço na civilização fazem o leitor sentir-se chocado ao constatar os absurdos cometidos na China. Xinran ainda&lt;br /&gt;é ética ao relatar as histórias de diversas chinesas de uma forma delicada, protegendo a identidade delas (verifica-se isso na “nota da autora”, ao avisar que os nomes foram modificados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ser só redatora, mas também personagem, esse é o diferencial de Xinran, que viu no livro uma forma de lutar por direitos iguais numa China machista e invadida por preconceitos oriundos, principalmente, da diferença de pensamentos e ideologias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112629125148406264?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112629125148406264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112629125148406264' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112629125148406264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112629125148406264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/09/o-jornalismo-solidrio-e-tica-da.html' title='O jornalismo solidário e a ética da jornalista Xinran'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112584479097565806</id><published>2005-09-04T16:39:00.000+02:00</published><updated>2005-09-04T16:39:50.976+02:00</updated><title type='text'>"É cum a dor!"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.math.ist.utl.pt/%7Efcosta/books/Equador.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.math.ist.utl.pt/%7Efcosta/books/Equador.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pela primeira vez estou tendo a oportunidade de olhar a colonização brasileiras pelos olhos do colonizador. Não é bem a brasileira, mas... vou explicar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou lendo o livro “Equador” do português Miguel Sousa Tavares na verdade ele é uma ficção, mas tem muito de história portuguesa. O autor mistura a história da colonização de São Tomé e Príncipe com a de Luís Bernardo, um bon vivant que é escolhido pelo rei Carlos dr Bragança para ser governado da menor província lusa na época (início do século XX).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É engraçado porque os Estados Unidos são o que são porque bem herdaram os genes dos ingleses!! Em 1906, o país de Bush não era o império que é hoje. Quem dava as cartas era a Inglaterra, como todos já sabem que acontecia até o final da Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então... os ingleses, que diziam querer acabar com a escravidão, se incumbiram de fiscalizar os demais países, dentre eles Portugal, para que não fossem mais levados negros da África para as colônias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que muitos negros saíam de Angola para trabalhar em São Tomé... Eles eram “contratados”. Não preciso chegar até o fim do livro para saber que espécie de contratos eram esses...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel de Luís Bernardo é fazer com que a opinião do cônsul inglês acerca de São Tomé mude. Portugal não quer ter a imagem de última nação a explorar os negros africanos. Daí, o desenrolar da história não sei (e não contaria para não perder a graça, né?) porque ainda to na página 150 e o livro tem mais de 500! Hehehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos ao que de fato me chamou atenção. Os ingleses só estavam interessados em tomar São Tomé de Portugal, pois ele era um grande produtor de cacau (só perdia para a Bahia) e com isso usavam o pretexto da escravidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certa parte do livro, o governador de Angola fala que os preconceituosos não são os portugueses, mas sim os ingleses. O argumento dele? Como se deu a colonização em Angola, por exemplo? Como se deu aqui no Brasil, hein? A diferença da de Angola para a do Brasil é apenas o nome dos países. Como foi que um país pequeno e pouco povoado construiu um verdadeiro império? Era preciso “povoar”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portugueses do Alentejo, os mais pobres e aventureiros que não tinham nada a perder ganhavam fazendas em Angola, viravam “donatários”. Mas para isso era preciso que eles “achassem” a terra, ou seja, embrenhavam-se pelo interior da África. Aqueles que achavam as “fazendas” pegavam uma ou duas negras como “esposas”. A única exigência de Portugal era que se ensinasse o português aos “mulatinhos”. Voilà!! Hoje temos uma África que fala lusófona!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os ingleses preferiam levar a família e tentar a vida num lugar totalmente desconhecido e nunca tinham filhos pardos, não “se misturavam”. É tanto que nos Estados Unidos até hoje existem verdadeiros guetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que nascemos também... e não neguemos nossas origens lusas, pois muito do “jeitinho brasileiro” tem da maneira portuguesa de ser, notaram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O título foi esse porque se especula que "Equador" venha da contração do português arcaico "É cum a dor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://historiaeciencia.weblog.com.pt/arquivo/016884.html"&gt;Ótima entrevista com o autor de Equador!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112584479097565806?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112584479097565806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112584479097565806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112584479097565806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112584479097565806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/09/cum-dor_04.html' title='&quot;É cum a dor!&quot;'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112542431590574041</id><published>2005-08-30T19:39:00.000+02:00</published><updated>2005-08-30T19:51:55.916+02:00</updated><title type='text'>Cultura: um conceito antropológico</title><content type='html'>No livro Cultura: um conceito antropológico, &lt;a href="http://www.comciencia.br/entrevistas/laraia.htm"&gt;Roque de Barros Laraia&lt;/a&gt; abrange algumas das teses antropológicas que visavam responder determinadas questões relacionadas à cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, os estudos apontavam as características genéticas como grandes influenciadoras da personalidade humana. E, mostrando-se logo no começo da obra, como um “determinista cultural”, o autor fala que independente dos genes, o que prevalece é a cultura. Os fatores que tiveram um papel preponderante na evolução do homem são a sua faculdade de aprender e a sua plasticidade.” Ele diz que até a divisão do trabalho por sexo é um aspecto meramente cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer da obra, Roque cita o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia"&gt;Determinismo Geográfico&lt;/a&gt;, o qual afirmava que as diferenças no ambiente físico afetavam a diversidade cultural. Entretanto, em seguida o escritor comenta que na década de 20, há uma quebra desse conceito. “E possível e comum existir uma grande diversidade cultural localizada em um mesmo tipo de ambiente físico.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura é seletiva, explora “determinadas possibilidades e limites ao desenvolvimento, para o qual as forças decisivas estão na própria cultura e na história da cultura”. Laraia ratifica, baseado nos estudos antropológicos modernos, que “as diferenças existentes entre os homens não podem ser explicadas em termos das limitações que lhes são imposta pelo seu aparato biológico ou pelo seu meio ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://64.233.187.104/search?q=cache:3ybnLqvj95EJ:www.scielo.br/pdf/mana/v6n1/1970.pdf+%22edward+tylor%22&amp;hl=pt-BR&amp;amp;lr=lang_pt"&gt; Edward Tylor&lt;/a&gt; criou o termo culture, advindo da junção da palavra alemã Kultur, que estava relacionado aos aspectos espirituais, e do vocábulo francês civilization, que seriam os feitos materiais. Dessa forma, cultura era toda a possibilidade de realização humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor destacou estudos realizados antes do surgimento do termo culture. Foi o caso de&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.arqnet.pt/portal/biografias/locke.html"&gt; John&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.herodote.net/Images/Locke.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Locke. Em 1690, escreveu Ensaio acerca do desenvolvimento e demonstrou que a mente do homem seria uma “caixa vazia”, com a possibilidade de adquirir conhecimento. Era através dessa aquisição, que ia sendo preenchida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Influenciado pela teoria evolucionista de Darwin, Tylor acreditava que a humanidade estaria dividida em estágios da civilização. A européia seria a mais avançada. O autor já demonstrava com isso uma característica até hoje comum: o etnocentrismo. A cultura se desenvolveria de maneira uniforme, linear. Em um dos capítulos do livro, Roque de Barros Laraia fala exatamente o oposto: “a cultura é dinâmica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Stocking critica Tylor ao dizer que ele esqueceu do relativismo cultural dos múltiplos caminhos da cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Contrário ao evolucionismo, apareceria o alemão Franz Boas. Ele atribuiu a Antropologia Moderna:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a)    a reconstrução da história de povos de regiões particulares;&lt;br /&gt;b)    a comparação da vida social de diferentes povos, cujo desenvolvimento segue as mesmas leis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à cultura, teria surgido a partir do aparecimento da primeira regra: a proibição do incesto. Ela seria abstrata e, contraditoriamente, por essa razão, era impossível determinar “onde, como e por quê” surgiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor tenta deixar claro que apesar do homem ser um animal, a cultura afasta-o definitivamente desse aspecto. “O homem ao adquiri-la perdeu a propriedade animal. Tudo que o homem faz, aprendeu com os seus semelhantes e não decorre de imposições originadas fora da cultura”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura funciona como códigos binários. Existiriam culturas diferentes porque elas organizariam esses “códigos” de maneiras distintas. Ela é possuidora de lógica própria, então é inadequado se dizer o que é “certo” e “errado”. Ao se fazer isso, o julgamento corre o risco de ser etnocêntrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura influencia até mesmo no plano biológico e a tendência é o crescimento dessa influência. Os indivíduos não participam de todos os aspectos dela, e nem o fazem igualmente. “Qualquer que seja a sociedade, não existe a possibilidade de um indivíduo dominar todos os aspectos de sua cultura. Isto porque, como afirmou &lt;a href="http://www.princeton.edu/pr/pwb/02/0603/2a.shtml"&gt;Marion Levy Jr&lt;/a&gt;., ‘nenhum sistema de socialização é idealmente perfeito, em nenhuma sociedade não são todos os habitantes igualmente bem socializados, e ninguém é perfeitamente socializado. Um indivíduo não pode ser familiarizado com todos os aspectos de sua sociedade; pelo contrário, ele pode permanecer completamente ignorante a respeito de alguns aspectos. Embora nenhum indivíduo conheça totalmente o seu sistema cultural, é necessário ter um conhecimento mínimo para operar dentro do mesmo. Além disto este conhecimento mínimo pode ser partilhado por todos os componentes da sociedade de forma a permitir a convivência dos mesmos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise de outras culturas, se não a nossa, é complicada, já que quando não se está inserido em uma determinada cultura, pode-se ser considerado “cego culturalmente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclui-se que mesmo o autor sendo parcial, e exaltando a cultura em detrimento da natureza, ele não “fecha” nenhum pensamento. Coloca pontos diversos, teorias distintas, porém destaca sempre a cultura e quer confirmar que tudo é determinado por ela. Aí está a grande falha de Laraia: a cultura é limitada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112542431590574041?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112542431590574041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112542431590574041' title='66 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112542431590574041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112542431590574041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/cultura-um-conceito-antropolgico.html' title='Cultura: um conceito antropológico'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>66</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112515742858124770</id><published>2005-08-27T17:24:00.000+02:00</published><updated>2005-08-27T18:55:24.706+02:00</updated><title type='text'>O caminho das nuvens</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.lowagie.com/movies/730.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://images.lowagie.com/movies/730.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As bicicletas têm um papel muito além do de meio de transporte ou de meras coadjuvantes no filme “&lt;a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/caminho-das-nuvens/caminho-das-nuvens.htm"&gt;O caminho das nuvens&lt;/a&gt;”. A bicicleta é o elemento de ligação e, em certos casos, de desunião entre a família de retirantes nordestinos que percorrem mais de três mil quilômetros da Paraíba até o Rio de Janeiro, acreditando num futuro melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tendo as bicicletas como único meio de não se separar da família e ir em busca do seu sonho, que Romão sai destinado atrás de um emprego e uma vida digna para os que dele dependem. Ao viajarem juntos, a união e dependência dos familiares aumentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo da bicicleta como fator que favorece a desunião fica explícito no momento em que há uma briga entre o casal principal. Romão (Wagner Moura) afirma que a viagem torna-se mais difícil por ser em bicicletas (“fura pneu, se machuca”) e fala que a esposa não sabe andar direito, o que a deixa irritada e causa momentos de tensão entre Rose (Cláudia Abreu) e o esposo. A bicicleta também é o único elo entre a Antônio, o filho mais velho, e a família quando ele decide “tomar as rédeas da vida” e tornar-se um adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todo o momento é questionada a atitude de Romão de percorrer mais de três mil quilômetros de bicicletas e com filhos pequenos (no início do filme, o caminhoneiro pergunta se é promessa), é como se o fato de não ter nada, lugar para morar, comida, roupa não tivesse importância. O que realmente é levado em consideração é o posicionamento do protagonista de utilizar as bicicletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como afirma o ator Wagner Moura “a imagem da bicicleta é uma coisa muito poética”. E, é com esse lirismo que o enredo vai se tornando leve, suave e romântico. Com as bicicletas, os viajantes dependem, quase unicamente, do próprio esforço físico, da coragem. Eles não precisam alimentar nem abastecer o meio de transporte escolhido. As únicas coisas que “abastecem” a viagem são a alegria, a esperança e a união.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bicicletas são as companheiras, estão presentes em todo o decorrer do filme. Até mesmo quando não são usadas, elas estão lá, paradas, inertes, como expectadoras e agentes influenciadores do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que Rose questiona ao viajar num caminhão (primeira vez que teriam de desfazerem das bicicletas) é: “E as bicicletas, podemos levar as bicicletas?” Elas são marco de um passado miserável e crença num futuro melhor, lembrança da terra deixada para trás e meio para chegar num lugar melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112515742858124770?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112515742858124770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112515742858124770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112515742858124770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112515742858124770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/o-caminho-das-nuvens.html' title='O caminho das nuvens'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112463286944706118</id><published>2005-08-21T16:00:00.000+02:00</published><updated>2005-08-21T19:05:28.906+02:00</updated><title type='text'>Recife também é rock francês!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1267/1440/1600/recife4.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1267/1440/200/recife2.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se você encontrar, por acaso, uma banda de rock francês chamada “Recife” pode acreditar: não é mera coincidência! O grupo foi assim batizado por causa da capital pernambucana. “Nossa música não tem origem brasileira, mas nosso disco demonstra alguns dos sentimentos os quais senti ao visitar o Brasil, além de remontar a algumas imagens fortes do país, dentre elas as de Recife”, fala Yvan Mercier, vocalista e guitarrista do conjunto, que se diz um fã de Lenine. Para ele, “Recife é o ponto de partida de certas idéias ou de pedaços de composições sonoras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formado em fevereiro de 2002 por Yvan e Sébastien Trouillot (voz e piano), Recife é composto ainda por Stéphane Dégremont (guitarra), Alain Moyal (baixo) e Emmanuel Deniaux (bateria). Os rapazes de Toulouse (cidade do Sul da França) se definem como um estilo que mescla o pop/rock, mas que também tem influências eletrônicas. Isso fica claro ao se escutar São Paulo (realmente nota-se que o Brasil marcou as composições do grupo!) e L’interstice, nas quais há uma forte presença da guitarra, assim como dos acordes do piano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, não existe um estilo que defina precisamente o som de Recife, que ainda flerta com o trip-hop, o clássico e a música psicodélica dos anos 70. Também não se trata de algo feito para vender, já que os componentes mostram maturidade (a idade varia dos 30 aos 35 anos) em suas canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato importante na construção sonora do grupo dos rapazes de Toulouse foi a estada de Yvan na ilha de Amsterdã, território situado entre a África do Sul e a Austrália. O isolamento ajudou-o a formar os primeiros traços sonoros de uma maneira “anárquica e emocional”, como define Yvan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois de retornar à França, Yvan veio ao Brasil. Após passar por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife “os sons começaram a se formar e se mesclar, mas foi em Recife que eles terminaram de nascer. As cores e as luzes abrasivas que iluminam a cidade do Recife correspondem bastante a nossa música”. Pelo que fala Yvan, as imagens são grandes fontes de inspiração para o processo de criação musical da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Mas qual seria o grande sonho do grupo? “Queremos muito tocar em Recife, seria algo totalmente inacreditável!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://recife.music.free.fr"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Site oficial&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112463286944706118?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112463286944706118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112463286944706118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112463286944706118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112463286944706118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/recife-tambm-rock-francs_21.html' title='Recife também é rock francês!'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112455957773382880</id><published>2005-08-20T19:35:00.000+02:00</published><updated>2005-08-21T00:59:51.353+02:00</updated><title type='text'>Visão (errônea!) da América Latina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.amazon.com/images/P/0195129962.01.LZZZZZZZ.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://images.amazon.com/images/P/0195129962.01.LZZZZZZZ.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Como é terrível a visão que os americanos tem dos latinos, inclusive nós, brasileiros!! Porque é isso que somos: LATINOS!! O pior é que os jovens, por um lado não tem culpa alguma, pois isso já vem de gerações. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Assisti a uma palestra lá na Fundação Joaquim Nabuco com o professor João Feres Junior. Ele falou tudo que eu pensava quando criei o título “Entra por osmose”. O nome da palestra foi América Latina: a construção de um conceito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Vamos lá... A tese de Feres se baseava mais ou menos na seguinte percepção: A (pertencente a sua cultura) enxerga B como se fosse sua contra-imagem, ou seja, em outras palavras, a visão de determinada cultura através do etnocentrismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Levando em consideração esse conceito, os latinos são vistos pelos estadunidenses (sim... é bem melhor do que dizer americanos, já que nós também o somos!! Afinal moramos na América, não?!) como:: extravagantes na aparência, orgulhosos e mulherengos!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;O termo América Latina é de origem francesa, só no final do século XIX, começo dos XX foi que começou a ser usado nos EUA. Antes o que corresponde a “América Latina” era chamado de Spanish America, ou América Espanhola, em português. Olha aí já a generalização... por acaso somos descendentes de espanhóis? Um país tão imenso, que fala português, considerado parte de uma América “ESPANHOLA”!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;O curioso é que os estadunidenses criavam conceitos e mais conceitos, faziam estudos e mais estudos, mas sem terem qualquer contato com os hispânicos. Daí o favorecimento da construção de estereótipos, haja vista que eles existem para simplificar algo – por exemplo, a cultura – extremamente complexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Mesmo distantes dos latinos, eles criaram uma imagem desse povo por conta da imagem já produzida acerca dos espanhóis. É aquela velha história: “Filho de peixe, peixinho é!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Quando foram anexar os territórios mexicanos, os Estados Unidos afirmavam que devido ao sangue, raça e culturas diferentes dos latinos, eles não se enquadrariam ao sistema político americano. Caso os territórios fossem anexados, os mexicanos deveriam ser tratados como colonizados. Os habitantes de possessões como Porto Rico, Havaí, não são considerados “americanos” justamente em decorrência desse fato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Os Estados Unidos se plocamaram “tutores do mundo”. Antes o grande tutelado era a América Latina. Hoje quem são? Nem precisa perguntar, né? Os estadunidenses “supervisionavam” os paises latinos para verificarem se eles estavam “cumprindo as leis”. Por incrível que pareça não é só o islamismo que foi uma pedra no sapato dos EUA. Há décadas, o “problema” era o catolicismo!! A espiritualidade impedia o pragmatismo, que auxiliava “a incapacidade nata para modernização”, isso porque ajudava na manutenção de um tipo de “feudalismo”. Para Richard Morse a “América Espanhola” não tem história porque o passado ainda é presente. Eles nos viam (ou melhor, nos vêem) como eternamente atrasados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;O que fez os estudos sobre a América Latina aumentarem foi a Revolução Cubana em 1959. E, através da teoria da modernização, pretendia-se promover o crescimento do capitalismo nos paises subdesenvolvidos. Em outras palavras, totalmente em sintonia com os interesses dos EUA, eles queriam bloquear o crescimento do comunismo na América Latina. Como fazer isso? Simples, ué! Até hoje eles fazem! Colonizando os pobres coitados latinos através da cultura enlatada deles! E pior é que mesmo que a gente não queria, ela... entra por osmose!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Mas durante a palestra João Feres Junior faz uma pergunta e ele próprio a responde. Será que os Estados Unidos não têm traços coloniais? E os guetos e as relações raciais entre eles? Segundo João Feres, isso fez com que eles se tornassem “acríticos do eu”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;Eles nos vêem como violentos. Mas o que é a história americana se não um imenso derramamento de sangue?! Isso me faz lembrar o documentário de Michael Moore, Tiros em Columbine, no qual os bonequinhos do South Park mostram a história dos EUA. Eles (ingleses das Treze Colônias) acabaram com os índios, depois os primeiros que nasceram nos EUA, brigaram com os ingleses pela independência, lutaram na Guerra de Secessão, depois dizimaram os mexicanos; jogaram duas bombas atômicas no Japão; sem contar na Guerra do Vietnã, Iraque... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-family: arial;"&gt;E o que é de morrer de rir são as capas dos livros sobre os estudos latinos. Sempre os EUA são representados por um “adulto”, geralmente o tio Sam, enquanto que os latinos são crianças irreponsaveis, negras (não tem índio por aqui?) ou eles ilustram os livros de “História MODERNA da América Latina” com imagens pré-colombianas! Nossa... que modernidade!! Acho que ainda acreditam que vivemos em ocas!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112455957773382880?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112455957773382880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112455957773382880' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112455957773382880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112455957773382880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/viso-errnea-da-amrica-latina.html' title='Visão (errônea!) da América Latina'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112431076072752405</id><published>2005-08-17T22:27:00.000+02:00</published><updated>2005-08-17T22:35:13.960+02:00</updated><title type='text'>Bel-Ami</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ac-reunion.fr/pedagogie/lyvergerp/FRANCAIS/Bel-Ami/Stephanie/Bel-Ami/image1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.ac-reunion.fr/pedagogie/lyvergerp/FRANCAIS/Bel-Ami/Stephanie/Bel-Ami/image1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Vi um filme francês chamado “Bel Ami”. De uns tempos para cá, estou obcecada pelo cinema francês. Mas isso não vem ao caso agora. O que interessa realmente é a história: a de um jornalista corrupto, inescrupuloso, que se utiliza de contatos (leia-se amantes) para subir na vida e na profissão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A cada dia fico mais triste com o que está acontecendo com o mundo e com o jornalismo, com a profissão que escolhi. No entanto, o que mais me entristece é saber que a “sacanagem” sempre existiu e sempre existira. É isso mesmo! Por mais que lutemos para mundo a cruel realidade a nossa volta, é (quase impossível mudá-la).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Lembro quando sonhava em comover o universo com minhas histórias, em fazer algo útil pela sociedade. Agora vejo que – talvez - não passou de uma ilusão. O próprio mundo não quer (ou talvez não aceite) ser mudado. O que vi durante os anos da faculdade foram ideologias caindo, cortinas se abrindo e a verdade (aquela verdadeira) aparecendo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O jornalista não passa de um assalariado, o jornal de uma mercadoria, um negócio. É duro acreditar, mas é assim que é. Aqui não cabem interrogações, porém apenas “pontos finais”. Uma passagem do filme (que se passa na época da colonização da Argélia e do Marrocos, portanto deve ser no século...) me fez ratificar minha opinião. O chefe da redação diz ao aspirante à jornalista: “Isso aqui só serve para sustentar os negócios do &lt;i&gt;Monsieur Walter&lt;/i&gt; [dono do jornal] , mesmo assim você quer continuar?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;É para isso que servimos... outra cena marcou minha visão do filme e do que é ser um jornalista e me fez refletir um pouco. Tendo que duelar por conta de uma notícia, o jornalista &lt;i&gt;Georges Duroy&lt;/i&gt; comenta: “Será que não existe uma vida mais fácil?” Em um certo momento, ele questiona o motivo de fazer aquilo, arriscar a vida, por conta de uma informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sem contar que nem sempre o que se lê nos jornais é verdade. A &lt;i&gt;ghost writer&lt;/i&gt; de Duroy diz a ele que “é preciso enfeitar a realidade, floresce-la” para não torna-la enfadonha. Depois que comecei a estudar jornalismo, pergunto a mim mesma o que seria verídico ou não. Deixo claro que não quero ser a dona da verdade, só não pretendo ser iludida. Se bem que a verdade é bem relativa e nenhum ser humano é totalmente imparcial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A todo momento atormento-me por, no dia de minha formatura, ter que fazer um juramento que não sei se serei capaz de cumprir e... quantas pessoas já não o quebraram e quantas ainda não farão o mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Chamem-me de pessimista, mas se pararem para pensar...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.infx.info/quidnovi/article.php3?id_article=458"&gt;Le journalisme dans Bel-Ami&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112431076072752405?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112431076072752405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112431076072752405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112431076072752405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112431076072752405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/bel-ami.html' title='Bel-Ami'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112430997075303162</id><published>2005-08-17T22:18:00.000+02:00</published><updated>2005-08-17T22:23:51.213+02:00</updated><title type='text'>O povo brasileiro - Darcy Ribeiro</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;       &lt;span style="font-size:100%;"&gt; Darcy Ribeiro nasceu em Minas Gerais. Formou-se em Antropologia, em São Paulo, e dedicou parte de seus anos ao estudo dos índios, do Pantanal, da Amazônia e do Brasil Central. Fundou o Museu do Índio e o Parque Indígena do Xingu. Defendeu veemente a causa indígena. Criou a Universidade de Brasília; foi Ministro da Educação e Ministro-Chefe da Casa Civil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Na sua obra, Darcy Ribeiro trabalha com três matrizes culturais. Ele começa descrevendo como ocorreu o surgimento do povo brasileiro. Segundo ele, tratava-se de um novo povo, que se enfrenta e se funde. Para ele, os costumes indígenas – que ofereciam uma moça índia como esposa aos recém-chegados – foi importante no processo de formação do povo brasileiro. O que era um costume dos índios, para o colonizador branco era uma maneira de ocupar a terra e explorar os nativos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Era necessário refletir sobre a nossa formação, e isso nos remete às origens, à história que fomos construindo. &lt;i style=""&gt;“O tema que me propunha agora era reconstruir o processo de formação dos povos americanos, num esforço para explicar as causas do seu desenvolvimento desigual”&lt;/i&gt;, escreve o autor na introdução do livro “O povo brasileiro”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Segundo Darcy, havia três teorias que ajudariam na compreensão do povo brasileiro:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;Þ&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Teoria da base empírica das classes sociais. &lt;i style=""&gt;“Havendo lutas de classes, existiriam blocos antagonistas embuçados a identificar e caracterizar”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;Þ&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Tipologia das formas de exercícios do poder e de militância política.&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;Þ&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Teoria da cultura, capaz de dar conta das nossas realidades.&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Através da junção desse conjunto teórico proposto por Ribeiro, ele formou uma teoria, até então inédita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entretanto, para aqueles que pensam encontrar imparcialidade na obra feita por ele, Darcy Ribeiro alerta: &lt;i style=""&gt;“faço política e faço ciência movido por razoes étnicas e por um profundo patriotismo. Não procure aqui, análises isentas”.&lt;/i&gt; Para o autor, o objetivo do livro é &lt;i style=""&gt;“ser participante, que aspira influir sobre as pessoas, que aspira ajudar o Brasil a encontrar-se a si mesmo”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao falar sobre “distância social” no capítulo “Classe, cor e preconceito”, do seu livro intitulado “O povo brasileiro”, Darcy Ribeiro afirma: &lt;i style=""&gt;“a eleição é uma grande farsa em que massas de eleitores vendem votos àqueles que seriam seus adversários naturais. Por tudo isso é que ela se caracteriza como uma ordenação oligárquica que só se pode manter artificiosa ou repressivamente pela compreensão das forças majoritárias &lt;/i&gt;à&lt;i style=""&gt;s quais condena ao atraso e &lt;span style=""&gt;à&lt;/span&gt; pobreza”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Os descendentes dos grandes senhores, que compõem a classe dominante acreditam que a situação social dos negros livres, mulatos e brancos pobres são características da raça. Não se vê a má condição social como conseqüência da escravidão e da opressão. Darcy Ribeiro diz que o preconceito em si não acontece devido à raça e sim à cor da pele. &lt;i style=""&gt;“A luta mais árdua do negro africano e de seus descendentes brasileiros foi – e ainda é – a conquista de um lugar e de um papel de participante legítimo na sociedade nacional”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele declara que o mulato sendo o resultado da miscigenação do negro com o branco, participa desses dois mundos. Isso o faz também ter o lado erudito do branco. Porém, eles só progrediriam se negasse à negritude possuída. &lt;i style=""&gt;“Posto entre dois mundos conflitantes – o do negro, que ele rechaça, e o do branco, que o rejeita – o mulato se humaniza no drama de ser dois, que é o mesmo de ser ninguém”. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda sobre a questão negra, assim como Gilberto Freyre, Darcy escreve acerca da influência negra no idioma. &lt;i style=""&gt;“Nossa matriz africana é a mais abrasileirada delas. Já na primeira geração, o negro, nascido aqui, é um brasileiro. O era antes mesmo do brasileiro existir, reconhecido e assumido como tal. O era, porque só aqui ele saberia viver, falando como sua língua do amo. Língua que não só difundiu e fixou nas áreas onde mais se concentrou, mas amoldou, fazendo do idioma o Brasil um português falado por bocas negras, o que se constata ouvindo o sotaque de Lisboa e o de Luanda”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ribeiro fala que cada grupo étnico vai perdendo sua identidade. &lt;i style=""&gt;“Foi desindianizando o índio, desafricanizando o negro, deseuropeizando o europeu e fundindo suas heranças culturais que nos fizemos. Somos, em conseqüência, um povo síntese, mestiço na carne e na alma, orgulhoso de si mesmo, porque entre nós a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Um povo sem peias que nos atenham a qualquer servidão, desafiado a florescer, finalmente, como uma civilização nova, autônoma e melhor”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conforme afirma o autor &lt;i style=""&gt;“prevalece, em todo o Brasil, uma expectativa assimilacionista, que leva os brasileiros a supor e desejar que os negros desapareçam pela branquização progressiva”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Apesar de todo o preconceito vigente no Brasil, esse ocorre, como já foi dito, pela cor da pele. &lt;i style=""&gt;“Se a pele é um pouco mais clara, já passa a incorporar a comunidade branca. Acresce que aqui se registram, também, uma branquização puramente social e cultural”. &lt;/i&gt;Ele diz que a miscigenação modifica o biótipo do brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mesmo com toda a miscigenação, e sendo o Brasil multicultural, ele não é homogêneo. A ecologia, economia e imigração fomentaram as distinções verificadas no brasileiro, que povoa esse vasto território. No entanto, &lt;i style=""&gt;“os brasileiros se sabem, se sentem e se comportam como uma só gente, pertencente a uma mesma etnia”&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Diferentemente do &lt;i style=""&gt;apartheid&lt;/i&gt;, onde mesmo mantido distante dos brancos, os negros podem manter sua identidade, no regime assimilacionista, os negros perdem-na, já que é diluída gradativamente. &lt;i style=""&gt;“A democracia racial é possível, mas só é praticável conjuntamente com a democracia social. Ou bem há democracia para todos, ou não há democracia para ninguém, porque à opressão do negro condenado à dignidade de lutador da liberdade, corresponde o opróbrio do branco posto no papel de opressor dentro da sua própria sociedade”. &lt;/i&gt;(Darcy Ribeiro, O povo brasileiro, página 227)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No livro “O povo brasileiro”, Darcy escreve: &lt;i style=""&gt;“pude sentir, no exílio, como é difícil para o brasileiro viver fora do Brasil. Nosso país tem tanta seiva de singularidade que torna extremamente difícil aceitar e desfrutar do convívio com outros povos”. &lt;/i&gt;Em outras palavras, acusa o brasileiro de ser um povo xenófobo. Com isso, prova não ser parcial, conforme ele mesmo havia dito. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Encerro a análise com esta citação de Darcy Ribeiro, que não deixa de ser “esperançosa”: &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles pretos e índios supliciados. Como descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre marcados pelo exercício da brutalidade sobre aqueles homens, mulheres e crianças. Esta é a mais terrível de nossas heranças. Mas nossa crescente indignação contra esta herança maldita nos dará forças para, amanhã, conter os possessos e criar aqui, neste país, uma sociedade solidária”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112430997075303162?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112430997075303162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112430997075303162' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112430997075303162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112430997075303162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/o-povo-brasileiro-darcy-ribeiro.html' title='O povo brasileiro - Darcy Ribeiro'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15522768.post-112430958678076132</id><published>2005-08-17T22:07:00.000+02:00</published><updated>2005-08-17T22:17:04.090+02:00</updated><title type='text'>Ué, entra por osmose!!</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vou explicar o motivo de ter feito o site "Entra por osmose". Quem me conhece sabe que adoro escrever. Já estou terminando o curso de jornalismo (se Deus quiser e se e conseguir terminar o meu projeto de conclusão!) e muitos textos estavam ficando "perdidos". Aqui vocês encontrarão textos, dicas de livros, filmes, bandas... Tudo que eu achar de diferente e tiver vontade de escrever! =P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O significado de "entra por osmose" é porque eu estava pensando na cultura americana, ou melhor, americana nada... dos Estados Unidos!! Como nós somos colonizados culturalmente e nem que a gente tente resistir, não dá! Ela... entra por osmose!! Sei que está parecendo um pouco sem sentido. Mas, de certa forma, vocês leiam meus textos, nem que para isso eles tenham que entrar por osmose. Completamente non-sense esse post, mas tudo bem... ainda teremos outros!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... em breve espero que o design do site mude. Só o que falta é a boa vontade de um amigo para tirarmos essa coisinha sem graça desse template "comum de todos". :)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15522768-112430958678076132?l=entraporosmose.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://entraporosmose.blogspot.com/feeds/112430958678076132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15522768&amp;postID=112430958678076132' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112430958678076132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15522768/posts/default/112430958678076132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://entraporosmose.blogspot.com/2005/08/u-entra-por-osmose.html' title='Ué, entra por osmose!!'/><author><name>Juliana D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02663103658711740515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
